<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112</id><updated>2012-01-04T04:51:08.632-08:00</updated><category term='HISTORIA DA ÁFRICA'/><category term='HISTÓRIA DA AMAZONIA'/><category term='HISTÓRIA DO PARÁ'/><category term='HISTORIA DE SANTAREM'/><category term='HISTORIA PARA O VESTIBULAR'/><category term='AS REVOLUÇÕES DO SÉC. XX'/><category term='DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA HISTÓRIA'/><category term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><category term='ATUALIDADES'/><category term='BANDEIRAS'/><category term='REGIME MILITAR'/><category term='PRESIDENTES DO BRASIL'/><category term='ex presidentes'/><title type='text'>EU GOSTO DE</title><subtitle type='html'>É PARA TODOS AQUELES QUE INDEPENDENTEMENTE DA FORMAÇÃO ACADEMICA GOSTAM DE ANALISAR A HISTÓRIA... QUE BUSCAM ENTENDER A NOSSA SOCIEDADE E SÃO PESSOAS CONSCIENTES... QUE OBSERVAM A HISTÓRIA COMO UM INSTRUMENTO DE CONSCIENTIZAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-7758252015723296119</id><published>2011-10-17T18:39:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T18:39:47.437-07:00</updated><title type='text'>A HISTÓRIA DA CORRUPÇÃO</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; font-family: Verdana; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Trgoi5NkJ7g/TpzYI49-4NI/AAAAAAAAAT0/39ackGRLHB4/s1600/brazil_flag.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Trgoi5NkJ7g/TpzYI49-4NI/AAAAAAAAAT0/39ackGRLHB4/s1600/brazil_flag.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O Brasil não é um país intrinsecamente corrupto.&lt;br /&gt;Não existe nos genes brasileiros nada que&lt;br /&gt;nos predisponha à corrupção, algo herdado,&lt;br /&gt;por exemplo, de desterrados portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A Austrália que foi colônia penal do império britânico, não possui índices de corrupção superiores aos de outras nações, pelo contrário. Nós brasileiros não somos nem mais nem menos corruptos que os&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; font-family: Verdana; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;japoneses, que a cada par de anos têm um ministro que renuncia diante de denúncias de corrupção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Somos, sim, um país onde a corrupção, pública e privada, é detectada somente quando chega a milhões de dólares e porque um irmão, um genro, um jornalista ou alguém botou a boca no trombone, não por um processo sistemático de auditoria. As nações&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;com menor índice de corrupção são as que têm o maior número de auditores e fiscais formados e treinados. A Dinamarca e a Holanda possuem 100 auditores por 100.000 habitantes. Nos países efetivamente auditados, a corrupção é detectada no nascedouro ou quando ainda é pequena. O Brasil, país com um dos mais elevados índices de corrupção, segundo o World Economic Forum, tem somente oito auditores por 100.000 habitantes, 12.800 auditores no total. Se quisermos os mesmos níveis de lisura da Dinamarca e da Holanda precisaremos formar e treinar 160.000 auditores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Simples. Uma das maiores universidades do Brasil possui hoje 62 professores de Economia, mas só um de auditoria. Um único professor para formar os milhares de fiscais, auditores internos, auditores externos, conselheiros de tribunais de contas, fiscais do Banco Central, fiscais da CVM e analistas de controles internos que o Brasil precisa para combater a corrupção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A principal função do auditor inclusive nem é a de fiscalizar depois do fato consumado, mas a de criar controles internos para que a fraude e a corrupção não possam sequer ser praticadas. Durante os anos de ditadura, quando a liberdade de imprensa e a auditoria não eram prioridade, as verbas da educação foram redirecionadas para outros cursos. Como consequência, aqui temos doze economistas formados para cada auditor, enquanto nos Estados Unidos existem doze auditores para cada economista formado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Para eliminar a corrupção teremos de redirecionar rapidamente as verbas de volta ao seu devido destino, para que sejamos uma nação que não precise depender de dedos duros ou genros que botam a boca no trombone, e sim de profissionais competentes com uma ética profissional elaborada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Países avançados colocam seus auditores num pedestal de respeitabilidade e de reconhecimento público que garante a sua honestidade. Na Inglaterra, instituíram o Chartered Accountant. Nos Estados Unidos eles têm o Certified Public Accountant. Uma mãe inglesa e americana sonha com um filho médico, advogado ou contador público. No Brasil, o contador público foi substituído pelo engenheiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Bons salários e valorização social são os requisitos básicos para todo sistema funcionar, mas no Brasil estamos pagando e falando mal de nossos fiscais e auditores existentes e nem ao menos treinamos nossos futuros auditores. Nos últimos nove anos, os salários de nossos auditores públicos e fiscais têm sido congelados e seus quadros, reduzidos - uma das razões do crescimento da corrupção. Como o custo da auditoria é muito grande para ser pago pelo cidadão individualmente, essa é uma das poucas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;funções próprias do estado moderno. Tanto a auditoria como a fiscalização, que vai dos alimentos e segurança de aviões até os direitos do consumidor e os direitos autorais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O capitalismo remunera quem trabalha e ganha, mas não consegue remunerar quem impede o outro de ganhar roubando. Há quem diga que não é papel do Estado produzir petróleo, mas ninguém discute que é sua função fiscalizar e punir quem mistura água ao álcool. Não serão intervenções cirúrgicas (leia-se CPIs), nem remédios potentes (leia-se códigos de ética), que irão resolver o problema da corrupção no Brasil. Precisamos da vigilância de um poderoso sistema imunológico que combata a infecção no nascedouro, como acontece nos países considerados honestos e auditados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Portanto, o Brasil não é um país corrupto. É apenas um país pouco auditado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="style1"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Publicado na Revista Veja, edição 1600, ano 32, nº 22, de 2 de junho de 1999, página 21&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-7758252015723296119?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/7758252015723296119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/10/historia-da-corrupcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7758252015723296119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7758252015723296119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/10/historia-da-corrupcao.html' title='A HISTÓRIA DA CORRUPÇÃO'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Trgoi5NkJ7g/TpzYI49-4NI/AAAAAAAAAT0/39ackGRLHB4/s72-c/brazil_flag.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-8978972785876369624</id><published>2011-07-12T12:03:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T12:03:17.873-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTORIA DA ÁFRICA'/><title type='text'>A HISTÓRIA DA ÁFRICA NOS LIVROS DIDÁTICOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9XdpkGwpl4w/ThyZ4-hpTMI/AAAAAAAAATI/sS0OLGgG78E/s1600/livro-historia-da-africa-por-viviane-freitas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://1.bp.blogspot.com/-9XdpkGwpl4w/ThyZ4-hpTMI/AAAAAAAAATI/sS0OLGgG78E/s320/livro-historia-da-africa-por-viviane-freitas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m7gW61JqC64/ThyaGiTsfsI/AAAAAAAAATM/5vVpU7kbJ3M/s1600/africa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-m7gW61JqC64/ThyaGiTsfsI/AAAAAAAAATM/5vVpU7kbJ3M/s1600/africa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Em um debate realizado na Universidade alguem questionou por que os  negros nao se aceitam como tal. afirmava ainda essa pessoa que isso  seria inclusive um ato de racismo, ela afirmar "eles sao os primeiros a  terem preconceitos com o grupo social deles". A questão ai é macro. nao  sed deve pensar que concepções micros explicam tal afirmação. entender  todo o processo de construção social, que permeia o imagináio coletivo,  nao é uma tarefa muito fácil.&lt;br /&gt;todos sabemos que a Educação é um dos pilares da construção da  identidade de um povo. nossa educação sempre foi elitista e dominadora,  nesse contexto a História também corrobora essa acertiva. o ensino da  história esteve durante séculos centrada em um eurocentrismo. sendo o  velho continente o irradiador de cultura e civilização para o mundo. os  povos da Africa e Ásia, foram relegados a selvagens que mereciam ser  dominados. nosso ensino de história acabou reproduzindo esse modelo  dominante, de sofrimento dos escravos, enfatizamos inclusive as dores  provocadas pelos castigos fisicos: o Bacalhau (chicote de couro cru  retorcido), mutilações e várias outras formas de se provocar dor no  escravo para forçá-lo ao trabalho.&lt;br /&gt;ensinando dessa forma é de se esperar que ninguem tenha orgulho de se  apresentar como afro descendente. é preciso resgatar os heróis, os bons  exemplo, ressaltar a importancia desse grupo social para a formação  desse imenso pais. contribuição essa que está no nosso cotidiano. nas  nossas relações sociais, e que hoje sao orgulho para todos nós&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-8978972785876369624?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/8978972785876369624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/07/historia-da-africa-nos-livros-didaticos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8978972785876369624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8978972785876369624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/07/historia-da-africa-nos-livros-didaticos.html' title='A HISTÓRIA DA ÁFRICA NOS LIVROS DIDÁTICOS'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9XdpkGwpl4w/ThyZ4-hpTMI/AAAAAAAAATI/sS0OLGgG78E/s72-c/livro-historia-da-africa-por-viviane-freitas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-7049575022866794693</id><published>2011-04-25T06:26:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T06:26:37.714-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTORIA DE SANTAREM'/><title type='text'>HISTORIA DE SANTAREM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6yYFV7p-yEI/TbV1Y_70UoI/AAAAAAAAASc/qlbJIyP-l3A/s1600/125px-Bandeira_Santarem.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="141" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-6yYFV7p-yEI/TbV1Y_70UoI/AAAAAAAAASc/qlbJIyP-l3A/s200/125px-Bandeira_Santarem.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1FP55fze66o/TbV1c1cUwqI/AAAAAAAAASg/Rq7KO1PWaEE/s1600/280px-Para_Municip_Santarem_svg.png" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-1FP55fze66o/TbV1c1cUwqI/AAAAAAAAASg/Rq7KO1PWaEE/s200/280px-Para_Municip_Santarem_svg.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-7049575022866794693?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/7049575022866794693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/04/historia-de-santarem_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7049575022866794693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7049575022866794693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/04/historia-de-santarem_25.html' title='HISTORIA DE SANTAREM'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-6yYFV7p-yEI/TbV1Y_70UoI/AAAAAAAAASc/qlbJIyP-l3A/s72-c/125px-Bandeira_Santarem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2873922131197524556</id><published>2011-04-25T06:19:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T06:19:08.741-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTORIA DE SANTAREM'/><title type='text'>HISTORIA DE SANTAREM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-aIq-40wKAiA/TbV0buIg12I/AAAAAAAAASY/xfIqQeZL5N8/s1600/270px-Santarem.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-aIq-40wKAiA/TbV0buIg12I/AAAAAAAAASY/xfIqQeZL5N8/s1600/270px-Santarem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história de Santarém começa com a primeira notícia que se tem do contato do homem "civilizado" e os índios Tupaiús ou Tapajós. Nurandaluguaburabara seria, talvez, o chefe dos Tupaiús, citado pelo monge dominicano Frei Gaspar de Carvajal que fazia parte da expedição de Francisco Orellana pela região, em 1542.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1626, dá-se a chegada dos novos habitantes na região, na maioria portugueses. O Começo da povoação de Santarém foi marcado pela luta de terras entre índios e brancos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santarém foi fundada pelo Pe. João Felipe Bettendorff, em 22 de junho de 1661, recebendo o nome em homenagem à cidade Portuguesa de Santarém. Logo ao chegar, o fundador construiu, de taipa, a primeira capela de Nossa Senhora da Conceição. Trinta e seis anos mais tarde, em 1697, ocorreu a inauguração da Fortaleza do Tapajós, numa colina próxima ao Rio Tapajós, para melhor proteção dos ataques de estrangeiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Aldeia dos Tapajós, como era chamada, foi elevada à categoria de vila, em 14 de março de 1758, por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, o então governador da Província do Grão Pará, recebendo o nome de Santarém. Foi elevada à categoria de cidade, em 24 de outubro de 1848, em consequência de seu notável desenvolvimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[editar] Cronologia1542 - Primeira referência escrita de que se tem notícia com relação ao contato de brancos civilizados com os índios Tupaius ou Tapajós, onde se relata que Francisco Orellana saqueou as plantações de roça e milho desses índios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1626 - Pedro Teixeira - Capitão Português - Chega à taba dos Tupaius com o objetivo de comprar silvícolas prisioneiros de guerra de outras tribos, para depois escravizá-los. No entanto, os Tupaius não aceitavam esse tipo de negócio, cabendo ao Capitão adquirir esteiras e outras curiosidades, além de manter um ótimo relacionamento com os índios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1639 - Bento Maciel - Sargento-mor da Capitania do Cabo Norte - investe de surpresa sobre a aldeia dos Tapajós, com fúria implacável, dizimando grande número de índios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1659 - Padre Antônio Vieira - Primeiro Jesuíta que veio expressamente ao Tapajós. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1661 - 22 de junho: Padre João Felipe Bettendorf instala missão na aldeia dos Tapajós, dando origem à cidade de Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1697 - Inauguração da Forte dos Tapajós. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1757 - Extinção das Missões Religiosas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1758 - Aldeia dos Tapajós é elevada à categoria de Vila pelo Capitão-general Francisco Xavier de Mendonça Furtado (governador da Província do Grão-Pará), recebendo o nome de Santarém, em homenagem à cidade de Santarém em Portugal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1761 - Um século após a construção da primeira capelinha de Nossa Senhora da Conceição, é iniciada a edificação da nova igreja mais a leste. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1819 - Visitam a Vila de Santarém os cientistas europeus Carlos Frederico Von Martius e Johann Baptist Von Spix. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1828 - O Legislativo passa a denominar-se Câmara Municipal, através de Lei Imperial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1829 - 1 de junho: Instalação da primeira Câmara Municipal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1835 - Início da Cabanagem - movimento revolucionário popular, cujo nome deriva do fato de que a grande maioria dos revolucionários era de origem humilde, habitantes de barracas ou cabanas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1848 - 24 de outubro: A Vila de Santarém, pela Lei nº 145, é elevada à categoria de Cidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1853 - Início da construção da antiga Prefeitura Municipal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1853 - Outubro: Circula em Santarém o primeiro jornal da cidade com o nome de Amazoniense. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1867 - 17 de setembro: Chegada a Santarém dos primeiros confederados norte-americanos para instalar colônia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1888 - 13 de maio: Santarém antecipa-se à Lei Áurea extinguindo a escravatura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1896 - 28 de junho: Inauguração do Teatro Vitória. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1900 - 3 de maio: Inauguração do Grupo Escolar de Santarém (atual Frei Ambrósio). É a mais antiga escola em funcionamento na cidade de Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1903 - 21 de setembro: Criação da Prelazia de Santarém, através do decreto "Romani Pontifices" do Papa Pio X. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1904 - 29 de setembro: Instalação solene da Prelazia de Santarém e posse do primeiro prelado Monsenhor Frederico Benício de Sousa Costa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1907 - 3 de agosto: Chegada a Santarém dos primeiros franciscanos chefiados por Frei Amando Bahlmann. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1908 - A Prelazia de Santarém é oficialmente confiada aos franciscanos, sendo Frei Amando Bahlmann nomeado Prelado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1910 - Fundação da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição por Dom Amando Bahlmann e Madre Maria Imaculada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1915 - 31 de maio: Inauguração do novo convento e orfanato de Nossa Senhora de Lourdes (atual Colégio Santa Clara). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1918 - Criação e funcionamento da Escola São Francisco por Frei Ambrósio Philipsenburg. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1919 - 29 de novembro: Realização do primeiro Círio de Nossa Senhora da Conceição em Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1928 - Chegada a Santarém de navios trazendo homens e máquinas enviados por Henry Ford para a implantação da Companhia Ford Industrial do Brasil. Fordlândia (município de Itaituba) e depois Belterra (município de Santarém) foram os locais escolhidos pelos técnicos de Ford para o cultivo em grande escala da seringueira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1940 - 2 de julho: Inauguração do primeiro estabelecimento bancário em Santarém, sub-agência do Banco do Brasil S/A. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1942 - Criação do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) através de acordo firmado entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos da América do norte. Mais tarde, já sob a tutela exclusiva do governo brasileiro foi transformado em Fundação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1943 - 14 de março: Inauguração do Ginásio Dom Amando. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1943 - 25 de junho: Chegada a Santarém dos quatro primeiros sacerdotes franciscanos da Província do Sagrado Coração de Jesus, dos Estados Unidos da América do Norte. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1948 - 16 de março: Instalação da Escola Técnica de Comércio do Baixo Amazonas Rodrigues dos Santos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1948 - 15 de outubro: Criação do Instituto Batista de Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1948 - 24 de outubro: Inauguração da Rádio Clube de Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1954 - 24 de outubro: Inauguração do Serviço Telefônico de Santarém, com duzentos aparelhos automáticos, instalados pela Empresa Telefônica de Santarém Ltda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1960 - Instalação do Ginásio Normal São Raimundo Nonato, dirigido pelas Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1962 - 1 de maio: Realização da solenidade de lançamento da pedra fundamental para a construção da primeira escola pública a nível secundário Colégio Estadual Prof. Álvaro Adolfo da Silveira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1964 - 5 de julho: Inauguração da Rádio Emissora de Educação Rural de Santarém Ltda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1969 - 12 de setembro: Inclusão de Santarém na Área de Segurança Nacional, através do Decreto Lei nº 866. A partir desse momento, o santareno não mais poderia escolher o seu prefeito, que passaria a ser nomeado pelo Presidente da República. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1970 - 14 de julho: Criação da Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), através do Decreto nº 7.125. A instalação oficial deu-se a 24 de julho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1970 - 24 de agosto: Chegada a Santarém do Destacamento Precursor do recém-criado 8º Batalhão de Engenharia de Construção, do Exército Brasileiro, objetivando a implantação da rodovia Santarém-Cuiabá. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1970 - 12 a 19 de dezembro: Realização do 1º Festival de Música Popular do Baixo Amazonas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1971 - 14 de outubro: Implantação do Campus Avançado da Universidade Federal de Santa Catarina em Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1974 - 11 de fevereiro: Inauguração do Cais do Porto de Santarém pelo Presidente da República General Emílio Garrastazu Médici. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1977 - 19 de agosto: Inauguração da Hidrelétrica de Curuá-Una, primeira hidrelétrica construída na Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1979 - 26 de maio: Inauguração da TV Tapajós, pioneira em Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1980 - 6 de dezembro: Inauguração da estação rastreadora de Santarém pela Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL), possibilitando assim o funcionamento de canais de telefonia, telex e a captação de transmissões de televisão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1981 - 12 de julho: Inauguração do Anfiteatro Joaquim Toscano na praça Barão de Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1984 - Implanta-se em Santarém a primeira empresa de informática, a SANDATA - Comércio e Implantação de Microcomputadores Ltda &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1985 - Criação em Santarém da primeira instituição de ensino de 3º grau do interior do Pará, o Instituto Santareno de Ensino Superior (ISES). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1985 - 15 de novembro: Eleição direta para prefeito, conforme decisão do Congresso Nacional, para municípios de área de segurança nacional. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1987 - 11 de março: Reinauguração da Casa de Cultura de Santarém, que por Decreto do Governador Jáder Barbalho passou a chamar-se Casa de Cultura Historiador João Santos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1987 - 11 de março: Inauguração da primeira etapa do Estádio Jáder Barbalho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1990 - Instalação em Santarém da Universidade Luterana do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1991 - 22 de junho: Inauguração do novo prédio da Prefeitura Municipal Palácio Senador Jarbas Gonçalves Passarinho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1993 - 20 de agosto: Implantação do Polo Santarém da Fundação Carlos Gomes pela professora Maria da Glória Boulhosa Caputo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1993 - o Instituto Santareno de Ensino Superior (ISES) se torna as Faculdade Integradas do Tapajós(FIT), com sus sede própria, saindo do espaço que pertençe a escola São Francisco de Assis, que funcionava até então &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1994 - 10 de agosto: Instalação da Escola de Música Maestro Wilson Fonseca, nas dependências da Casa de Cultura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1995 - 15 de setembro: Posse do maestro Wilson Fonseca em Belém na Academia Paraense de Letras. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1995 - 8 de dezembro: Criação da 1a. Caminhada de Fé com Maria, por Pe. Auricélio Paulino. Mojuí dos Campos a Santarém - 37 Kms - Nossa senhora da Conceição. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2001 – Inauguração da Orla de Santarém e do Instituto Esperança de Ensino Superior – IESPES. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2002 – Falecimento do Maestro Wilson Dias da Fonseca (Isoca). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2003 – Inauguração da Cargill em Santarém. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2007 - Chegada do novo Bispo de Santarém, Dom Esmeraldo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2009 - Criação da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). A primeira universidade pública com sede no interior do estado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2010 - 25 de agosto: Inauguração do Paraíso Shopping Center, o primeiro shopping da cidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2873922131197524556?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2873922131197524556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/04/historia-de-santarem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2873922131197524556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2873922131197524556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/04/historia-de-santarem.html' title='HISTORIA DE SANTAREM'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-aIq-40wKAiA/TbV0buIg12I/AAAAAAAAASY/xfIqQeZL5N8/s72-c/270px-Santarem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-6492880133250990188</id><published>2011-02-15T10:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T10:34:12.526-08:00</updated><title type='text'>III ENCONTRO DE NOVOS PESQUISADORES EM HISTÓRIA</title><content type='html'>03 A 06 DE MAIO DE 2011&lt;br /&gt;LOCAL: BAHIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #444444; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;nformamos que as inscrições para o III Encontro de Novos Pesquisadores em História foram prorrogadas até o dia 28 de fevereiro de 2011. Serão aceitas as propostas de comunicação e mini-curso até 23:59h deste dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #444444; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Atenciosamente,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #444444; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Comissão Organizadora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #444444; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;informações:&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: small; line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://novospesquisadores2011.blogspot.com/"&gt;http://novospesquisadores2011.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-6492880133250990188?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/6492880133250990188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/iii-encontro-de-novos-pesquisadores-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6492880133250990188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6492880133250990188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/iii-encontro-de-novos-pesquisadores-em.html' title='III ENCONTRO DE NOVOS PESQUISADORES EM HISTÓRIA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-7189954907530488053</id><published>2011-02-14T12:04:00.001-08:00</published><updated>2011-02-14T12:04:54.878-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA HISTÓRIA'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-57O70m1UMJw/TVmKmy2pFVI/AAAAAAAAAQg/uKlBRB7t42o/s1600/popeye.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://1.bp.blogspot.com/-57O70m1UMJw/TVmKmy2pFVI/AAAAAAAAAQg/uKlBRB7t42o/s320/popeye.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-7189954907530488053?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/7189954907530488053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7189954907530488053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/7189954907530488053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/blog-post.html' title=''/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-57O70m1UMJw/TVmKmy2pFVI/AAAAAAAAAQg/uKlBRB7t42o/s72-c/popeye.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-8215944190624088054</id><published>2011-02-14T12:01:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T12:01:13.805-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DA AMAZONIA'/><title type='text'>A ESCRAVIDAO NEGRA NA AMAZONIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A Amazônia e a Escravidão: uma introdução.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;A inserção de escravos negros &amp;nbsp;na Amazônia se intensificou a&amp;nbsp;partir da criação, em 1755, da Companhia Geral de Comércio do GrãoPará e Maranhão, durante o período pombalino. Pretenderia-se entre&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;estas determinações ao estímulo da &amp;nbsp;produção agrícola, dando início a&amp;nbsp;substituição do braço do indígena, pelo do negro, nos trabalhos da&amp;nbsp;lavoura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Pará e no Maranhão os negros foram destinados sobretudo para os&amp;nbsp;canaviais e as lavouras de arroz e algodão. O cultivo da cana-de-açúcar&amp;nbsp;foi uma das primeiras atividades econômicas dos europeus na Amazônia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Há indícios de que os holandeses, antes dos portugueses,&amp;nbsp;tenham cultivado cana e instalado pequenos engenhos nas proximidades&amp;nbsp;da foz do Amazonas. Francisco Caldeira de Castelo Branco, o fundador&amp;nbsp;da cidade de Belém (1616), foi o pioneiro no latifúndio açucareiro do&amp;nbsp;Pará, onde a conquista européia iniciou-se por conseguinte, sob&amp;nbsp;interesse imediato desta cultura. Embora incipiente, a lavoura da canade-açúcar prosperou nas cercanias de Belém e espalhou-se com maior&amp;nbsp;intensidade, pelas margens dos rios Guamá, Capim, Acará, Mojú e&amp;nbsp;Igarapé Miri.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Próximos uns dos outros, esses rios integram uma zona bem&amp;nbsp;distinta de acesso relativamente fácil. A cultura da cana-de-açúcar aí se&amp;nbsp;enraizou e adquiriu importância econômica. Aí, portanto, se instalaram&amp;nbsp;engenhos, com numerosa escravaria, e se estabeleceu um regime social&amp;nbsp;típico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Nessa região se localizaria a maior concentração de escravos&amp;nbsp;na Amazônia. O contingente africano não foi tão numeroso, como no&amp;nbsp;Maranhão, mas a história da escravatura africana no Pará se escreveu&amp;nbsp;com os mesmos processos, determinando, como em toda parte, as&amp;nbsp;mesmas reações do escravo. A mais freqüente, a busca da liberdade&amp;nbsp;pela fuga e posterior agrupamento nos quilombos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A lavoura canavieira ocupou uma área bem mais extensa do&amp;nbsp;que a atual. Estendeu-se praticamente em redor da área marajoara,&amp;nbsp;ocupando inclusive certa área da ilha de Marajó. Subiu também a calha&amp;nbsp;do Tocantins. Em Cametá, por exemplo, em 1752, dentro da vila de sítios&amp;nbsp;da redondeza, somavam-se 129 proprietários agrícolas, cujo pessoal&amp;nbsp;trabalhava especialmente na lavoura &amp;nbsp;da cana, cacau e nos roçados de&amp;nbsp;espécies alimentícias, revelava o ofício de 12 de novembro daquele ano,&amp;nbsp;da Câmara local a Francisco Xavier de Mendonça Furtado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Culturicidade e escravidão &amp;nbsp;– &amp;nbsp;entre relações sociais e produtivas,&amp;nbsp;não se pode considerar desprezível &amp;nbsp;a contribuição cultural africana na&amp;nbsp;Amazônia. Essa contribuição se &amp;nbsp;manifesta nos folguedos populares, na&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;culinária, no vocabulário, enfim nos vários aspectos do folclore regional.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Todavia não se pode testemunhar a sobrevivência de uma&amp;nbsp;culturicidade puramente africana, pelo menos no Pará, onde assim como&amp;nbsp;em várias outras realidades da formação social e colonial, ocorreriam às&amp;nbsp;chamadas trocas culturais e simbólicas, envolvendo as culturas aqui&amp;nbsp;existentes nesta formação.&amp;nbsp;&amp;nbsp;No Pará e Maranhão as culturas&amp;nbsp;sudanesas e bantas não se contrapõem.&amp;nbsp;Não há indícios de antagonismo tribais: ao&amp;nbsp;contrário, tudo parece mostrar, na&amp;nbsp;manifestação exterior da cultura desses&amp;nbsp;povos, tendência para a convergência&amp;nbsp;num só grupo, solidário culturalmente,&amp;nbsp;pela condição de escravo. Pode-se falar&amp;nbsp;de certa individualidade, ou de presença&amp;nbsp;marcante, do chamado negra mina, povo&amp;nbsp;fânti-axanti, cujas peculiaridades culturais&amp;nbsp;se conservam mais ou menos&amp;nbsp;homogêneas até nossos dias,&amp;nbsp;principalmente no Maranhão. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-8215944190624088054?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/8215944190624088054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/escravidao-negra-na-amazonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8215944190624088054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8215944190624088054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/02/escravidao-negra-na-amazonia.html' title='A ESCRAVIDAO NEGRA NA AMAZONIA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-1624409751195081378</id><published>2011-01-23T13:24:00.000-08:00</published><updated>2011-01-23T13:24:25.138-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DO PARÁ'/><title type='text'>ADESÃO DO PARÁ A INDEPENDENCIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Substituição de Dom Romualdo Antônio de Seixas na junta, pelo seu tio Dom Romualdo de Sousa Coelho, que regressara de Lisboa sem qualquer compromisso com a independência, mas sem permitir também que se praticassem excessos os nativos, fez com que os ânimos serenassem. Foi a solução diplomática para as controvérsias locais sobre a Adesão do Pará a Independência. Porém, a 11 de agosto de 1823, chega do Maranhão John Pascoe Greenfell, enviado pelo almirante Cochrane, que acabara de integrar, amando do imperador, a província vizinha à comunhão do império. Dom Romualdo, que estava eventualmente no poder, não se deu por rogado: promoveu uma grande reunião de todas as classes no palácio governamental e, sob aplausos gerais, no dia 15 de agosto, deu-se a adesão definitiva do Pará à Independência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa Adesão, entretanto, não aconteceu pacificamente. Além da demora de um ano, ela registra na sua historia muito sacrifício, muito sangue, muitas torturas e muitas mortes, pois a população continuava dividida. Do lado do governo local, famílias portuguesas e brasileiras ainda compactuavam com a exploração dos nativos. E a nova junta governativa passou a ser presidida por um moderado, o coronel Jose Giraldo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os moderados queriam que a situação continuasse como estava, isto é, não mesma. Contanto que a administração continuasse nas mãos dos portugueses ou de brasileiros ligados a eles. Continuando, naturalmente, a exploração, a espoliação e a perseguição dos nativos. Contra essa situação, Batista Campos e Félix Antônio Clemente Malcher chefiaram os desesperados, os massacrados, uma população inteira compostas de índios, negros, tapuios, mamelucos, caboclos e mestiços. Toda essa população pobre, quase miserável, continuava a ser explorada, escravizada e espoliada pelas autoridades e pelas ricas famílias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A situação do conflito foi se agravando até que marinheiros portugueses promoveram um atentado contra Greenfell. Dias depois, ocorreu uma rebelião dos regimentos aquartelados em Belém e em conseqüência a deposição da junta dos moderados. Batista Campos, aclamado presidente da junta pelos insurgentes, sentiu logo que não tinha força para dominar a anarquia reinante. Arrombamentos de casas, assassinatos de portugueses, saques de todas as espécies e desregramentos sociais espelhavam a anarquia geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante desses caos, cinco pessoas nativas foram julgadas sumariamente pelas autoridades portuguesas e fuziladas em praça pública. Como exemplo, até Batista Campos, que era membro da junta, foi preso e ameaçado de ser colocado na boca de um canhão. Mas por interferência de pessoas influentes, foi apenas deportado de imediato para o Maranhão. Em conseqüência desses distúrbios, 256 pessoas pobres (diga-se de passagem), do meio do povo, foram feitas prisioneiras e recolhidas aos porões do brigue palhaço. Esses prisioneiros, bem representativos da população pobre de Belém, sem nenhum processo de julgamento, foram, na realidade, condenados sumariamente à morte. Amarrados como animais foram jogados no porão do navio, que ficou ancorado ao largo da baia de Guajará, lá ficando até serem mortos por asfixia. Sepultadas como indigentes as vítimas da tragédia do brigue Palhaço, viraram símbolo da luta cabana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até hoje não se sabe a razão da mudança do nome desse navio presídio. Entretanto 256 paraenses pobres ficaram lá presos e amontoados nos porões escuros e infectos desse barco, isolados da terra pelas águas da baia. E, sem quaisquer providencias das autoridades, sofrendo um processo terrível de tortura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em determinado momento de desespero e dramática aflição, gritaram por água para matar a sede, que já estava se tornando insuportável. O calor que fazia nos porões totalmente fechados era sufocante. Mas a água que lhes deram era retirada da própria baia, a partir daí, os prisioneiros passaram a sofrer a mais angustiante tortura, pelo calor, pela sede, pelo escuro e pela aglomeração promíscua, que os tornavam iguais a animais. A própria água jogada de cima, das escotilhas, era disputada a tapas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O escuro, o calor, o espaço exíguo, o contato dos corpos suados, sedentos e famintos, foram desesperando aquelas pobres criaturas que nem sabiam por que estavam sofrendo aquela terrivel punição. Começaram então os gritos lancinantes. Eram de angustia e de desespero os pedidos de socorro e as mais terríveis imprecações. A única providencia que ocorreu aos guardas para acalmar os ânimos desesperados foi jogar cal sobre os presos, que já estavam embolados. Essa providencia acabou silenciando os prisioneiros, levando-os à morte. Quatro pessoas apenas escaparam, mas não tiveram forças para relatar tudo sobre os terríveis momentos de desespero antes de morrer. Morreram também, sem nenhuma assistência, em conseqüência desse enterro de pessoas no porão de um navio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-1624409751195081378?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/1624409751195081378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/adesao-do-para-independencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1624409751195081378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1624409751195081378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/adesao-do-para-independencia.html' title='ADESÃO DO PARÁ A INDEPENDENCIA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-4820817996146722918</id><published>2011-01-23T13:22:00.001-08:00</published><updated>2011-01-23T13:22:55.365-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DO PARÁ'/><title type='text'>O MOVIMENTO VINTISTA E AS IDEIAS LIBERAIS NO PARÁ</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na realidade, além da espoliação a que estava submetida à população nativa, as idéias liberais que surgiram na Europa não deixaram de influenciar esse período conturbado da nossa historia. É notável o comportamento de Felipe Patroni, que já em janeiro de 1821 articulava com civis e militares um pronunciamento da Amazônia em favor do movimento constitucionalista iniciado na revolução do porto, em Portugal (1820). Patroni, estudante paraense da universidade de Coimbra, tornou-se entusiasta do movimento que tentava constitucionalizar Portugal, e imaginava que podia transplantar essas idéias para a sua pátria. Tanto que, ao chegar a Belém, influenciou-se com as idéias liberais do padre Luis Zagalo que desde 1816 vivia na vila de Cametá. Em 22 de maio de 1822, fundou o jornal, “O paraense”, pelo qual abriu luta em favor do movimento constitucionalista e ao mesmo tempo visando à autonomia do Brasil. Mas o processo de desacato ao rei e a defesa da constitucionalização em favor também da Província do Pará interrompeu suas atividades autonomista. Foi preso e enviado para Lisboa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em abril desse mesmo ano chega a Belém o novo comandante das armas, brigadeiro José Maria de Moura, absolutista intransigente e fiel soldado do reino que ano titubeou em se sobrepor à junta e governar a província em função dos interesses das famílias de sua terra, Portugal. Sentindo que a atuação de Batista Campos (através de “O paraense”, cuja direção tinha assumido em substituição a Felipe Patroni, imprimindo manifestos políticos na oficina do jornal), predispunha a população ao movimento separatista, o brigadeiro assaltou as oficinas do jornal, mandou agredir o cônego Batista Campos e buscou todos os meios para silenciar a propaganda que julgava subversiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 17 de janeiro de 1823, ao se realizarem as eleições para a Câmara de Belém, nenhuma pessoa ligada ao Reino Português e as autoridades locais foi escolhida. Diante dessa radical manifestação de oposição política, a guarnição militar dissolveu a Câmara passando a direção da província ás mãos do vigário geral Dom Romualdo de Seixas. E “O Paraense” foi confiscado e em seu lugar passou a ser editado o jornal “O Luso Paraense”, que externava a posição das autoridades coloniais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo assim, o movimento pela independência não recuou e a 14 de abril de 1823 grandes contingentes civis e militares, sob o comando do capitão Boaventura da Silva, tentaram em Belém a proclamação da Adesão à independência. Foram derrotados. Em 23 de maio, os fugitivos, em muaná, no Marajó, tentaram novamente outro movimento no mesmo sentido que foi logo abafado. Em conseqüência, os portugueses, alarmados, constituíram uma junta de justiça e condenaram todos os rebeldes a morte. Punição essa que, por interferência de Dom Romualdo Antonio de Seixas. Foi comutada para deportação dos presos para Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O jornal “O Paraense”, criado por Felipe Patroni, Domingos Simões, refletiu todas as contradições daquela época, e logo se tornou arauto de idéias liberais, sendo considerado então muito perigoso para todas as autoridades conservadoras. A influencia do movimento Vintista que Patroni trouxera de Lisboa se refletiu em artigos apaixonados em defesa da liberdade de imprensa e das liberdades individuais. Mas deve ter sido a denuncia do parasitismo militar, da violência e do arbítrio do governo local a causa de seu fechamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-4820817996146722918?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/4820817996146722918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/o-movimento-vintista-e-as-ideias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4820817996146722918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4820817996146722918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/o-movimento-vintista-e-as-ideias.html' title='O MOVIMENTO VINTISTA E AS IDEIAS LIBERAIS NO PARÁ'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-4552893336649123197</id><published>2011-01-23T13:21:00.001-08:00</published><updated>2011-01-23T13:21:30.409-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DO PARÁ'/><title type='text'>A OCUPAÇÃO DA AMAZONIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ocupação e colonização da Amazônia pelos portugueses começaram quando Francisco Caldeira Castelo Branco construiu o fortim do Presépio, no dia 12 de janeiro de 1616, em Belém, isto depois de Alexandre de Moura (de origem lusitana) ter vencido e expulsado o Capitão Frances La Ravardiere, em São Luis, no Maranhão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O avanço dos portugueses não ficou, entretanto, só nas proximidades de Belém. Em 1637, como já vimos anteriormente. Portugal incentivou o Capital Pedro Teixeira a partir em direção ao Peru, com a tarefa oficial de conter a fixação e a expansão espanhola na Amazônia. As casas fortes que foram sendo construídas nessa época deviam marcar, portanto, uma nova fronteira fixada no Alto Rio Branco, no Alto rio negro, no rio Solimões e no rio Guaporé. Tudo acompanhado de muitas batalhas militares, que impediam a penetração espanhola e a de outros países considerados intrusos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os primeiros tempos dos portugueses na Amazônia foram assinalados por uma série de encontros militares dentro dos rios. Soldados, colonos, sertanistas, e alguns religiosos, como os franciscanos, também pressionaram o gentio local a participar dessa dura empreitada que foi a colonização, o chamado empossamento da Amazônia. Entre os notáveis desse processo, destacamos Pedro Teixeira, Feliciano Coelho, Jerônimo de Albuquerque e frei Cristóvão de São José que comandavam os índios em nome da fé cristã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejamos então, de maneira breve como se deu o processo de ocupação da Amazônia. A região foi envolvida pela cobiça dos portugueses, para ser dominada politicamente e explorada em termos econômicos. A região passou a ser finalmente considerada nos mapas como o norte do Brasil. E ainda seguindo a dominação política, Portugal permitiu que os missionários catequizassem os indígenas das mais variadas tribos e famílias, pois era imensa população indígena que constituía os habitantes das terras que deveriam ser colonizadas. Daí surgirem novas igrejas na Amazônia, como os franciscanos de Santo Antônio, os jesuítas, os mercedários, os franciscanos da Beira do Minho, os carmelitas, e os capuchos da piedade, que foram praticamente convocados para essa nova tarefa da cristandade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os jesuítas que chegaram ao Pará em 1653, foram arrojados e práticos. Organizaram fazendas de criação de gado e estabeleceram, a seu modo, a integração dos indígenas nas aldeias missionárias. Mas, tanto de um lado como de outro, foi facilitada a união dos homens recém-chegados com as mulheres nativas. Dessas uniões, nasceram os primeiros paraenses mestiços. Mesmo tendo que expulsar as caravanas invasoras de outros países e defender a ocupação portuguesa, os colonos militares e os missionários ocupavam-se no plantio do tabaco, da cana de açúcar e do algodão, bem como na coleta do cacau nativo e das drogas do sertão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano de 1751, o governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do Marques de Pombal, definiu a composição e a organização do Pará, criando o Estado do Grão Pará e Maranhão com sede em Belém, sem duvida esse governador, o primeiro a tomar medidas administrativas, políticas, econômico e social para organizar a colonização portuguesa. Ele começou fundando a Companhia de Comercio do Grão Pará e Maranhão. E para ampliar a força do Estado na Amazônia, estabeleceu também normas para o trabalho indígena, contrariando abertamente os jesuítas e as outras ordens religiosas. Ainda mais radical, a política pombalina que o governador executava lhe permitiu expulsar todos os jesuítas do Brasil, impondo dessa forma o absolutismo do governo português, que voltava com toda a força em pleno século XVIII, na figura do Marques de Pombal. (Adilson Moreira)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-4552893336649123197?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/4552893336649123197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/ocupacao-da-amazonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4552893336649123197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4552893336649123197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2011/01/ocupacao-da-amazonia.html' title='A OCUPAÇÃO DA AMAZONIA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2046331336653741609</id><published>2010-04-11T17:28:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T17:28:57.123-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JnkNldtWI/AAAAAAAAAPQ/XHD4eOACCcg/s1600/che+e+fidel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JnkNldtWI/AAAAAAAAAPQ/XHD4eOACCcg/s320/che+e+fidel.jpg" width="320" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;“Não importa que retrato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um qualquer: sério, sorrindo, de arma na mão, com Fidel ou sem Fidel, discursando nas Nações Unidas, ou morto, de tronco nu e olhos entreabertos, como se do outro lado da vida ainda quisesse acompanhar o rasto do mundo que teve de deixar, como se não se resignasse a ignorar para sempre os caminhos das infinitas crianças que estavam por nascer. Sobre cada uma destas imagens poder-se-ia discorrer profusamente, de um modo lírico ou de um modo dramático, com a objectividade prosaica do historiador ou simplesmente como quem se dispôs a falar do amigo que percebe ter perdido porque o não chegou a conhecer...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Ao Portugal infeliz e amordaçado de Salazar e de Caetano chegou um dia o retrato clandestino de Ernesto Che Guevara, o mais célebre de todos, aquele feito com manchas fortes de neManolo Monereo Pérez gro e de vermelho, que se tornou em imagem universal dos sonhos revolucionários do mundo, promessa de vitórias a tal ponto férteis que nunca antes haveriam de murchar em rotinas e cepticismos, antes dariam lugar a outros muitos triunfos, o do bem sobre o mal, o do justo sobre o injusto, o da liberdade sobre a necessidade, emoldurado ou seguro à parede por meios precários, esse retrato assistiu a debates políticos apaixonados na terra portuguesa, exaltou argumentos, minorou desânimos, acalentou esperanças. Foi olhado como um Cristo que tivesse descido da cruz para descrucificar a humanidade, como um ser dotado de poderes absolutos que fosse capaz de extrair de uma pedra a água com que se matariam todas as sedes e transformar essa mesma água no vinho com que se beberia ao esplendor da vida. E tudo isto era certo porque o retrato de Che Guevara foi, aos olhos de milhões de pessoas, o retrato da dignidade suprema do ser humano&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2046331336653741609?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2046331336653741609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/04/nao-importa-que-retrato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2046331336653741609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2046331336653741609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/04/nao-importa-que-retrato.html' title=''/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JnkNldtWI/AAAAAAAAAPQ/XHD4eOACCcg/s72-c/che+e+fidel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3052488121078139096</id><published>2010-04-11T17:10:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T17:10:40.259-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BANDEIRAS'/><title type='text'>GUERRILHA EM CUBA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JkYRzBohI/AAAAAAAAAPI/qdYhw1mYzj4/s1600/Bandeira+de+cuba+do+M+26+de+julho.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JkYRzBohI/AAAAAAAAAPI/qdYhw1mYzj4/s320/Bandeira+de+cuba+do+M+26+de+julho.png" width="298" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;BANDEIRA DO MOVIMENTO REVOLUCIONÁRO 26 DE JULHO QUE LIDERADO POR FIDEL CASTRO, ERNESTO GUEVARA, CAMILO CIENFUEGOS E VÁRIOS OUTROS BARBUDOS DERROTARAM O IMPERIALISMO AMERICANO LIBERTANDO O POVO CUBANO DE SECULOS DE DOMINAÇÃO.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3052488121078139096?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3052488121078139096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/04/guerrilha-em-cuba.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3052488121078139096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3052488121078139096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/04/guerrilha-em-cuba.html' title='GUERRILHA EM CUBA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S8JkYRzBohI/AAAAAAAAAPI/qdYhw1mYzj4/s72-c/Bandeira+de+cuba+do+M+26+de+julho.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-5958472808834669218</id><published>2010-03-13T09:51:00.000-08:00</published><updated>2010-03-13T09:51:01.594-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DA AMAZONIA'/><title type='text'>GUERRILHA DO ARAGUAIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Guerra Popular Prolongada do Partido Comunista do Brasil (PC do B)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S5vPufKOnHI/AAAAAAAAAOQ/SXVH-9FE7CM/s1600-h/araguaia2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S5vPufKOnHI/AAAAAAAAAOQ/SXVH-9FE7CM/s320/araguaia2.jpg" vt="true" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1956, o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) traçou novos rumos para o movimento comunista internacional, propondo a coexistência amistosa entre os blocos antagônicos da “guerra fria” e pregando a transição pacífica - via eleitoral, principalmente – para a chegada ao socialismo. No Brasil, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), inteiramente alinhado à matriz soviética, resolveu também abrandar as formas de agir, decisão tomada no seu V Congresso, em 1960, quando foram expulsos dos seus quadros Maurício Grabois e João Amazonas, entre outros, que teimavam em postular a priorização da luta armada. Os comunistas do “Partidão”, assim, passaram a adotar a defesa da “via democrática” para a chegada ao poder e a conseqüente implantação da ditadura do proletariado, dentro da concepção leninista de que “a Democracia não é mais do que uma tática descartável como todas as táticas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1962, enquanto o Brasil vivia a plenitude do exercício de um regime político inteiramente democrático, o PC do B, surgido do cisma ideológico do PCB, passou à defesa intransigente da tomada do poder pela “violência revolucionária”, para a imposição de um “governo popular e revolucionário”. A expressão “violência” não era mero instrumento de retórica para caracterizar um eventual incremento no ardor da revolução, mas, sim, um conceito doutrinário pelo qual não aceitavam nenhuma transição que não passasse pelo caminho das armas, como ensinava Mao Tse-tung, maior ideólogo da revolução chinesa: “não é possível transformar o mundo a não ser com o fuzil”. Dessa maneira, rompido com o centro irradiador tradicional, o PC do B foi buscar na China o exemplo a seguir, encontrando a fórmula da “Guerra Popular Prolongada”, pela qual atuaria o “Exército Popular”, a surgir da mobilização e organização das massas camponesas e “capaz de travar a guerra regular e empreender batalhas decisivas”. Para realizar toda essa intrincada estratégia revolucionária, urgia um começo, logo imaginado com a tentativa de organizar um movimento guerrilheiro, definido como: “a forma principal de luta na fase inicial da guerra popular, através da qual é que se poderá iniciar a ação armada contra os inimigos da Nação e começar a estruturar as Forças Armadas Populares”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A formação de quadros do PC do B para a constituição do emergente núcleo guerrilheiro teve origem com o envio à China, em 1964 e ainda durante o governo João Goulart, do primeiro de um total de três grupos de militantes para treinamento na Academia Militar de Pequim. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A área escolhida para a implantação da guerrilha foi o “Bico do Papagaio”, no Estado de Tocantins, limitado, ao sul, pelo paralelo que passa pelo município de Araguanã; pelo rio Araguaia, a oeste; e pelo rio Tocantins, ao norte e leste. Genericamente chamado de Araguaia pelas partes conflitantes, o palco de operações, forrado por exuberante floresta equatorial, reunia excelentes condições para o esforço do PC do B na conquista do apoio da rarefeita população de cerca de 20 mil habitantes, em aproximados 7000 km2, historicamente esquecida por todas as esferas governamentais e vítima de graves carências sócio-econômicas. Os conflitos de terra e a pobreza eram motes valiosos para o trabalho de massas, assim como qualquer paliativo que viesse trazer alívio aos efeitos das deploráveis condições médico-sanitárias existentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 1966 o PC do B passou a infiltrar militantes para o Araguaia, os quais logo tentaram conquistar a simpatia dos locais, por meio de alguma assistência social e de noções de organização comunitária, tudo acompanhado de crescente proselitismo político. Enquanto isso, os infiltrados passaram a familiarizar-se com o terreno hostil e apurar o adestramento militar, com a prática de: tiro; sobrevivência, orientação e deslocamento em área de selva; e técnicas de incursões armadas, fustigamentos e emboscadas. Os primeiros elementos chegados à região eram eminentes membros do Partido e quadros com o curso de capacitação militar realizado na China. Dentre os pioneiros citam-se: Osvaldo Orlando da Costa, Maurício Grabois, Líbero Giancarlo Castiglia, Elza Monerat, Ângelo Arroyo, João Amazonas, João Carlos Haas Sobrinho e Nélson Piauhy Dourado. Desses, não morreram na luta João Amazonas, Elza Monerat e Ângelo Arroyo, que desertaram em fases diferentes do conflito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As “Forças Guerrilheiras do Araguaia” (FOGUERA) surgiam como o embrião de um movimento guerrilheiro com o qual o PC do B pretendia a sua Guerra Popular Prolongada. Premente se tornava dar-lhes forma para passar às operações de combate, sobretudo pela inevitável presença do oponente, ainda em pleno processo de organização delas. Para esse mister debruçou-se a Comissão Executiva do Partido, integrada por elementos do Comitê Central e única responsável pelos contatos das Forças com o mundo exterior. Subordinada, então, à Comissão Executiva estruturou-se a Comissão Militar (CM), encarregada de estabelecer, segundo estritas diretrizes recebidas: a estratégia de atuação guerrilheira; o treinamento militar dos destacamentos subordinados; e, entre outras, a atuação dos destacamentos junto às massas. Finalmente, à CM enquadravam-se três Destacamentos, constituídos de Grupos de sete elementos cada, assim nomeados: o “A”, com atuação na região da Transamazônica; o “B”, atuante no vale do Gameleira; e o “C”, com ações a sudoeste da serra das Andorinhas. Ao todo e até o final das operações o efetivo das FOGUERA beirou os setenta integrantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A organização das Forças era celular e obedecia a rigorosa “compartimentação”, com vistas à proteção do sigilo das operações e a preservar a identidade dos componentes. Assim, apenas o comandante o subcomandante de Destacamento conheciam as áreas de atuação de seus Grupos e de outros Destacamentos, bem como somente os comandantes de Destacamentos conheciam os locais de encontro com os integrantes da Comissão militar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo pretexto de não dispor de uma estrutura administrativa que lhes permitisse isolar desertores, elementos não-colaboradores ou militares eventualmente caídos prisioneiros ou feridos, as FOGUERA constituíam os “Tribunais Revolucionários” para “julgar” e “justiçar” indesejáveis. A esse poder supremo são creditadas as mortes de Rosalino Cruz Souza, militante desertor, e dos moradores locais Osmar, Pedro “Mineiro” e João “Mateiro”. A eliminação fria de inimigos foi tacitamente admitida no chamado Relatório de Ângelo Arroyo (Editora Anita Garibaldi – 1996), de autoria de um dos dirigentes da Comissão Militar, que assinalava como erro de “certa importância” para a derrota no Araguaia: “Não se ter justiçado determinados inimigos. É o caso dos bate-paus como Pernambuco, Antônio e o irmão, e talvez os elementos que haviam chegado de fora, suspeitos de pertencerem ao Exército”. Tais “órgãos de justiça” eram motivo de intensa propaganda, objetivando desestimular delações e constituir elemento de pressão psicológica. Irracional e vítima da “racionalidade guerrilheira”, a cadelinha “Diana”, mascote do Destacamento “A”, foi justiçada a facadas, pelo militante Micheas Gomes de Almeida, o “Zezinho”, acusada de denunciar a posição do Destacamento, por deslocar-se, levada pelo instinto materno, do ponto onde se encontrassem os seus amigos homens até o lugar onde estavam os seus filhotes, para, simplesmente, dar-lhes de mamar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase oito anos se passaram na tentativa do PC do B de formar um movimento guerrilheiro que viesse empolgar as massas para a Guerra Popular Prolongada. O Relatório Arroyo exagerou e muito no “sucesso” obtido junto à população, contabilizando o apoio de 90% dela. Admite-se que, no máximo, cerca de 180 (cento e oitenta) habitantes locais, direta ou indiretamente, tenham aderido como combatentes ou colaboradores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante tempo considerável, as FOGUERA ficaram isoladas do restante do País e sujeitas à sobrevivência pelos meios próprios e pelo que pudessem amealhar na selva onde se embrenharam. A caça e a pesca, apesar de abundantes, eram as únicas fontes de alimentos disponíveis. Por essa razão, o prosaico jabuti tornou-se verdadeiro símbolo da sobrevivência, merecendo a folclórica promessa da CM de eternizá-lo em estátua, “quando viesse a vitória do movimento”. Essa desesperadora situação de 1973 e o total abandono a que foram relegadas pelo Partido mereceram a crítica de Pedro Pomar, integrante do Comitê Central, que em 1976 admitiu ter o Exército conseguido, na ofensiva final, em menos de três meses dispersar os destacamentos guerrilheiros e até mesmo atingir e desmantelar a Comissão Militar. Segundo ele, a direção do Partido nas cidades perdeu o contato com os camaradas do sul do Pará, e não sabia quantos deles sobreviveram ou se sobreviveram. Ainda segundo Pomar, por dois anos o Comitê Central e o Partido ficaram em compasso de espera, confiando que alguma coisa ou informação desfizesse as dúvidas sobre o destino dos camaradas que se encontravam no Araguaia e sobre o fim ou não da luta guerrilheira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A autocrítica é ainda mais ácida no Relatório Arroyo que apontou, dentre os inúmeros erros da Comissão Militar, o pequeno número de ações provocadas de moto próprio em dois anos de luta, o que ele constatou pelo fato de que a imensa maioria das baixas decorreu do fator surpresa, em decorrência do Exército ter mantido sempre a iniciativa das ações. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PC do B também não dedicou nenhuma atenção ao restante dos militantes de base, que até 1976 desconheciam o fracasso no Araguaia e durante todo o tempo mantiveram-se iludidos pela propaganda ufanista provinda da Rádio Tirana da Albânia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fanatismo, a cega devoção à causa, e o entorpecimento de valores éticos e morais transformaram alguns integrantes das FOGUERA em lendas vivas aos olhos de humildes moradores locais, que, crédulos, chegavam a considerá-los verdadeiros totens e senhores da imortalidade, como Osvaldo Orlando da Costa, o “Osvaldão”, e Dinalva Conceição Teixeira, a " Dina".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A “saga” dos combatentes das FOGUERA e os seus decantados “heróis” não foram suficientes para levar a aventura a nenhum resultado prático, sobretudo pela falta de efetivo apoio político externo, já que a China, fonte inspiradora inicial, já buscava estabelecer relações diplomáticas com a “ditadura fascista brasileira”. Curiosamente, hoje a esquerda brasileira, malgrado críticas do próprio PC do B, dá ares de vitória ao movimento, ao qual rotula de “guerrilheiro” e, por conseguinte, merecedor do amparo das leis da guerra, especialmente da Convenção de Genebra. Desmemoriada por interesse, não considera que a violência revolucionária era um princípio ilegal, de uma entidade clandestina, que não contemplava a Democracia como um fim e nem mesmo como etapa política, e que transgredia o ordenamento jurídico de uma Nação soberana e legalmente reconhecida no concerto das Nações. Tudo, em suma, denota simplesmente o esforço em sacralizar um bando fora-da-lei, banalizando o crime em nome de uma finada ideologia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-5958472808834669218?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/5958472808834669218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/03/guerrilha-do-araguaia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/5958472808834669218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/5958472808834669218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/03/guerrilha-do-araguaia.html' title='GUERRILHA DO ARAGUAIA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S5vPufKOnHI/AAAAAAAAAOQ/SXVH-9FE7CM/s72-c/araguaia2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-1182230831886334185</id><published>2010-02-16T18:15:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T18:15:26.397-08:00</updated><title type='text'>A CRISE DE 29 E A REVOLUÇÃO DE 30</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tOh4MgqcI/AAAAAAAAAN4/VwPjHJv01lA/s1600-h/Revolucao_de_1930p.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tOh4MgqcI/AAAAAAAAAN4/VwPjHJv01lA/s320/Revolucao_de_1930p.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1906: A produção brasileira de café já superava os 20 milhões de sacas. Com os preços em queda, os presidentes das províncias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais celebram o Convênio de Taubaté, (política de valorização do preço do café), fixando o preço mínimo para a saca de café e uma negociação de empréstimo externo no valor de 15 milhões de libras esterlinas para custear a compra de café pelos governos estaduais; criação de caixa de conversão; fundo para a estabilização do câmbio; imposição de taxa proibitiva para impedir o surgimento de novas plantações. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celso Furtado em sua obra Formação Econômica do Brasil, resumiu as medidas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo interviria no mercado, adquirindo os excedentes dos cafeicultores; visando estabelecer um equilíbrio entre a oferta e a procura;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O financiamento das aquisições se efetuaria mediante o recurso de capitais obtidos por empréstimos no estrangeiro;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A amortização e os juros do empréstimo, seriam efetuados mediante um novo imposto cobrado em ouro sobre cada saca de café exportado;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Visando solucionar a médio e longo prazo o problema do excesso de produção, os governadores dos estados produtores adotariam medidas visando desencorajar a expansão das lavouras pelos cafeicultores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando os governadores conseguem desencorajar a produção, os preços do produto são mantidos artificialmente altos isso, porém, garante os bons lucros dos cafeicultores que, ao invés de diminuírem a produção de café, continuam produzindo-o em larga escala, obrigando o governo a contrair cada vez mais empréstimos para continuar adquirindo esses excedentes, num círculo pernicioso. O Estado adquiriu e estocou o produto para revenda em momentos mais favoráveis até 1924, ano em que foi criado o Instituto do Café de São Paulo que construiu os armazéns de valorização de café. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celso Furtado aponta como a maior falha dessa política de valorização artificial do café não se ter incentivado a diversificação da pauta de exportações brasileiras, por meio de subsídios, para assim aliviar a pressão da oferta interna sobre a tendência da queda de preços verificada na época. Contudo, ele próprio concorda que tal ação governamental seria bastante dificultada por não corresponder aos interesses políticos predominantes na época, vinculados à exportação do café. Essa política adotada a partir do Convênio de Taubaté só ajudou a adiar o iminente fim do ciclo cafeeiro no Brasil, que aconteceu com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1909: Primeiros efeitos da política de valorização. Os preços internacionais começaram a subir, enquanto a caixa de conversão conservava o câmbio artificialmente baixo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1914: Durante a 1ª Guerra Mundial, o Brasil enfrenta dificuldade para vender seu produto no exterior. O governo federal e o estado de São Paulo começaram a subsidiar o produto, comprando e estocando. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1917: São Paulo acumula estoque de 3 milhões de sacas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1918: a superprodução já era uma realidade, porém com a geada de 1918, há um interregno de bonança e o café com grandes excedentes no Porto de Santos, duplicou de preço e é todo vendido permitindo a Altino Arantes, (primo-2º de minha bisavó Ana Margarida de Arantes) um governo (1916-1920) cheio de realizações em São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1920: A famosa crise do café que faz parte da história de tantas famílias paulistas que sofreram suas duras conseqüências começa na realidade em 1920, devido ao contínuo, descontrolado e excessivo aumento da produção do café cuja safra chegava a espantosos 21 milhões de sacas para um consumo mundial de 22 milhões, sem nenhum controle técnico/econômico de bom senso sobre o plantio e a produção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1927: O Brasil exportou 15.115.000 de sacas de café. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tO3cntDLI/AAAAAAAAAOA/JSZ6YyGqGZo/s1600-h/Voto+Feminino.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tO3cntDLI/AAAAAAAAAOA/JSZ6YyGqGZo/s320/Voto+Feminino.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1928: Houve mais outra enorme safra de café, porem a exportação caiu para 13.881.000 sacas (menos 11%) já que os EUA, França, Itália, Holanda e Alemanha, que compravam 84% da produção brasileira, estavam irritados com o Brasil e comprando de outros países, pois a nossa fama de exportador de café era péssima uma vez que aqui se misturavam pedras, terra e gravetos para aumentar o peso das sacas, alem de incluir café de qualidade inferior adulterando o produto final. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1929: Já havia uma série de falências e concordatas muito antes da quebra de Wall Street em Outubro de 1929, por exemplo, em Setembro de 1929 o Correio da Manhã anunciava 72 falências e concordatas! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para piorar o contexto, em Outubro de 1929 os fazendeiros ainda estavam exportando a safra de 1927!! e a safra de 1928 estava toda ela retida nos armazéns de valorização de café que eram gerenciados pelo Instituto do Café que fora criado em São Paulo em 1924 para apoiar os fazendeiros paulistas com auxílio financeiro do governo federal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Outubro de 1929 o Herald Tribune informava que 2/3 do café consumido no mundo inteiro era produzido em São Paulo e que o café representava 3/4 das exportações brasileiras e, por conta da crise mundial, o país estava em precária situação financeira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Previa-se um déficit de 120.000 contos de réis no orçamento de 1930. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A total falta de planejamento e controle sobre a produção do café era suicida, pois o consumo mundial era de 22 milhões de sacas e o Brasil, sozinho, produzia essa quantidade sem nenhuma previsão firme de mercado comprador determinado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1929: a safra projetada para 13,7 milhões de sacas chega a mais de 21 milhões e a exportação diminuía cada vez mais! E o valor da saca de café que era 200.000 réis em Agosto de 1929 caiu para 20.000 réis em Janeiro de 1930!!!!! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise nos EUA começou a 19/10/29 com a dificuldade de se levantar meros US$ 100.000 em fundos do governo americano. A crise arrastou milhões de pessoas na chamada matança dos inocentes (a famosa quinta feira negra de 24/10/29), onde pessoas ingênuas perderam tudo o que possuíam já que, em poucas horas, 12.894.650 ações trocaram de dono provocando uma das quedas de Bolsa de Valores mais drásticas da história e provocando a miséria de milhares de famílias nos EUA e uma onda de suicídios de investidores. Na Grande Depressão que se seguiu, o PIB dos EUA foi negativo em cinco de um total de oito trimestres, sendo que no pior deles o tombo foi de 7,8%. A inflação chegou a quase 15%, a taxa preferencial de juros bateu em 21,5% e o desemprego quase encostou em 11%. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Outubro de 1929 o Brasil pretendia emprestar US$ 50 milhões para permitir que o Instituto do Café ajudasse os fazendeiros paulistas, só que o governo americano recusou o empréstimo, pois não havia mais dinheiro disponível nos EUA para empréstimo externo. A crise de Wall Street numa série de falências de bancos (4.000) e firmas, gerando o desemprego (PIB americano cai 60%) alastrou-se para o mundo inteiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um empréstimo de emergência de US$ 10 milhões da Schroeder and Company foi feito para alavancar o banco do Estado de São Paulo tendo como único motivo a necessidade de financiar o Instituto do Café de São Paulo e tentar evitar a quebradeira geral dos fazendeiros paulistas, acostumados a um altíssimo padrão de vida e renitentes em entender que estavam no limiar de uma drástica mudança de perfil econômico e social mundial, a partir da 1ª Guerra Mundial que devastou as bases da sociedade européia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A queda das exportações do café diminuiu as importações de outros produtos e os negócios encolhem e provocam o fechamento de empresas. O comércio e a industria diminuem o movimento com a recessão e, como não havia dinheiro na praça, as fábricas quebram gerando um enorme desemprego em cascata que se alastra por todos os segmentos sociais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O achatamento dos negócios, uma vez que o café está sem comprador, provoca a ruína, a desonra e a desgraça das famílias da aristocracia cafeeira, outrora abastada e acostumada a gastos e luxos que não podem mais manter, e muitos fazendeiros se suicidam ao se verem na miséria, alguns em desespero chegam a recorrer ao jogo para tentar salvar o patrimônio do naufrágio final que os arrastam sem clemência para o desastre total, como já acontecera em 1889 com a 1ª crise do café fluminense. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil aparecem notícias de falências, concordatas e tragédias familiares:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;no Rio a tradicionalíssima firma Oswaldo Tardim &amp;amp; Cia quebra com um passivo de 3.359.534$900, que era uma enorme quantia para a época!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;em São Paulo a população está estarrecida com a tragédia do palacete da rua Piauí no bairro de Higienópolis onde o empresário Abelardo Laudel de Moura de 28 anos, afogado em dívidas se arma com uma navalha e tenta matar a mulher, que consegue escapar, ele degola o filho de 2 anos e a filha e, em seguida, se suicida!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;no interior o café é queimado, pois não há esperança de venda, nem há como arcar com o alto custo da estocagem do café de várias safras que não conseguem mercado consumidor e os grandes fazendeiros naufragam em dívidas e têm que, no desespero, vender as jóias de família para sobreviver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta crise econômica repercute na disputa presidencial já em pleno conflito com a disposição de Washington Luis de romper o Pacto de Ouro Fino celebrado em 1912 que fixara a alternância de São Paulo e Minas Gerais no poder governamental, com a famosa política café com leite ao insistir no nome de seu afilhado político Júlio Prestes de São Paulo em detrimento do mineiro Antonio Carlos que deveria ser o próximo presidente eleito conforme o Pacto entre a oligarquia de Minas e São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A súbita fraqueza econômica de São Paulo (a crise não atinge a economi a do Rio Grande do Sul com a mesma intensidade, pois o estado não dependia apenas do comércio exterior uma vez que vendia charque e arroz para o consumo interno brasileiro), é o fato gerador para alicerçar a ambição política de Getúlio Vargas que mantém, dissimuladamente, a aparência de aliado confiável de Washington Luis de quem, aliás, fora Ministro da Fazenda desde o início do governo em novembro de 1926 até o final de 1927 quando Vargas sai do Ministério para assumir o governo do Rio Grande do Sul. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas forças políticas vêm em Vargas a forte opção para se contrapor a Washington Luís e à política café com leite, opção que evolui no meio efervescente das lutas políticas e interesses de vários personagens como Borges de Medeiros,(o Papa Verde), os tenentes de 1922 e 1924 (Siqueira Campos, Juarez Távora, Cordeiro de Farias), o que restara da Coluna Prestes com a facção marxista do Luis Carlos Prestes e Maurício de Lacerda, os comunistas do Paulo de Lacerda, até culminar com a deposição de Washington Luis a 24/10/1930 (praticamente 1 ano após o crash de 1929) que acaba com a hegemonia de São Paulo e Minas Gerais e promoverá a instalação de uma nova representação social no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1930: o governo de Getúlio Vargas tira o poder político de São Paulo e Minas Gerais na política brasileira e muda radicalmente o modelo de sociedade constituída pelas grandes famílias agrárias de São Paulo/Minas Gerais como fonte de poder político e econômico. Getúlio é figurinha carimbada na história do Brasil; sua lembrança tanto serve para os que o odiavam como para os que até hoje o veneram. Para os primeiros, foi o “populista” que produziu um “mar de lama”; para os outros, foi o estadista que implantou um novo modelo de desenvolvimento que, apesar de seus defeitos, perdurou por mais de 50 anos, que bem ou mal incluiu à sociedade do século 20 as massas de trabalhadores pobres e sem direitos. Numa enquête popular realizada em 2007 Getúlio foi considerado o maior brasileiro de todos os tempos!!! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;senha Histórica e a 1ª Crise do café de 1889: para entender esta dança do poder e das crises financeiras no Brasil, sempre causadas pela rotina de ascensão e queda das monoculturas brasileiras, vamos voltar no tempo: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ao sec. XVI/XVII açúcar: com o poder nas mãos dos riquíssimos senhores de engenhos de Pernambuco/Bahia que abasteciam o mundo com o açúcar a peso de ouro produzido nos engenhos de açúcar, que são o 1º grande motor agrário da economia do Brasil fazendo os primeiros milionários do Novo Mundo, como informam os registros de Pernambuco que, em 1580, apontam fortunas de 80.000 cruzados e em 1590 algumas fortunas superiores a 200.000 cruzados; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ao sec. XVIII ouro: com o poder nas mãos dos riquíssimos mineradores de ouro e diamantes de Minas Gerais que reconstruíram Lisboa e enriqueceram a Inglaterra e davam a Ouro Preto, em Minas Gerais, (120.000 habitantes), um luxo, riqueza e uma vida cultural de cidade européia no sertão do Brasil colonial, no apogeu da extração do ouro e brilhantes; que reconstrói Lisboa após o terremoto de 1755, (quando morreram 40.000 pessoas), graças ao ouro brasileiro (foram 1.094 toneladas de ouro e 3 milhões de quilates de brilhantes ou 2.500 toneladas de ouro e 1,5 milhões de quilates de brilhantes) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ao sec. XIX café fluminense: com o poder nas mãos dos riquíssimos cafeicultores, pois há uma correspondência, inequívoca, entre a força da província fluminense com o seu poderio econômico alicerçado no café e a força do Império Brasileiro dos Bragança, pois enquanto a província foi poderosa o Império brilhou e quando a província enfraquece o Império acaba. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a 1ª Crise do café no Brasil nas terras fluminenses, provocada pela exaustão das terras e pela abolição da escravidão, que provoca a ruptura do Império e leva à República em 1889. Nesse caso não houve problema de superprodução, como a crise paulista de 1929, mas uma conseqüência do modelo de produção uma vez que houve uma total miopia do problema técnico por esses fazendeiros, pois eles não recompunham a força da terra exaurida pela cultura predatória sem adubação e, para aumentar a produção, plantavam sem nenhum cuidado de respeitar as curvas de nível e desmatavam ferozmente a mata virgem para ampliar as áreas de plantio alterando o microclima da região o que destruía os morros de terra nua após as chuvas, além disso os fazendeiros se prenderam, irresponsavelmente, ao valor do escravo como reserva de ativo financeiro seguro e, num instante, ficam sem os 2 ativos, pois os escravos são libertados sem indenização do estado e as terras cansadas e exauridas não tem mais nenhum valor comercial e, conseqüentemente, as famílias dos barões do café fluminense conhecem o desespero e a miséria que destrói o passado majestoso da região. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje a região fluminense de Vassouras e Valença é uma sombra do que foi, não mais se avistam os extensos cafezais, que chegaram a ter 500 milhões de pés plantados, os palacetes das cidades estão em ruínas e as poucas soberbas sedes de fazenda que resistiram à decadência e aos cupins estão, todas, nas mãos de novos proprietários que, em alguns casos, fizeram intervenções, restaurando parte do esplendor do passado, porém em outros casos, nada foi feito e as sedes estão em plena decadência, arfando nos estertores finais de uma centenária trajetória que conheceu um formidável tempo de prestígio e glória para a sociedade agrária brasileira; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ao sec. XX café paulista: o poder do café chega a São Paulo na República do café com leite que proporciona a luxuosa belle époque paulista ainda ligada ao poder político/econômico agrário que sucumbe com o crash de 1929, na 2ª Crise do café, até chegar aos novos donos do poder, comerciantes/industriais, a partir de 1930, na dinâmica social que agita os países no limiar da 2ª Guerra Mundial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conclusão: a partir de Vargas, (que é uma conseqüência direta da Crise de 1929), o contexto social brasileiro sofre a influencia da multiplicidade das origens raciais, sem raízes no país, que formam um novo tecido social amplo e complexo com a participação dos imigrantes estrangeiros: italianos 1,6 milhão (só entre 1886/1900, entraram 921.000), espanhóis 694.000, alemães 250.000, japoneses 229.000 e árabes que mesclam à sociedade brasileira novos temperos que, até 1929, consegue manter uma certa similitude com o padrão de representação social-agrário como o fluminense dos tempos do Império destruído em 1889. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o crash do café em 1929 e o tremendo empobrecimento dos fazendeiros que se segue, muda definitivamente o padrão socioeconômico e o poder passa, rapidamente, das grandes famílias agrárias brasileiras para os industriais/empresários urbanos, majoritariamente estrangeiros, de origens e culturas diferentes onde o que qualifica, e diferencia, a importância das famílias, é a quantidade de dinheiro que elas têm e que estabelece a hierarquia social, sendo a única linguagem comum compreendida por todos esses novos atores da transformação social. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim sendo, o secular poder da aristocracia agrária brasileira passa radicalmente para os industriais e comerciantes, que se instalam como os novos mandatários do poder e donos do dinheiro e são eles que passam a moldar a dinâmica social com o êxodo do campo e a urbanização da nova sociedade através de uma linguagem sem fronteiras, que todos entendem, que é o dinheiro e o que ele pode comprar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa nova sociedade que se forma no rastro da crise de 1929, tanto no país, como no mundo, segue em uma transformação acelerada até eclodir a 2ª Guerra Mundial. Porém há que se observar que, em todas estas transformações sociais se mantém o conceito da permanência histórica das elites no comando das mudanças sociais sempre manobrando em proveito próprio, que faz: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;tudo mudar para continuar igual!!! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Histórias de minha família, fonte primária: fazenda Baguary, Araraquara, SP. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#1930, Os Órfãos da Revolução, Domingos Meirelles, Editora Record, 2006, que é a base principal de informação dos dados técnicos que quantificam o trabalho. Produção de café: pgs: 332, 333, 431, 638, a exportação em 1927 de 15.115.000 de sacas é 2/3 do consumo do café no mundo, ou seja, o total consumido é de 15.115.000 dividido por 2 e depois vezes 3 o que dá: 22.672.500 sacas para o consumo mundial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Grupos qualitativos e disputa sem qualidade, artigo de Carlos Alberto de Melo, Cientista Político, doutor pela PUC-SP, Professor de Sociologia e Política do Ibmec São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Alcântara Machado (AM), José de, - Vida e Morte de Bandeirante, São Paulo, Martins, 1972. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tPPnrVhiI/AAAAAAAAAOI/srOTgnfQd-0/s1600-h/timelife-lacerda.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tPPnrVhiI/AAAAAAAAAOI/srOTgnfQd-0/s320/timelife-lacerda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#A Cidade e o Planalto, Gilberto Leite de Barros, Martins, 1967, I Tomo, em especial as pgs: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,17, 19, 21, 22, 23, 27, 28, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 41, 44, 45, 49, 53, 54, 57, 60, 82, 83, 85, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 123, 124, 164, 168, 169, 173, 174, 180, 186, 188, 191, 193, 196. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#O Leopardo, de Tomaso de Lampedusa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Omegna (NO), Nelson, A Cidade Colonial, Brasília, Ebrara, 1971. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Bueno (EB), Eduardo, Naufrágios, Traficantes e Degredados, Rio de Janeiro, Objetiva, 1998. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Brasil: uma História, Eduardo Bueno, Atica, 2003. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Barões e Escravos do Café, Sonia Sant´Anna, 2001. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#A Coroa, a Cruz e a Espada Eduardo Bueno, RJ, Objetiva, 2006. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Café e Ferrovias Odilon Nogueira de Matos, 4ª Edição, 1990, pgs: 29 a 34. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#O feudo, Luiz Alberto Moniz Bandeira, RJ, Civilização Brasileira, 2ª edição, 2007Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Tragédia em Wall Street, Aventuras na História, Julho 2008, Editora Abril. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Wikipédia: Convênio de Taubaté, #www.castanhal.com.br: História do café: Desde o Convênio de Taubaté, 1906 a 2006. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#Jack Welch com Suzy Welch, Portal Exame, 05/12/2008. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;#VASSOURAS a Brazilian Coffee County, 1850-1900 Stanley Stein, Harvard University, 1957: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;retrata de maneira clara e objetiva o começo, formação e início da decadência de Vassouras, quando terminam as matas virgens para derrubar e plantar e a rotina míope dos vassourenses que não adubam ou cuidam de proteger a terra onde plantam; e eu nunca tinha lido sobre a confusão e decadência que causou a implantação da estrada de ferro (D. Pedro II) para as vendas e comércio da estrada de terra (Estrada da Polícia). Também me impressionou a mudança das tropas de mulas (cada uma com 9 arroubas) que custavam 33%!!!!!!!!! do que valia o café para transportá-lo até o Rio e quando chega o trem que facilita tudo e fica rei o carro de boi que carregava 100 arroubas até as estações e derruba o custo do transporte e a perda de café e mulas nos constantes acidentes anteriores e Vassouras fica riquíssima e muito sofisticada no seu modo de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 226 os escravos entre 1857-58 valem 73% do valor da fazenda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 246 em 1882 o escravo é o que vale nas fazendas, pois tem liquidez e as terras estão exauridas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 247 as propriedades em 1888 desvalorizam 10 vezes em relação a 1860 e o escravo tem valor zero na composição do valor das fazendas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 251 estima m 500.000 escravos libertos em maio/1888. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;pg 260 estima em 500 mil contos de réis a necessidade de dinheiro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 286, 287, 288: o pasto invade os cafezais e o êxodo das famílias dos antigos fazendeiros segue firme. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 293 &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;em 1825 &amp;gt; 1US$ dolar = 1 conto de reis e passa a equivaler em: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1850 &amp;gt; 0,58US$ dólar = 0,58 conto de reis &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1900 &amp;gt; 0,19US$ dólar = 0,19 conto de reis &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 294 estima em 17.319.556 hab. a população do Brasil &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pg 295 estima em 1887 &amp;gt; a existência de 637.602 escravos &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-1182230831886334185?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/1182230831886334185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/crise-de-29-e-revolucao-de-30.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1182230831886334185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1182230831886334185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/crise-de-29-e-revolucao-de-30.html' title='A CRISE DE 29 E A REVOLUÇÃO DE 30'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tOh4MgqcI/AAAAAAAAAN4/VwPjHJv01lA/s72-c/Revolucao_de_1930p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3168626014512829467</id><published>2010-02-16T17:58:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T17:58:15.472-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BANDEIRAS'/><title type='text'>BANDEIRA NACIONAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tMtFZV-kI/AAAAAAAAANw/MJ1Dnz9GooI/s1600-h/BAND.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tMtFZV-kI/AAAAAAAAANw/MJ1Dnz9GooI/s320/BAND.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Nesse dia - um sábado de céu azulado -, recusando-se obedecer as ordens das Cortes Portuguesas, D. Pedro, às margens do riacho Ipiranga (Rio Vermelho - do tupi), em São Paulo, proclamou a emancipação política do Brasil. Depois de proferir o brado de "Independêcia ou Morte!" e de ordenar "Laços Fora!", arrancando do chapéu o tope português, exclamou: "Doravante teremos todos outro laço de fita, verde e amarelo. Serão as cores nacionais". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No dia 18, D. Pedro I firmou os três primeiros atos oficiais do Brasil independente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No segundo decreto, decidiu criar um novo tope nacional e ordenou: "O laço ou tope nacional brasileiro será composto das cores emblemáticas: verde de primavera e amarelo de ouro ...." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Escudo do Brasil Império, com os ramos de fumo e café, as &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;estrelas/províncias, a cruz de Cristo e a esfera armilar lusitana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O terceiro decreto, publicado em 21/9/1922, criou a Bandeira Nacional: "... hei por bem e com o parecer do meu Conselho de Estado, determinar o seguinte: será, dora em diante, o escudo de armas deste Reino do Brasil, em campo verde, uma esfera armilar de ouro, atravessada por uma cruz da Ordem de Cristo, sendo circulada a mesma esfera de 19 estrelas de prata em uma orla azul; e firmada a coroa real diamantina sobre o escudo, cujos lados serão abraçados por dois ramos de plantas de café e tabaco como emblemas de sua riqueza comercial, representados na sua própria cor, e ligados na parte inferior pelo laço da nação. A bandeira nacional será composta de um paralelogramo verde, e nele inscrito um quadrilátero romboidal cor de ouro, ficando no centro deste o Escudo das Armas do Brasil". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3168626014512829467?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3168626014512829467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/bandeira-nacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3168626014512829467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3168626014512829467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/bandeira-nacional.html' title='BANDEIRA NACIONAL'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3tMtFZV-kI/AAAAAAAAANw/MJ1Dnz9GooI/s72-c/BAND.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-4435769394646602259</id><published>2010-02-14T17:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-14T17:55:29.018-08:00</updated><title type='text'>CHE GUEVARA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3iVCKYDBKI/AAAAAAAAAMI/oZ_smuvg8CM/s1600-h/che+e+camilo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3iVCKYDBKI/AAAAAAAAAMI/oZ_smuvg8CM/s320/che+e+camilo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-4435769394646602259?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/4435769394646602259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/che-guevara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4435769394646602259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4435769394646602259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/02/che-guevara.html' title='CHE GUEVARA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/S3iVCKYDBKI/AAAAAAAAAMI/oZ_smuvg8CM/s72-c/che+e+camilo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3504179651488498658</id><published>2010-01-27T06:11:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:11:11.419-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTORIA PARA O VESTIBULAR'/><title type='text'>A HISTÓRIA NO VESTIBULAR DA UEPA</title><content type='html'>UMA DAS ANALISES QUE DEVE SER FEITA AO ESTUDAR HISTÓRIA PARA O VESTIBULAR DA UEPA, É SOBRE A QUESTÃO DOS EIXOS TEMÁTICOS QUE ELA PROPOE AO ALUNO. A FORMULA CERTA PARA SE ESTUDAR HISTÓRIA PARA VESTIBULAR NAO CONTEMPLA DATA E NOMES E SIM A COMPREENSÃO DOS PROCESSOS HISTÓRICOS, SEJAM DE MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO OU NO MEIO AMBIENTE...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3504179651488498658?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3504179651488498658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/historia-no-vestibular-da-uepa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3504179651488498658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3504179651488498658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/historia-no-vestibular-da-uepa.html' title='A HISTÓRIA NO VESTIBULAR DA UEPA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-1214599086946014805</id><published>2010-01-27T06:06:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:06:10.982-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AS REVOLUÇÕES DO SÉC. XX'/><title type='text'>A ÉPOCA DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA INTERNACIONAL</title><content type='html'>Com a guerra imperialista de 1914-18, fica claro que havia terminado a época progressista de&lt;br /&gt;desenvolvimento e enriquecimento da sociedade, sob o sistema capitalista. As forças produtivas deixam&lt;br /&gt;de crescer.&lt;br /&gt;A partir de então, entramos na época histórica em que vivemos até hoje: uma época de decadência e&lt;br /&gt;empobrecimento cada vez maiores da sociedade humana, cruzada por guerras terríveis, que destroem&lt;br /&gt;homens e forças produtivas de forma massiva, ao mesmo tempo que é a época de maior desenvolvimento&lt;br /&gt;da técnica.&lt;br /&gt;Chega ao fim a época anterior, de tipo reformista. Daqui por diante, o proletariado e todos os explorados&lt;br /&gt;vêem-se necessitados de fazer revoluções e guerras civis para acabar com o sistema capitalista em&lt;br /&gt;decomposição, quer dizer, imperialista.&lt;br /&gt;Começa a época das revoluções anticapitalistas, operárias ou socialistas. É também a época das contrarevoluções&lt;br /&gt;burguesas. A primeira revolução operária triunfante, que inaugura esta nova época, é a&lt;br /&gt;Revolução Russa de 1917. Com ela começa a revolução socialista mundial. Isto significa que, pela&lt;br /&gt;primeira vez na história, o processo revolucionário não é uma soma de revoluções, e sim um só processo&lt;br /&gt;de enfrentamento da revolução e da contra-revolução, à escala de todo o planeta, sendo as revoluções&lt;br /&gt;nacionais episódios importantes deste enfrentamento mundial.&lt;br /&gt;Estudando o desenvolvimento da Revolução Russa de Outubro, o marxismo revolucionário definiu o que&lt;br /&gt;se convencionou chamar uma revolução "clássica". Isto nos obriga a pararmos para definir, em grandes&lt;br /&gt;traços, suas distintas etapas e os fenômenos que nela ocorreram, para, depois, tomá-los como ponto de&lt;br /&gt;referência, comparando-os com outras revoluções que aconteceram mais tarde e que tiveram&lt;br /&gt;características distintas.&lt;br /&gt;A Revolução Russa&lt;br /&gt;A revolução russa se deu atrav6s de vários fenômenos ou acontecimentos. Entre eles, nos ocorridos na&lt;br /&gt;revolução dc fevereiro se combinam características de fundamental importância.&lt;br /&gt;a) A revolução de Fevereiro:&lt;br /&gt;Resumindo, a revolução de fevereiro se caracteriza pelo seguinte:&lt;br /&gt;Primeiro, é uma mobilização operária e popular urbana, de caráter insurrecional, sem ireção partidária,&lt;br /&gt;embora os operários de vanguarda, em especial os educados pelos bolcheviques, cumpram um papel de&lt;br /&gt;direção.&lt;br /&gt;Segundo, essa mobilização urbana não derrota as forças armadas, mas somente provoca uma profunda&lt;br /&gt;crise em seu seio.&lt;br /&gt;Teceira, por seu objetivo imediato, pela tarefa histórica que cumpre, é uma revolução democráticoburguesa,&lt;br /&gt;já que derruba o czar para instaurar um regime democráticoburguês.&lt;br /&gt;Quarto, essa revolução democrático-burguesa é parte da revolução socialista internacional: mais&lt;br /&gt;concretamente, é parte fundamental da luta do proletariado mundial para transformar a guerra imperialista&lt;br /&gt;em guerra civil.&lt;br /&gt;Quinto, também 6 parte da revolução.socialista na própria Rússia, já que o poder do czar não era só o dos&lt;br /&gt;latifundiários, mas também em grande parte, era o poder da própria burguesia que havia pactuado com o&lt;br /&gt;czar.&lt;br /&gt;Sexto, também era parte da revolução socialista na Rússia porque a classe que havia derrotado o czar era a&lt;br /&gt;classe operária como condutora do povo, principalmente dos soldados.&lt;br /&gt;Sétimo, também era socialista porque os trabalhadores e o povo somente poderiam solucionar os&lt;br /&gt;problemas diários que os angustiavam se enfrentassem de forma imediata os latifundiários e capitalistas,&lt;br /&gt;que, com a queda do czar, tinham se transformado em inimigos imediatos e diretos dos trabalhadores.&lt;br /&gt;Oitavo, tudo isso significava que a revolução de fevereiro colocava na ordem do dia a tarefa estratégica de&lt;br /&gt;fazer uma revolução socialista nacional e internacional, na medida em que os explorados continuariam&lt;br /&gt;sendo explorados se o processo revolucionário se detivesse na revolução de fevereiro e nas fronteiras&lt;br /&gt;nacionais, quer dizer, se continuasse existindo um poder burguês.&lt;br /&gt;Nono, os trabalhadores não eram conscientes de que a revolução que realizaram era socialista nos&lt;br /&gt;aspectos que assinalamos e que exige, portanto, avançar até a tomada do poder pela classe operária.&lt;br /&gt;Depois de fevereiro, os trabalhadores acreditavam que não era necessário fazer outra revolução. Por isso,&lt;br /&gt;como Trotsky, chamamos de revolução inconsciente à de fevereiro.&lt;br /&gt;Décimo, os partidos reformistas que dirigem o movimento operário e de massas, não satisfeitos em&lt;br /&gt;defender o regime burguês e de compor um governo com a burguesia, inculcam no movimento de massas&lt;br /&gt;o respeito ao regime burguês e combatem duramente a luta por levar a cabo a revolução socialista, com o&lt;br /&gt;pretexto de que a revolução de fevereiro será toda uma época (ou seja, que o regime democrático burguês&lt;br /&gt;poderia durar muito tempo), até que se possa colocar a revolução socialista (somente quando a Rússia&lt;br /&gt;fosse um grande país capitalista); e que portanto a sua primeira tarefa era desenvolver o capitalismo.&lt;br /&gt;b) O poder dual:&lt;br /&gt;Como produto do triunfo da revolução de fevereiro, surge um regime absolutamente diferente do&lt;br /&gt;czarismo, com amplíssimas liberdades democráticas, assentado num exército em crise e,&lt;br /&gt;fundamentalmente, nos partidos pequeno-burgueses que dirigem o movimento de massas. Desaparece a&lt;br /&gt;instituição monárquica czarista e passam a jogar um papel central, como instituição de governo, os&lt;br /&gt;partidos operários e populares dirigidos pela pequena burguesia. Devido ao ascenso revolucionário, esse&lt;br /&gt;regime é extremamente débil. A Terceira Internacional o definiu como um regime kerenskista, porque foi&lt;br /&gt;Kerensky quem simbolizou suas diversas etapas.&lt;br /&gt;Essa profunda revolução no regime político não se refletiu no caráter do estado, que continuava sendo um&lt;br /&gt;instrumento da burguesia e dos latifundiários. Não se deu uma mudança nas classes que detinham o poder&lt;br /&gt;estatal.&lt;br /&gt;Mas, de qualquer maneira, se deu uma situação extremamente crítica em relação ao estado, que já se havia&lt;br /&gt;dado em outras oportunidades, mas que na Rússia, depois de fevereiro de 1917, adquiriu um caráter&lt;br /&gt;dramático. Abre-se uma etapa de subsistência do estado burguês, porém completamente em crise. Essa&lt;br /&gt;crise é conseqüência do fato que o movimento operário e de massas, através de suas próprias instituições,&lt;br /&gt;mandava, tinha poder em muitos setores da sociedade, tanto ou mais poder que o estado burguês. Os&lt;br /&gt;órgãos de luta e de poder do movimento de massas foram os sovietes de operários, camponeses e&lt;br /&gt;soldados, os sindicatos, os comitês de fábrica. Os sovietes eram organismos de poder "de fato". Em alguns&lt;br /&gt;lugares, o povo fazia o que o soviete ordenava, não o que ordenava o governo. Em outros lugares, era o&lt;br /&gt;contrário. Por isso o chamamos de poder dual ou duplo poder. Isto era dinâmico, mudava. Porém, tomado&lt;br /&gt;de conjunto, o poder mais forte, quase dominante, eram os sovietes, não o governo burguês.&lt;br /&gt;O poder soviético se assentava na crise do estado burguês, fundamentalmente na profunda crise das forças&lt;br /&gt;armadas, em que os soldados não acatavam as ordens e desertavam aos milhares da frente de combate.&lt;br /&gt;Diante desse estado semidestruído, o poder dominante era o operário, camponês e dos soldados.&lt;br /&gt;Definimos o kerenskismo e o poder dual como um regime porque é uma combinação, embora muito&lt;br /&gt;instável, de distintas instituições: o governo, a cúpula militar e os partidos burgueses e pequeno-burgueses&lt;br /&gt;por um lado, e por outro, os sovietes e outras organizações operárias e populares.&lt;br /&gt;O poder da burguesia vinha também dos próprios sovietes, porém de forma indireta, através de sua&lt;br /&gt;direção. Os socialistas revolucionários e mencheviques tinham a maioria nos sovietes e convenciam os&lt;br /&gt;operários, camponeses e soldados de que tinham que apoiar o governo burguês.&lt;br /&gt;c) O golpe de Kornilov:&lt;br /&gt;No transcurso da revolução russa ocorre, pela primeira vez na história (com a única exceção da repressão&lt;br /&gt;à Comuna de Paris) um golpe contra-revolucionário de tipo burguês, capitalista. Houve quem opinasse&lt;br /&gt;que o golpe de Kornilov era pró-czarista, a serviço dos latifundiários feudais. Trotsky polemizou contra&lt;br /&gt;eles, insistindo em que era um golpe claramente pr&amp;amp;capitalista e contra-revolucionário, não pró-feudal.&lt;br /&gt;Esse golpe, que nao triunfou, prenuncia futuros golpes da contra-revolução burguesa que mais tarde,&lt;br /&gt;desgraçadamente, triunfaram: o de Mussolini, Chiang Kai Chek, Hitler e Franco.&lt;br /&gt;Com Komrnilov surge, pois, um novo tipo de contra-revolução: a contra-revolução fascista,burguesa, não&lt;br /&gt;feudal.&lt;br /&gt;O golpe de Kornilov é derrotado pela mobilização da classe operária e de todos os partidos que se&lt;br /&gt;reivindicam dos trabalhadores, que se unem para enfrentá-lo. Os bolcheviques mudam a sua tática. Até&lt;br /&gt;então, vinham centrando todos os seus ataques contra Kerensky e colocando que devia ser derrotado e que&lt;br /&gt;os sovietes deviam tomar o poder. Porém, quando Kornilov ataca, definem que esse golpe é o grande&lt;br /&gt;perigo contra-revolucionário e chamam à unidade de todos os partidos operários e populares, em primeiro&lt;br /&gt;lugar ao próprio Kerensky, para combater, de armas na mão, a contra-revolução de Kornilov. Passam a&lt;br /&gt;um segundo plano os ataques a Kerensky. Deixam de exigir sua derrubada de forma imediata, como&lt;br /&gt;tinham feito até então. Agora, denunciam Kerensky porque é incapaz de fazer uma luta revolucionária&lt;br /&gt;conseqüente, apelando para medidas anticapitalistas audazes, de transição, para derrotar Kornilov.&lt;br /&gt;d) O governo operário e camponês:&lt;br /&gt;Para essa etapa da revolução, Lênin e Trotsky levantaram uma possibilidade política e uma palavra-deordem:&lt;br /&gt;que os partidos reformistas (socialista-revolucionário e mencheviques) tomassem o poder, como&lt;br /&gt;direção indiscutível dos sovietes. Tratava-se de fazer uma revolução que mudasse o caráter do estado,&lt;br /&gt;construindo um novo sobre a base de instituições soviéticas. Se os partidos reformistas aceitassem a&lt;br /&gt;proposta de Lênin, essa revolução seria pacifica. Ao mesmo tempo, se os reformistas o fizessem, os&lt;br /&gt;bolcheviques se comprometiam a não apelar para a luta violenta para derrotá-los e sim para a luta pacifica&lt;br /&gt;dentro dos sovietes, para tentar conquistar a maioria, e converter-se no partido governante desse novo&lt;br /&gt;estado, o estado operário soviético. Essa política de Lênin e Trotsky foi rechaçada pelos partidos&lt;br /&gt;reformistas, que se negaram a levar os sovietes ao poder.&lt;br /&gt;Essa reivindicação ficou como uma hipótese teórica de amplas perspectivas para o futuro das lutas&lt;br /&gt;revolucionárias, embora acreditemos que levou a algumas confusões sobre o desenvolvimento e o caráter&lt;br /&gt;dessa política e o tipo de estado que surgiria se tivesse êxito.&lt;br /&gt;e) A revolução de Outubro&lt;br /&gt;Foi uma insurreição dirigida e organizada pelo partido operário marxista revolucionário, os bolcheviques.&lt;br /&gt;Ganharam a maioria dos sovietes e os dirigiram a fazer uma revolução contra Kerensky, quer dizer, contra&lt;br /&gt;o regime de fevereiro e seu governo, e fizeram com que os sovietes tomassem o poder. Foi definida por&lt;br /&gt;Trotsky como a revolução consciente. Desta forma, mudaram o caráter do estado. Ao contrário da&lt;br /&gt;revolução de fevereiro, com esta revolução não foi apenas o regime político que mudou, mas também o&lt;br /&gt;caráter do estado: deixa de ser um estado a serviço da burguesia e nasce um estado da classe operária&lt;br /&gt;apoiada nos camponeses e nos soldados. Não é uma revolução somente política, como a de fevereiro, mas&lt;br /&gt;uma revolução social.&lt;br /&gt;Como toda revolução social, a de outubro também é uma revolução política, porque inaugura um novo&lt;br /&gt;tipo de regime, quer dizer, mudam totalmente as instituições que governam. Até outubro, governavam os&lt;br /&gt;partidos burgueses e pequeno-burgueses reformistas, apoiando-se no exército burguês em crise. A partir&lt;br /&gt;de outubro, desaparecem o exército e a polida da burguesia e deixam de governar os partidos burgueses e&lt;br /&gt;pequeno-burgueses reformistas. Começa a dirigir o estado uma instituição ultra-demócratica e que&lt;br /&gt;organizava o conjunto dos explorados: os sovietes de operários, camponeses e soldados. À frente destes&lt;br /&gt;novos organismos ou instituições do Estado se coloca o partido bolchevique, que era um partido&lt;br /&gt;revolucionário, internacionalista e também profundamente democrático, onde se discutia tudo através de&lt;br /&gt;tendências, frações ou individualmente, e praticamente nada se votava por unanimidade.&lt;br /&gt;f) A revolução econômico-social:&lt;br /&gt;Cerca de um ano depois da revolução de outubro, se realiza a expropriação da burguesia. Foi uma medida&lt;br /&gt;defensiva do~regime soviético, diante da sabotagem econômica dos donos das empresas industriais.&lt;br /&gt;Embora a expropriação não seja produto de nenhuma mudança no caráter do Estado e do regime político,&lt;br /&gt;que continua sendo o poder da classe operária e do povo (Estado)dirigidos pelos sovietes acaudilhados&lt;br /&gt;pelo partido bolchevique (regime), é a grande revolução, porque transforma repentinamente as relações&lt;br /&gt;sociais de produção. A partir da expropriação e estatização das indústrias, desaparece a burguesia como&lt;br /&gt;classe social e se instaura a economia nacionalizada, planificada e operária.&lt;br /&gt;Esta revolução, a mais importante de todas, embora não se dê na esfera política e sim na econômica, se&lt;br /&gt;denomina revolução econômico-social. É a mudança total do caráter da economia.&lt;br /&gt;g) A guerra civil:&lt;br /&gt;É o enfrentamento final, armado, entre o proletariado e a burguesia. Esta, em unidade com o imperialismo&lt;br /&gt;mundial, tenta fazer uma contra-revolução para reinstalar os burgueses e senhores de terra na propriedade&lt;br /&gt;e no poder do Estado, e é derrotada. Durante meses e meses, se enfrentam um conjunto de exércitos&lt;br /&gt;reacionários, contra-revolucionários, ligados aos diferentes imperialismos e a intervenção de fato de 21&lt;br /&gt;países capitalistas, contra o exército vermelho. A guerra civil é a expressão da luta de classes, com&lt;br /&gt;enfrentamentos entre territórios e exércitos inimigos, que refletem classes diferentes. Só depois da guerra&lt;br /&gt;civil pode-se dizer que surgiu um governo unitário para toda a U.R.S.S.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-1214599086946014805?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/1214599086946014805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/epoca-da-revolucao-socialista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1214599086946014805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1214599086946014805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/epoca-da-revolucao-socialista.html' title='A ÉPOCA DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA INTERNACIONAL'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-4228823703564714429</id><published>2010-01-27T06:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:05:13.259-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AS REVOLUÇÕES DO SÉC. XX'/><title type='text'>AS REVOLUÇÕES DEMOCRATICO BURGUESAS</title><content type='html'>Comecemos com as grandes revoluções democrático-burguesas do século XVIII e XIX. É a época em quea burguesia que é oprimida pelos estados feudais (na Europa) ou pelas metrópoles (nas colônias), utiliza amobilização popular revolucionária contra o feudalismo para impor o seu domínio político e adequar oEstado, suas instituições e suas leis ao seu já desenvolvido domínio econômico. Nessa 6poca, podemosdiferenciar dois tipos de revoluções: a revolução democrático-burguesa contra o estado feudal, a nobreza e&lt;br /&gt;a igreja latifundiária, e a revolução democrático-burguesa em prol da independência nacional das colônias&lt;br /&gt;com relação aos impérios metropolitanos.&lt;br /&gt;A Revolução contra o Estado feudal&lt;br /&gt;O modelo clássico deste primeiro tipo de revolução 6 a revolução francesa de 1789. A burguesia se apóia&lt;br /&gt;na mobilização do povo, derruba o rei, expropria a nobreza e o clero latifundiário, instaura um novo&lt;br /&gt;regime político assentado em instituições democráticas burguesas (a Convenção e a Comuna de Paris) e&lt;br /&gt;modela em seu próprio benefício o estado, eliminando as diferenças de sangue e instaurando como&lt;br /&gt;princípio básico de organização social a propriedade privada e capitalista.&lt;br /&gt;Quem dirige todo esse processo, quando a revolução chega ao ponto culminante, é o partido jacobino. É o&lt;br /&gt;partido da pequena burguesia radicalizada, que não pode fazer um estado à sua imagem e semelhança, isto&lt;br /&gt;é, pequeno burguês, já que quem dominava a economia era a burguesia.&lt;br /&gt;A classe trabalhadora era muito débil para constituir uma alternativa econômica, para impor uma&lt;br /&gt;economia nacionalizada por ela, nem tampouco uma alternativa política.&lt;br /&gt;Setores jacobinos fizeram-se burgueses vendendo provisões ao exército, debilitando assim a direção&lt;br /&gt;pequeno-burguesa. Esta, por sua vez, foi revolucionária enquanto enfrentou a contra-revolução feudal,&lt;br /&gt;mas foi reacionária ao aplicar a repressão sobre a sua esquerda plebéia, esta sim muito mais&lt;br /&gt;revolucionária que os jacobinos. Os jacobinos foram derrotados pela burguesia, que instaurou um regime&lt;br /&gt;contra-revolucionário, capitalista, ditatorial.&lt;br /&gt;A contra-revolução burguesa massacrou o povo revolucionário para implantar um regime estáveL Este&lt;br /&gt;novo regime 6 o bonapartismo. É um regime totalitário, onde um indivíduo, Napoleão Bonaparte, se&lt;br /&gt;coloca acima das classes e setores, arbitrando entre eles, apoiando-se no aparelho estatal e&lt;br /&gt;fundamentalmente no exército. Este regime, que é reacionário em relação à revolução, 6 progressista em&lt;br /&gt;relação à sua época, na medida em que enfrenta a contra-revolução feudal, consolidando e expandindo o&lt;br /&gt;regime burguês no resto da Europa.&lt;br /&gt;A Revolução Antifeudal e de Independência Nacional&lt;br /&gt;Antes da revolução francesa ocorreu, na América do Norte, o segundo tipo de revolução que assinalamos:&lt;br /&gt;a democrático-burguesa e de independência nacional. Nos Estados Unidos, uma grande revolução derrota&lt;br /&gt;o imperialismo colonialista inglês, capitalista, conquista a independência e instaura um regime&lt;br /&gt;democrático-burguês, o primeiro que se constituiu plenamente na história da humanidade, mesmo com a&lt;br /&gt;enorme contradição do escravismo. Em outras palavras, a revolução norte-americana liberta o país do&lt;br /&gt;fardo colonial, instaura um regime de liberdades democráticas burguesas de uma amplitude até então&lt;br /&gt;desconhecida.Mas não liberta os escravos.&lt;br /&gt;Já essa revolução, embora dirigida e controlada pela burguesia norte-americana, apresenta elementos&lt;br /&gt;anticapitalistas: o inimigo que enfrenta não é um império escravista ou feudal, e sim o da potência&lt;br /&gt;capitalista mais poderosa da época - a Inglaterra. Porém não 6 uma revolução anticapitalista, mas uma&lt;br /&gt;revolução burguesa para acabar com a opressão de outra burguesia e poder desenvolver plenamente o&lt;br /&gt;capitalismo.&lt;br /&gt;Similares à francesa são outras revoluções européias que se deram durante todo o século XIX, como a&lt;br /&gt;alemã e a italiana para alcançar a unidade nacional. Similar ao norte-americano é o processo de&lt;br /&gt;independência das colônias centro e sul-americanas, que enfrentam um imperialismo semicapitalista&lt;br /&gt;como o espanhol ou decadente como o português.&lt;br /&gt;O Bismarckismo&lt;br /&gt;Ao longo do século XIX continuaram ocorrendo revoluções democrático-burguesas, como a alemã de&lt;br /&gt;1848. Porém, a burguesia é cada vez menos revolucionária. Ela se atemoriza ante a mobilização popular e&lt;br /&gt;tenta mudar o caráter da sociedade e do estado por vias cada vez mais reformistas, não se apoiando na&lt;br /&gt;mobilização do povo e sim pactuando com as classes feudais essa transformação. Nasce assim, na&lt;br /&gt;Alemanha, um novo regime: ode Bismarck. Esse regime, também como um árbitro individual, faz pactos&lt;br /&gt;entre a burguesia alemã e os príncipes feudais, os "junkers". Faz concessões a um e a outro lado, porém&lt;br /&gt;sempre dentro de uma linha de alcançar uma Alemanha unificada e capitalista. Não busca liquidar física e&lt;br /&gt;politicamente os nobres, como fez a revolução francesa, e sim convertê-los em grandes capitalistas. Para&lt;br /&gt;frear alguns ímpetos exagerados de setores burgueses, o bismarckismo faz concessões e pactos inclusive&lt;br /&gt;com a classe operária e seus partidos, utilizando-os como contrapeso a esses ímpetos. Essa 6 uma&lt;br /&gt;diferença fundamental em relação ao bonapartismo. Enquanto este 6 muito totalitário e não faz&lt;br /&gt;concessões de nenhum tipo aos trabalhadores, o bismarckismo se baseia precisamente nas concessões à&lt;br /&gt;direita e à esquerda para fazer urna transformação reformista da sociedade e do estado.&lt;br /&gt;Cabe esclarecer, por último, que essa transição bismarckista ou reformista, de uma sociedade e um estado&lt;br /&gt;feudais para uma sociedade e um estado capitalista, pode se dar porque tanto os nobres como a burguesia&lt;br /&gt;são classes exploradoras. Um nobre pode se transformar cm burguês, perdendo alguns privilégios de&lt;br /&gt;sangue, porém pode chegar a ser muito mais rico como burguês do que como nobre. Bismarck se&lt;br /&gt;encarregou de convencê-los pacificamente disso, O reformismo não é viável, ao contrário, na passagem da&lt;br /&gt;sociedade capitalista à socialista, porque esta significa a perda de todos os privilégios e de toda a fortuna&lt;br /&gt;para a burguesia, a qual de nenhuma maneira pode aceitá-lo pacificamente.&lt;br /&gt;A Época das Reformas e Reacções&lt;br /&gt;A partir de 1880, abre-se uma época de auge impressionante da economia capitalista. É a época do&lt;br /&gt;surgimento dos monopólios, do imperialismo e do capital financeiro. Esse grande desenvolvimento&lt;br /&gt;enriquece a burguesia e também o conjunto da sociedade. Embora a burguesia não dó nada de presente ao&lt;br /&gt;proletariado, este, através de duras lutas, arranca-lhe conquistas e melhorias consideráveis: a jornada de&lt;br /&gt;oito horas, melhores salários, legalidade para os seus partidos e sindicatos, etc. O proletariado não se vê&lt;br /&gt;diante do dilema de fazer a revolução socialista para não morrer de fome. A burguesia consegue evitar a&lt;br /&gt;explosão de lutas revolucionárias, apaziguando os trabalhadores com essas melhorias e reformas.&lt;br /&gt;A época das revoluções democrático-burguesas contra o feudalismo ficou para trás. Porém, ainda não se&lt;br /&gt;abriu a das revoluções operárias contra o capitalismo. Há uma revolução precursora, anterior até a essa&lt;br /&gt;época reformista, em 1871, quando se dá a primeira revolução operária: a Comuna de Paris, que começa&lt;br /&gt;lutando contra a invasão alemã e termina lutando contra a burguesia, até ser esmagada com métodos&lt;br /&gt;contra-revolucionários pela burguesia francesa.&lt;br /&gt;É uma época em que já o ponto de referência é a luta do proletariado contra a burguesia. Mas essa luta&lt;br /&gt;tem um caráter reformista. O proletariado luta por conquistas parciais e consegue reformas. A burguesia&lt;br /&gt;outorga essas reformas, mas também, em muitas oportunidades, as ataca com métodos reacionários,&lt;br /&gt;repressivos. Essas reações não são contra-revoluções: em geral, não se utiliza contra o movimento&lt;br /&gt;operário métodos de guerra civil, nem se instauram regimes contra-revolucionários assentados nesses&lt;br /&gt;métodos.&lt;br /&gt;Há, nessa época, revoluções e contra-revoluções. Em 1905, na Rússia, explode uma revolução contra o&lt;br /&gt;czar, que não triunfa. Em 1910 se dá a grande revolução mexicana, de tipo camponês, que impõe a&lt;br /&gt;reforma agrária. Em princípios do século XX cai a dinastia chinesa.&lt;br /&gt;Porém, estas revoluções são exceções dentro dessa época, em que predomina a reforma e a reação. São&lt;br /&gt;revoluções que prenunciam a época que virá, a das revoluções proletárias, mas não mudam o caráter&lt;br /&gt;reformista e reacionário dessa época.&lt;br /&gt;Precisamente por esse caráter, durante toda essa época, os regimes burgueses não perdem seu caráter&lt;br /&gt;democrático, que pode ser amplo ou restrito (como o bonapartismo francês). A única exceção entre as&lt;br /&gt;grandes potências é a Rússia, onde existe um regime totalitário, o do czar que se sustenta na nobreza&lt;br /&gt;latifundiária. Embora já combine importantes elementos de estado e regime capitalistas, o regime do czar&lt;br /&gt;continua sendo a contra-revolução feudal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-4228823703564714429?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/4228823703564714429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-revolucoes-democratico-burguesas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4228823703564714429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4228823703564714429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-revolucoes-democratico-burguesas.html' title='AS REVOLUÇÕES DEMOCRATICO BURGUESAS'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2774342709811349416</id><published>2010-01-27T06:04:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:04:04.471-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AS REVOLUÇÕES DO SÉC. XX'/><title type='text'>A REVOLUÇÃO RUSSA</title><content type='html'>As etapas da revolução socialista&lt;br /&gt;Toda época tem suas etapas. As etapas são períodos prolongados de tempo em que a relação de forças&lt;br /&gt;entre as classes em luta se mantém constante. O fato de que vivemos uma época revolucionária a nível&lt;br /&gt;mundial desde 1917 não significa que nestes últimos 66 anos sempre tenha estado o proletariado numa&lt;br /&gt;ofensiva revolucionária. Como em toda luta, existem períodos em que o inimigo contra-ataca e retoma a&lt;br /&gt;ofensiva. Neste caso, pode dar-se uma etapa de ofensiva ou contra-ataque contra-revolucionário burguês,&lt;br /&gt;dentro da época da revolução operária e socialista.&lt;br /&gt;Desde a revolução russa passamos por três grandes etapas:&lt;br /&gt;1) A etapa da ofensiva revolucionária da classe operária&lt;br /&gt;Inicia-se com a revolução russa e se estende com sucessivas revoluções: a alemã, a húngara, a chinesa, a&lt;br /&gt;turca, etc. A única que consegue triunfar é a russa (1917-23).&lt;br /&gt;2) A etapa da contra -revoluçt2o burguesa&lt;br /&gt;Insinua-se com o primeiro triunfo contra-revolucionário burguês: o fascismo italiano; consolida-se&lt;br /&gt;claramente com a vitória do hitlerismo na Alemanha, que derrota o proletariado mais organizado do&lt;br /&gt;mundo, e culmina com a derrota da revolução espanhola e com a ofensiva militar do nazismo na segunda&lt;br /&gt;guerra mundial,vitoriosa até 1943 (1923-43).&lt;br /&gt;3) A nova etapa revolucionária&lt;br /&gt;Inicia-se com a derrota do exército nazista em Stalingrado e abre um período de revoluções triunfantes&lt;br /&gt;que se estende até o presente.&lt;br /&gt;A primeira delas é a iugoslava, passa por sua máxima expressão na chinesa e teve sua última vitória (no&lt;br /&gt;sentido de que se expropria a burguesia e se constrói um estado operário), até agora, no Vietnã, em 1974.&lt;br /&gt;Chamamos esta etapa de "revolução iminente", porque, diferente da etapa aberta com a revolução russa,&lt;br /&gt;cujo impacto se resumiu a alguns países da Europa e do Oriente, na presente etapa a revolução eclode e&lt;br /&gt;ocasionalmente triunfa em qualquer parte do globo: nos países semicoloniais ou coloniais (China, Vietnã,&lt;br /&gt;Cuba, Irã, Angola e etc.) Nos próprios países imperialistas (ainda que somente nos mais débeis, como&lt;br /&gt;Portugal) e nos estados operários (Hungria, Polônia).&lt;br /&gt;As etapas e situações mundiais e nacionais&lt;br /&gt;Todos os termos ou categorias que os marxistas utilizam,como época, etapa e situação, são relativos ao&lt;br /&gt;que estamos definindo. Já vimos que pode haver, uma etapa contra-revolucionária dentro de uma época&lt;br /&gt;revolucionária a nível mundial. Porém, a revolução é um fenômeno mundial que se desdobra em&lt;br /&gt;revoluções nacionais.&lt;br /&gt;Disto tiramos que pode haver e há contradições entre a etapa que se vive a nível mundial e as etapas que&lt;br /&gt;atravessam diferentes países.&lt;br /&gt;Por exemplo, nesta etapa de revolução iminente que vivemos a nível mundial desde 1943, muitos países&lt;br /&gt;atravessaram ou atravessam etapas contra-revolucionárias a nível nacional (Indonésia, o Cone Sul latinoamericano,&lt;br /&gt;a URSS, etc) Outros países mantiveram-se em etapas de pouca luta de classes, de equilíbrio na&lt;br /&gt;relação de forças entre o proletariado e a burguesia, quer dizer, etapas não-revolucionárias (quase todos os&lt;br /&gt;países imperialistas e muitos semicoloniais). E outros que já mencionamos, finalmente, que são os que&lt;br /&gt;marcam a dinâmica, o signo da etapa revolucionária, atravessaram etapas revolucionárias que levaram ao&lt;br /&gt;triunfo da revolução, que foi abortada ou congelada, ou que foi derrotada.&lt;br /&gt;Da mesma forma, dentro de uma etapa podemos encontrar diferentes tipos de situações. Uma etapa&lt;br /&gt;revolucionária não pode deixar de sê-lo se a burguesia não derrotar duramente, na luta, nas ruas, o&lt;br /&gt;movimento operário. Por6m, a burguesia, se tiver margem, pode manobrar, pode convencer o movimento&lt;br /&gt;operário que deixe de lutar. Assim se abriria uma situação não-revolucionária, por6m a etapa continuaria&lt;br /&gt;sendo revolucionária, porque o movimento operário não foi derrotado. Inclusive, a burguesia pode&lt;br /&gt;reprimir, sem chegar aos m6todos de guerra civil, o movimento operário e impor derrotas que o fazem&lt;br /&gt;retroceder, abrindo uma situação reacionária, porém continuaria estando dentro da etapa revolucionária.&lt;br /&gt;Por exemplo, o governo de Gil Robles, que ocorreu no meio da revolução espanhola, iniciada em 1931,&lt;br /&gt;foi um governo reacionário que reprimiu duramente o proletariado e criou uma situação reacionária.&lt;br /&gt;Porém, ao não ser derrotado o conjunto do movimento operário espanhol, a etapa continuou sendo&lt;br /&gt;revolucionária. A melhor prova disso 6 que poucos anos depois estourou a guerra civil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2774342709811349416?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2774342709811349416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/revolucao-russa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2774342709811349416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2774342709811349416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/revolucao-russa.html' title='A REVOLUÇÃO RUSSA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3700330859048458128</id><published>2010-01-27T06:03:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T06:03:03.434-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AS REVOLUÇÕES DO SÉC. XX'/><title type='text'>AS GRANDES ÉPOCAS REVOLUCIONÁRIAS</title><content type='html'>Desde que existem as revoluções modernas, que nascem da luta do capitalismo contra o feudalismo,&lt;br /&gt;podemos distinguir três grandes épocas:&lt;br /&gt;1. A época de revolução burguesa&lt;br /&gt;Durante aproximadamente duzentos anos, a burguesia lutou contra o feudalismo que já se tinha tornado&lt;br /&gt;um entrave absoluto para o desenvolvimento das forças produtivas. Esta época, que teve um salto&lt;br /&gt;fundamental na revolução de Cromwell, na Inglaterra, culminou com as grandes revoluções norteamericana&lt;br /&gt;e francesa do final do século XVIII.&lt;br /&gt;2. Reforma e reação (1880-1914)&lt;br /&gt;Foi época do auge do capitalismo. Depois da revolução francesa, podemos dizer que, em todo o mundo, já&lt;br /&gt;começa a ser dominante não só a produção capitalista - que já o ora desde há trezentos anos - mas também&lt;br /&gt;o estado capitalista. Entra-se numa época não revolucionária, em que a estrutura social capitalista e seu&lt;br /&gt;estado não freiam, e sim desenvolvem aceleradamente as forças produtivas, enriquecendo toda a&lt;br /&gt;sociedade.&lt;br /&gt;A partir de 1880 se produz o salto mais fantástico, até então, das forças produtivas.&lt;br /&gt;O desenvolvimento da produção é colossal. Nos países capitalistas avançados se produz una imensa&lt;br /&gt;acumulação de capitais.&lt;br /&gt;Essa época de auge prepara a decad6ncia do sistema capitalista. Como produto dessa tremenda&lt;br /&gt;acumulação de capitais surgem os monopólios e o imperialismo. Ramos inteiros da produção industrial se&lt;br /&gt;concentram em muito poucos proprietários e começam a substituir a burguesia clássica, com centenas de&lt;br /&gt;empresas competindo livremente entre si. Torna-se dominante o capital financeiro, que é a fusão do&lt;br /&gt;capital bancário com o industrial. As fronteiras nacionais ficam estreitas para esses imensos monopólios&lt;br /&gt;que devem, para continuar crescendo, exportar esses capitais aos países atrasados. O imperialismo,&lt;br /&gt;capitalismo em decadência, é precisamente isso: o domínio do capital financeiro e monopolista que&lt;br /&gt;invade todo o planeta.&lt;br /&gt;3. A época da revolução operária e socialista&lt;br /&gt;Começa com a primeira guerra mundial, de 1914-18. Esse cataclismo, no qual milhões de homens&lt;br /&gt;morreram e enormes massas de forças produtivas foram destruídas, foi a manifestação clara de que o&lt;br /&gt;capitalismo tinha começado a frear o desenvolvimento das forças produtivas.&lt;br /&gt;O aparecimento dos monopólios já tinha demonstrado, de forma totalmente deformada que a propriedade&lt;br /&gt;privada capitalista não funcionava mais.&lt;br /&gt;As forças produtivas não podiam continuar crescendo com o caos que provocavam centenas ou milhares&lt;br /&gt;de burgueses competindo entre si num mesmo ramo de produção. Para avançar era necessário introduzir&lt;br /&gt;alguma planificação, pelo menos por ramo de produção. A exportação de capitais, por suave; demonstrava&lt;br /&gt;que as fronteiras nacionais também asfixiavam as forças produtivas, que não podiam avançar mais&lt;br /&gt;limitadas à sua nação de origem e necessitavam desenvolver-se tomando todo o planeta.&lt;br /&gt;A guerra de 1914-18 foi uma guerra de rapina entre os monopólios imperialistas para controlar o mercado&lt;br /&gt;mundial. Foi a demonstração mais clara de que a humanidade não podia avançar mais, não podia mais&lt;br /&gt;desenvolver suas forças produtivas se não rompesse a camisa de força da propriedade privada e as&lt;br /&gt;fronteiras nacionais e instaurasse uma economia mundial planificada. Porém a burguesia não podia fazer&lt;br /&gt;isso porque significaria destruir-se a si mesma, terminando como que a caracteriza como classe social: ser&lt;br /&gt;proprietária dos bens de produção e basear-se na exist6ncia de nações com fronteiras e estados bens&lt;br /&gt;definidos.&lt;br /&gt;Esta época é a da revolução operária e socialista, porque a guerra (que se converterá num fenômeno&lt;br /&gt;permanente) e a miséria das massas (provocada pelo freio ao desenvolvimento das forças produtivas)&lt;br /&gt;fazem entrar em ação revolucionária a nova classe progressiva, a classe operária, que faz uma primeira&lt;br /&gt;revolução na Rússia cm 1917 Põe-se cm ação a classe social que pode cumprir com as grandes tarefas&lt;br /&gt;imprescindíveis para que as forças produtivas continuem avançando: terminar com a propriedade privada&lt;br /&gt;e as fronteiras nacionais para poder instaurar uma economia mundial planificada. Isto é assim porque a&lt;br /&gt;classe operária é internacional, é igual de um país a outro, e porque não pode transformar-se em uma nova&lt;br /&gt;classe proprietária que explore outras, por uma razão: junto com os demais setores explorados é a ampla&lt;br /&gt;maioria da sociedade.&lt;br /&gt;Em ambos os aspectos é totalmente diferente das classes anteriores que cumpriram um papel&lt;br /&gt;revolucionário em sua época. A burguesia, por exemplo, era uma classe proprietária e exploradora desde&lt;br /&gt;que nasceu. A revolução operária e socialista é, pela primeira vez na história, a revolução da maioria da&lt;br /&gt;população, dirigida por uma classe internacional, contra a exploração capitalista e contra toda exploração.&lt;br /&gt;Precisamente por uso pode conquistar a economia planificada mundial.&lt;br /&gt;A partir da revolução russa de 1917 e até o presente estamos, pois, na época da revolução socialista,&lt;br /&gt;operária e internacional contra o sistema social e o estado capitalista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3700330859048458128?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3700330859048458128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-grandes-epocas-revolucionarias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3700330859048458128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3700330859048458128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-grandes-epocas-revolucionarias.html' title='AS GRANDES ÉPOCAS REVOLUCIONÁRIAS'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-448259654073894205</id><published>2010-01-27T06:01:00.001-08:00</published><updated>2010-01-27T06:01:17.881-08:00</updated><title type='text'>AS REVOLUÇÕES DO SÉCULO XX</title><content type='html'>As Épocas e Etapas da Luta de Classes&lt;br /&gt;Quando se produzem as revoluções sociais? Por que ocorrem essas mudanças bruscas, abruptas e&lt;br /&gt;violentas, geralmente sangrentas, nas classes sociais e no estado?&lt;br /&gt;Como vimos, a lei fundamental que move a espécie humana é o desenvolvimento das forças produtivas,&lt;br /&gt;isto é, o avanço da capacidade humana de explorar, cada vez mais e melhor, a natureza, através das&lt;br /&gt;ferramentas e da tecnologia, melhorando continuamente as condições de vida da humanidade. Nesse&lt;br /&gt;avanço vão acontecendo revoluções, com a descoberta ou invenção de novas ferramentas e técnicas, que&lt;br /&gt;permitem explorar mais facilmente as matérias primas oferecidas pela natureza e, inclusive, permitem que&lt;br /&gt;certos recursos naturais que não eram usados como matéria-prima para a produção, passem a sê-lo (por&lt;br /&gt;exemplo o urânio, que antes das descobertas da física e da tecnologia nuclear não servia para produzir&lt;br /&gt;nada).&lt;br /&gt;Esse desenvolvimento das forças produtivas, quando chega a um determinado ponto, choca-se com a&lt;br /&gt;estrutura social existente, ou seja, com as classes em que a sociedade está dividida nesse momento e com&lt;br /&gt;as relações entre elas. Choca-se também com a superestrutura dessa sociedade, com o estado que se&lt;br /&gt;encarrega de manter igual à estrutura de classes, mantendo o domínio e a opressão da classe exploradora&lt;br /&gt;sobre a classe exploradora. Um bom exemplo disso é o desenvolvimento da produção capitalista nas&lt;br /&gt;cidades independentes na sociedade feudal. Enquanto a produção permanece limitada, a estrutura social&lt;br /&gt;feudal não impede que as relações de produção capitalistas se desenvolvam. Mas quando se desenvolve a&lt;br /&gt;manufatura, que já é capaz de produzir numa escala relativamente ampla, a estrutura feudal torna-se um&lt;br /&gt;entrave para a produção continuar se desenvolvendo. Uma força produtiva - a manufatura - capaz de&lt;br /&gt;produzir muito mais que a oficina artesanal, precisa de um mercado amplo para vender essa produção.&lt;br /&gt;Mas a estrutura dos feudos - pequenas unidades que consomem pouco e onde o senhor feudal estabelece&lt;br /&gt;uma alfândega e cobra impostos de quem vier vender em seu feudo - choca-se violentamente com essa&lt;br /&gt;força produtiva. Por isso, a unidade nacional, isto 6, construir uma nação sem alfândegas internas, um&lt;br /&gt;grande mercado livre de entraves - será um dos grandes objetivos do capitalismo.&lt;br /&gt;Para conseguir isso, precisa destruir a classe feudal. E para isso precisa destruir o catado feudal e,&lt;br /&gt;fundamentalmente, os exércitos feudais que defendem, com armas, essa classe.&lt;br /&gt;Também precisa destruir a velha classe oprimida, os servos. A produção capitalista precisa de&lt;br /&gt;trabalhadores livres, que produzem em troca de um salário e se desloquem para onde os capitalistas&lt;br /&gt;precisem. Se hoje eles ganham muito dinheiro fabricando chapéus, precisam de operários para fazer&lt;br /&gt;chapéus, mas se amanhã ganharem mais dinheiro produzindo canos, precisam que os operários se&lt;br /&gt;desloquem para a fábrica de carros. Um servo, atado à terra, que não pode sair dela, não serve para essa&lt;br /&gt;produção e, também, não serve como consumidor, ou seja, para ampliar qualitativamente o mercado. Por&lt;br /&gt;isso, outro grande objetivo da burguesia foi abolir a servidão. Mas, para isso, precisam liquidar os&lt;br /&gt;senhores feudais e o estado que os defendia.&lt;br /&gt;Assim, para poder avançar na produção capitalista, que era um enorme salto revolucionário no&lt;br /&gt;desenvolvimento das forças produtivas, em comparação à produção feudal, a nova classe progressiva, a&lt;br /&gt;burguesia, precisava destruir as classes e as relações fundamentais da sociedade, e impor como base da&lt;br /&gt;sociedade as novas classes com suas novas relações: a burguesia e o proletariado. Se não tivessem&lt;br /&gt;conseguido tal coisa, as forças produtivas da humanidade teriam parado, estancado, porque nunca se&lt;br /&gt;chegaria à grande indústria se não houvesse um grande mercado nacional e uma enorme massa de&lt;br /&gt;trabalhadores livres para servir como mão-de-obra.&lt;br /&gt;Quando se produz esse choque entre o desenvolvimento das forças produtivas e a velha estrutura social,&lt;br /&gt;abre-se para a humanidade uma época revolucionária. É uma época de grandes convulsões, na qual as&lt;br /&gt;novas classes progressistas lutam contra a velha classe exploradora que já não serve para nada e que freia&lt;br /&gt;todo o desenvolvimento. (Na história nem sempre ocorrem essas épocas revolucionárias. Houve&lt;br /&gt;sociedades, como o mundo antigo ou escravista, que frearam o desenvolvimento das forças produtivas&lt;br /&gt;mas não foram revolucionadas por classes mais avançadas. Nesses casos, o velho sistema decai, degenera,&lt;br /&gt;e toda a sociedade retrocede.)&lt;br /&gt;Entre grandes épocas revolucionárias há épocas que não são revolucionárias. Enquanto a estrutura de&lt;br /&gt;classes e sua superestrutura estatal permitem o desenvolvimento das forças produtivas - mesmo havendo&lt;br /&gt;contradições - a sociedade vive uma época não revolucionária, de equilíbrio reformista.&lt;br /&gt;Sob o sistema capitalista, por exemplo, deram-se grandes saltos ou revoluções nas forças produtivas.&lt;br /&gt;Passou-se, por exemplo, da energia hidráulica para mover as máquinas, ou do vento para mover as&lt;br /&gt;embarcações, ou dos cavalos para mover os carros, ao vapor, à energia elétrica, aos motores a explosão.&lt;br /&gt;Mas esses avanços nas forças produtivas não se chocavam com a estrutura social e o estado capitalista.&lt;br /&gt;Pelo contrário, o capitalismo os incorporava instantaneamente e os levava asca máximo desenvolvimento&lt;br /&gt;e aplicação. Era uma época de auge da sociedade capitalista, de harmonia entre o desenvolvimento das&lt;br /&gt;forças produtivas e a estrutura social e seu estado.&lt;br /&gt;Quando se entra numa época revolucionária, em geral, a solução da contradição começa pela&lt;br /&gt;superestrutura, pelo estado. A nova classe progressiva luta para destruir o aparato de poder e de governo&lt;br /&gt;da velha classe que já é regressiva. Se não lhe tomar o poder não pode mudar totalmente a estrutura social&lt;br /&gt;anterior. Se a burguesia não destruísse, primeiro, os exércitos feudais e todo o aparato feudal, não podia&lt;br /&gt;impor a unidade (o mercado) nacional, nem libertar os servos para se tornarem operários.&lt;br /&gt;Só depois de destruir ø estado feudal,tomar o poder e construir seu próprio estado, com seu próprio&lt;br /&gt;exército, suas próprias instituições de governo e suas próprias reis, 6 que a burguesia pôde libertar os&lt;br /&gt;servos, abolir as alfândegas internas, eliminar a forma feudal de propriedade da terra e transformá-la em&lt;br /&gt;capitalista, etc. Ou seja, só depois de conquistar a superestrutura, o estado, é que a burguesia pôde levar&lt;br /&gt;até o fim o seu objetivo de transformar toda a sociedade numa sociedade capitalista&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-448259654073894205?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/448259654073894205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-revolucoes-do-seculo-xx.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/448259654073894205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/448259654073894205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2010/01/as-revolucoes-do-seculo-xx.html' title='AS REVOLUÇÕES DO SÉCULO XX'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-1833873730314233089</id><published>2009-12-09T12:39:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T12:39:13.852-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Outubro de 2005, a Conferência Geral da UNESCO adoptou por aclamação a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos. Pela primeira vez na história da bioética, os Estados-membros comprometeram-se, e à comunidade internacional, a respeitar e aplicar os princípios fundamentais da&lt;br /&gt;bioética condensados num texto único.&lt;br /&gt;Ao tratar das questões éticas suscitadas pela medicina, ciências da vida e tecnologias associadas na sua aplicação aos seres humanos, a Declaração, tal como o seu título indica, incorpora os princípios que enuncia nas regras que norteiam o respeito pela dignidade humana, pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. Ao consagrar a bioética entre os direitos humanos internacionais e ao garantir o respeito pela vida dos seres humanos, a Declaração reconhece a interligação que existe entre ética e direitos humanos&lt;br /&gt;no domínio específico da bioética.&lt;br /&gt;Conjuntamente com a Declaração, a Conferência Geral da UNESCO adoptou uma resolução em que apela a todos os Estados-membros para que desenvolvam todos os esforços no sentido da efectiva aplicação dos princípios enunciados na Declaração e me convida a tomar as medidas apropriadas para assegurar o acompanhamento da declaração, incluindo a sua divulgação tão ampla quanto possível.&lt;br /&gt;A presente brochura constitui um primeiro instrumento de divulgação da Declaração e pretende dar um contributo significativo para o conhecimento da Declaração à escala mundial e para a compreensão dos princípios nela enunciados, de modo a que os seres humanos, estejam onde estiverem, possam beneficiar dos avanços científicos e tecnológicos, no quadro do respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais.&lt;br /&gt;Koïchiro Matsuura&lt;br /&gt;Consciente da capacidade única dos seres humanos de reflectir sobre a sua existência e o seu meio ambiente, identificar a injustiça, evitar o perigo, assumir responsabilidades, procurar cooperação e dar mostras de um sentido moral que dá expressão a princípios éticos, Considerando os rápidos progressos da ciência e da tecnologia, que cada vez mais influenciam a nossa concepção da vida e a própria vida, de que resulta uma&lt;br /&gt;forte procura de resposta universal para as suas implicações éticas,&lt;br /&gt;Reconhecendo que as questões éticas suscitadas pelos rápidos progressos da ciência e suas aplicações tecnológicas devem ser examinadas tendo o devido respeito pela dignidade da pessoa humana e o respeito universal e efectivo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, Convicta de que é necessário e oportuno que a comunidade internacional enuncie princípios universais com base nos quais a humanidade possa responder aos dilemas e controvérsias, cada vez mais numerosos, que a ciência e a tecnologia&lt;br /&gt;suscitam para a humanidade e para o meio ambiente, Recordando a Declaração Universal dos Direitos do Homem de 10 de Dezembro de 1948, a Declaração Universal sobre o Genoma Humano e os Direitos Humanos adoptada pela Conferência Geral da UNESCO em 11 de Novembro de 1997 e a Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos Humanos adoptada pela Conferência Geral da UNESCO em 16 de Outubro de 2003, Tendo presentes o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, adoptados em 16 de Dezembro de 1966, a Convenção Internacional das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, de 21 de Dezembro de 1965, a Convenção das Nações Unidas sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, de 12 de Dezembro de 1979, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, de 20 de Novembro de 1989, a Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica, de 5 de Junho de 1992, as Regras Gerais sobre a Igualdade de Oportunidades para as Pessoas com Deficiência, adoptadas pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 1993, a Recomendação da UNESCO Relativa à Condição dos Investigadores Científicos, de 20 de Novembro de 1974, a Declaração da UNESCO sobre a Raça e os Preconceitos Raciais, de 27 de Novembro de 1978, a Declaração da UNESCO sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes para com as Gerações Futuras, de 17 de Novembro de 1997, a Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, de 2 de Novembro de 2001, a Convenção nº169 da OIT relativa aos Povos Indígenas e Tribais nos Países Independentes, de 27 de Junho de 1989, o Tratado Internacional para os Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e a Agricultura, adoptado pela Conferência da FAO em 3 de Novembro de 2001&lt;br /&gt;A Conferência Geral, Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos* e em vigor desde 29 de Junho de 2004, o Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados com o Comércio (ADPIC), anexo ao Acordo de Marraquexe que instituiu a Organização Mundial do Comércio, em vigor desde 1 de Janeiro de 1995, a Declaração de Doha sobre o Acordo sobre os ADPIC e a Saúde Pública, de 14 de Novembro de 2001 e os outros instrumentos internacionais relevantes adoptados pela Organização das Nações Unidas e as agências especializadas do sistema das Nações Unidas, em particular&lt;br /&gt;a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial de Saúde (OMS), Tendo igualmente presentes os instrumentos internacionais e regionais no domínio da bioética, nomeadamente a Convenção para a Protecção dos Direitos Humanos e da Dignidade do Ser Humano no que toca à Aplicação da Biologia e da Medicina, a Convenção sobre os Direitos Humanos e a Biomedicina do Conselho da Europa, adoptada em 1997 e em vigor desde 1999, com os seus Protocolos adicionais, e bem assim as legislações e regulamentações nacionais no domínio da bioética e os códigos de conduta, princípios orientadores e outros textos internacionais e regionais no domínio da bioética, tais como a Declaração de Helsínquia da Associação Médica Mundial sobre os Princípios Éticos Aplicáveis às Investigações Médicas sobre Sujeitos Humanos, adoptada em 1964 e emendada em 1975, 1983, 1989, 1996 e 2000, e os Princípios Orientadores Internacionais de Ética da Investigação Biomédica sobre Sujeitos&lt;br /&gt;Humanos adoptados pelo Conselho das Organizações Internacionais de Ciências Médicas em 1982 e emendados em 1993 e 2002, Reconhecendo que a presente Declaração deve ser entendida de uma forma&lt;br /&gt;compatível com o direito nacional e internacional em conformidade com o direito&lt;br /&gt;relativo aos direitos humanos, Recordando o Acto Constitutivo da UNESCO, adoptado em 16 de Novembro de 1945, Considerando que a UNESCO tem um papel a desempenhar na promoção de princípios universais assentes em valores éticos comuns que orientem o desenvolvimento científico e tecnológico e bem assim as transformações sociais, com vista a identificar os desafios que se levantam no domínio da ciência e da tecnologia tendo em conta a responsabilidade das gerações presentes para com&lt;br /&gt;as gerações futuras, e que é necessário tratar as questões de bioética, que têm necessariamente uma dimensão internacional, no seu conjunto, aplicando os princípios já enunciados na Declaração Universal sobre o Genoma Humano e os Direitos Humanos e a Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos&lt;br /&gt;Humanos, e tendo em consideração não apenas o contexto científico actual mas também as perspectivas futuras, Consciente de que os seres humanos fazem parte integrante da biosfera e têm um papel importante a desempenhar protegendo-se uns aos outros e protegendo as outras formas de vida, em particular os animais,&lt;br /&gt;Reconhecendo que, baseados na liberdade da ciência e da investigação, os progressos da ciência e da tecnologia estiveram, e podem estar, na origem de grandes benefícios para a humanidade, nomeadamente aumentando a esperança de vida e melhorando a qualidade de vida, e sublinhando que estes progressos deverão sempre procurar promover o bem-estar dos indivíduos, das famílias, dos grupos e das comunidades e da humanidade em geral, no reconhecimento da dignidade da pessoa humana e no respeito universal&lt;br /&gt;e efectivo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, Reconhecendo que a saúde não depende apenas dos progressos da investigação científica e tecnológica, mas também de factores psicossociais e culturais, Reconhecendo também que as decisões relativas às questões éticas suscitadas pela medicina, pelas ciências da vida e pelas tecnologias que lhes estão associadas podem ter repercussões sobre os indivíduos, as famílias, os grupos ou comunidades e sobre a humanidade em geral, Tendo presente que a diversidade cultural, fonte de intercâmbios, de inovação e de criatividade, é necessária à humanidade e, neste sentido, constitui património comum da humanidade, mas sublinhando que ela não pode ser invocada em detrimento dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, Tendo igualmente presente que a identidade da pessoa tem dimensões biológicas, psicológicas, sociais, culturais e espirituais, Reconhecendo que comportamentos científicos e tecnológicos contrários à ética têm repercussões particulares nas comunidades autóctones e locais, Convicta de que a sensibilidade moral e a reflexão ética devem fazer parte integrante do processo de desenvolvimento científico e tecnológico e de que a bioética deve ter um papel fundamental nas escolhas que é necessário fazer, face aos problemas suscitados pelo referido desenvolvimento, Considerando que é desejável desenvolver novas formas de responsabilidade social que assegurem que o progresso científico e tecnológico contribui para a justiça, a equidade e o interesse da humanidade, Reconhecendo que um meio importante de avaliar as realidades sociais e alcançar a equidade é prestar atenção à situação das mulheres,&lt;br /&gt;Sublinhando a necessidade de reforçar a cooperação internacional no domínio da bioética, tendo particularmente em conta as necessidades específicas dos países em desenvolvimento, das comunidades autóctones e das populações vulneráveis, Considerando que todos os seres humanos, sem distinção, devem beneficiar das mesmas elevadas normas éticas no domínio da medicina e da investigação em ciências da vida,&lt;br /&gt;Proclama os princípios que se seguem e adopta a presente Declaração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-1833873730314233089?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/1833873730314233089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/em-outubro-de-2005-conferencia-geral-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1833873730314233089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1833873730314233089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/em-outubro-de-2005-conferencia-geral-da.html' title=''/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-1098306206885092552</id><published>2009-12-09T12:33:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T12:33:43.965-08:00</updated><title type='text'>Prevenção da Aids sem hipocrisia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conceitos anticristãos e ateístas dificilmente conseguirão dar boas soluções aos problemas da Saúde Pública brasileira. Observe que tais conceitos costumam dar ênfase às embalagens mas desprezam os conteúdos. Os adeptos destas filosofias concebem projetos muito bem maquiados, por fora, mas, internamente, são falhos e ineficientes. As campanhas de prevenção da Aids, dos últimos anos, estão muito mais para propaganda de promiscuidade sexual do que campanhas de prevenção. De fato, o objetivo principal é louvável, mas os efeitos colaterais, dessas campanhas, são desastrosos e atingem toda a população. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As propagandas de camisinha, por exemplo, são de alto risco porque a Aids é conseqüência do meio promíscuo. Por isso, as campanhas que indiretamente estimulam a promiscuidade (a multiplicidade de parceiros, sob o título de “sexo seguro”), podem aumentar a proliferação da Aids especialmente entre os jovens e os adolescentes. Note que, se para um adulto maduro já é difícil interromper um “aquecimento” para vestir esse preservativo, imagine para um adolescente na flor das descobertas. Além disso, os adolescentes estão sendo estimulados a fazer sexo cada vez mais cedo por estas próprias campanhas que deveriam estar minimizando, e não agravando o problema. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros Assuntos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Causas da Violência &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amor ao próximo &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Preconceitos &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aposentadoria justa &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem-sucedido &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitalismo ? &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Protestantes &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1999, algumas campanhas chegaram ao absurdo de com¬parar e substituir o anel de casamento por camisinha. Uma visão totalmente pagã e que só serve para multiplicar ainda mais todos os problemas de origens sexuais. A pessoa tem que ser muito ingênua para acreditar que um casal, que vive junto como marido e mulher, vai usar camisinha freqüentemente em obediência às propagandas do Ministério da Saúde. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As campanhas atuais podem promover alguns esclarecimentos realmente benéficos, mas servem também para popularizar o sexo entre crianças e adolescentes, estimular a prostituição juvenil, enfraquecer os laços familiares e propagar a vulgaridade e o desrespeito. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se marido e mulher precisam se prevenir contra a Aids, esta prevenção passa principalmente pela fidelidade conjugal, e não pelo uso de camisinha. A expansão da Aids nunca foi uma simples conseqüência da prática sexual, na realidade ela é conseqüência da depravação sexual, e é essa depravação que precisa ser combatida com um padrão de comportamento menos vulgar. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As filosofias que tentam solucionar problemas sociais com técnicas paliativas e “jeitinhos”, sempre resultam num tiro pela culatra. Os índices estatísticos estão freqüentemente nos noticiários para comprovar esta realidade. A gravidez indesejada, a prostituição juvenil, a própria Aids e outras doenças de origens sexuais aumentaram principalmente entre os jovens e adolescentes. Portanto, temos que abandonar as filosofias atéias e pagãs e aplicar os princípios cristãos (estimulando a conduta cristã) para colhermos bons resulta¬dos imediatos e permanentes. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o Ministério da Saúde abandonasse as propagandas de técnicas sexuais “aparentemente seguras”, e usasse de métodos respeitosos e reverentes para ensinar o adolescente a conter-se, aguardando a idade adequada (ocupando-se com atividades esportivas, por exemplo), e procurando encontrar um único companheiro(a) para uma vida a dois, o Brasil reduziria todos os problemas de saúde e reduziria também muitos outros problemas sociais provocados pela promiscuidade (infidelidade) e precocidade sexual. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É lógico que os jovens e adolescentes não iriam seguir à risca esta orientação, mas passariam a olhar com muito mais respeito para esta questão. O simples silêncio do governo, e da mídia, já seria melhor do que a atual publicidade de sexo que estas instituições vêm fazendo entre crianças e adolescentes. O sexo é maravilhoso e útil no tempo adequado, "precocemente" é destrutivo e gera graves conseqüências sociais. Toda publicidade de “camisinha”, seja na rua ou na TV, torna-se danosa à sociedade porque transforma-se abertamente em propaganda de sexo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A persistência do assunto sexo, erotismo e namoro infantil na mídia (mesmo sob a desculpa de prevenção à saúde e educação sexual), pode transformar o Brasil num grande prostíbulo. O comportamento promíscuo certamente vai gerar crianças deformadas e com as mais diversas anomalias humanas, sejam físicas ou comportamentais. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos dar um pouco mais de crédito aos ensinamentos bíblicos para visualizarmos as verdadeiras soluções. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-1098306206885092552?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/1098306206885092552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/prevencao-da-aids-sem-hipocrisia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1098306206885092552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/1098306206885092552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/prevencao-da-aids-sem-hipocrisia.html' title='Prevenção da Aids sem hipocrisia'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2871453690500145734</id><published>2009-12-09T12:30:00.001-08:00</published><updated>2009-12-09T12:30:59.057-08:00</updated><title type='text'>Cabanagem 1835 - 40</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 11" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CCSRN%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name="metricconverter" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:Wingdings;	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0;	mso-font-charset:2;	mso-generic-font-family:auto;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-parent:"";	margin:0cm;	margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}h1	{mso-margin-top-alt:auto;	margin-right:0cm;	mso-margin-bottom-alt:auto;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	mso-outline-level:1;	font-size:24.0pt;	font-family:"Times New Roman";	font-weight:bold;}h2	{mso-style-next:Normal;	margin-top:12.0pt;	margin-right:0cm;	margin-bottom:3.0pt;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	page-break-after:avoid;	mso-outline-level:2;	font-size:14.0pt;	font-family:Arial;	font-weight:bold;	font-style:italic;}h3	{mso-style-next:Normal;	margin-top:12.0pt;	margin-right:0cm;	margin-bottom:3.0pt;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	page-break-after:avoid;	mso-outline-level:3;	font-size:13.0pt;	font-family:Arial;	font-weight:bold;}a:link, span.MsoHyperlink	{color:blue;	text-decoration:underline;	text-underline:single;}a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed	{color:purple;	text-decoration:underline;	text-underline:single;}p	{mso-margin-top-alt:auto;	margin-right:0cm;	mso-margin-bottom-alt:auto;	margin-left:0cm;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:12.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";}span.mw-headline	{mso-style-name:mw-headline;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:2.0cm 2.0cm 2.0cm 2.0cm;	mso-header-margin:35.45pt;	mso-footer-margin:35.45pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;} /* List Definitions */ @list l0	{mso-list-id:168907482;	mso-list-template-ids:1428706552;}@list l0:level1	{mso-level-number-format:bullet;	mso-level-text:;	mso-level-tab-stop:36.0pt;	mso-level-number-position:left;	text-indent:-18.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	font-family:Symbol;}ol	{margin-bottom:0cm;}ul	{margin-bottom:0cm;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;h1 align="center" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A &lt;b&gt;Cabanagem&lt;/b&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1835" title="1835"&gt;1835&lt;/a&gt;-&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1840" title="1840"&gt;1840&lt;/a&gt;) foi a revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder no Pará (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;). Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil" title="Independência do Brasil"&gt;independência do Brasil&lt;/a&gt;.De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista_Gon%C3%A7alves_Campos" title="João Batista Gonçalves Campos"&gt;João Batista Gonçalves Campos&lt;/a&gt;, do jornalista &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vicente_Ferreira_Lavor_Papagaio&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Vicente Ferreira Lavor Papagaio (página não existe)"&gt;Vicente Ferreira Lavor Papagaio&lt;/a&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanagem#cite_note-0"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Origem do nome&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;A denominação "Cabanagem" remete ao tipo de habitação da população ribeirinha, constituída por mestiços, escravos libertos e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Povo_ind%C3%ADgena" title="Povo indígena"&gt;indígenas&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Após a Independência do Brasil, a Província do Grão-Pará mobilizou-se para expulsar as forças reacionárias que pretendiam manter a região como colônia de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal" title="Portugal"&gt;Portugal&lt;/a&gt;. Nessa luta, que se arrastou por vários anos, destacaram-se as figuras do cônego e jornalista &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista_Gon%C3%A7alves_Campos" title="João Batista Gonçalves Campos"&gt;João Batista Gonçalves Campos&lt;/a&gt;, dos irmãos Vinagre e do fazendeiro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_Clemente_Malcher" title="Félix Clemente Malcher"&gt;Félix Clemente Malcher&lt;/a&gt;. Formaram-se diversos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mocambos" title="Mocambos"&gt;mocambos&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravatura" title="Escravatura"&gt;escravos&lt;/a&gt; foragidos e eram freqüentes as rebeliões militares. Terminada a luta pela independência e instalado o governo provincial, os líderes locais foram marginalizados do poder. A elite fazendeira do Grão-Pará, embora com melhores condições, ressentia-se da falta de participação nas decisões do governo central, dominado pelas províncias do Sudeste e do Nordeste.Em julho de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1831" title="1831"&gt;1831&lt;/a&gt; estourou uma rebelião na guarnição militar de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bel%C3%A9m" title="Belém"&gt;Belém do Pará&lt;/a&gt;, tendo Batista Campos sido preso como uma das lideranças implicadas. A indignação do povo cresceu, e em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1833" title="1833"&gt;1833&lt;/a&gt; já se falava em criar uma federação. O presidente da província, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Bernardo_Lobo_de_Sousa&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Bernardo Lobo de Sousa (página não existe)"&gt;Bernardo Lobo de Sousa&lt;/a&gt;, desencadeou uma política repressora, na tentativa de conter os inconformados. O clímax foi atingido em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1834" title="1834"&gt;1834&lt;/a&gt;, quando Batista Campos publicou uma carta do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquidiocese_de_Bel%C3%A9m_do_Par%C3%A1" title="Arquidiocese de Belém do Pará"&gt;bispo do Pará&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romualdo_de_Sousa_Coelho" title="Romualdo de Sousa Coelho"&gt;Romualdo de Sousa Coelho&lt;/a&gt;, criticando alguns políticos da província. Por não ter sido autorizada pelo governo da Província, o cônego foi perseguido, refugiando-se na fazenda de seu amigo Clemente Malcher. Reunindo-se aos irmãos Vinagre (Manuel, Francisco Pedro e Antônio) e ao seringueiro e jornalista &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Angelim" title="Eduardo Angelim"&gt;Eduardo Angelim&lt;/a&gt; reuniram um contingente de rebeldes na fazenda de Malcher. Antes de serem atacados por tropas governistas, abandonaram a fazenda. Contudo, no dia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3_de_novembro" title="3 de novembro"&gt;3 de novembro&lt;/a&gt;, as tropas conseguiram matar Manuel Vinagre e prender Malcher e outros rebeldes. Batista Campos morreu no último dia do ano, ao que tudo indica de uma infecção causada por um corte que sofreu ao fazer a barba.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O movimento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Em 6 de janeiro de 1835, liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e índios) tomaram de assalto o quartel e o palácio do governo de Belém, nomeando Félix Antonio Clemente Malcher presidente do Grão-Pará. A Cabanagem apenas começava. Os cabanos, em menos de um dia, atacaram e conquistaram a cidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bel%C3%A9m" title="Belém"&gt;Belém&lt;/a&gt;, assassinando o presidente Lobo de Souza e o Comandante das Armas, e apoderando-se de uma grande quantidade de material bélico. No dia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_Janeiro" title="7 de Janeiro"&gt;7&lt;/a&gt;, Clemente Malcher foi libertado e escolhido como presidente da província e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Francisco_Vinagre&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Francisco Vinagre (página não existe)"&gt;Francisco Vinagre&lt;/a&gt; para Comandante das Armas. O governo cabano não durou por muito tempo, pois o novo presidente, Félix Malcher - tenente-coronel, latifundiário, dono de engenhos de açúcar - era mais identificado com os interesses do grupo dominante derrotado, é deposto em 19 de fevereiro de 1835, com o apoio das classes dominantes e pretendia manter a província unida ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_do_Brasil" title="Império do Brasil"&gt;Império do Brasil&lt;/a&gt;.Francisco Vinagre, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Angelim" title="Eduardo Angelim"&gt;Eduardo Angelim&lt;/a&gt; e os cabanos pretendiam se separar. O rompimento aconteceu quando Malcher mandou prender Angelim. As tropas dos dois lados entraram em conflito, saindo vitoriosas as de Francisco Vinagre. Clemente Malcher, assassinado, teve o seu cadáver arrastado pelas ruas de Belém.Agora na presidência e no Comando das Armas da Província, Francisco Vinagre não se manteve fiel aos cabanos. Se não fosse a intervenção de seu irmão Antônio, teria entregue o governo ao poder imperial, na pessoa do marechal &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Jorge_Rodrigues" title="Manuel Jorge Rodrigues"&gt;Manuel Jorge Rodrigues&lt;/a&gt; (julho de 1835).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;Devido à sua fraqueza e ao reforço de uma esquadra comandada pelo almirante inglês &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taylor" title="Taylor"&gt;Taylor&lt;/a&gt;, os cabanos foram derrotados e se retiraram para o interior. Reorganizando suas forças, os cabanos atacaram Belém, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_agosto" title="14 de agosto"&gt;14 de agosto&lt;/a&gt;. Após nove dias de batalha, mesmo com a morte de Antônio Vinagre, os cabanos retomaram a capital.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Angelim" title="Eduardo Angelim"&gt;Eduardo Angelim&lt;/a&gt; assumiu a presidência. Durante dez meses, a elite se viu atemorizada pelo controle cabano sobre a província do Grão-Pará. A falta de um projeto com medidas concretas para a consolidação do governo rebelde, provocaram seu enfraquecimento. Diante da vitória das forças de Angelim, o império reagiu e nomeou, em março de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1836" title="1836"&gt;1836&lt;/a&gt;, o brigadeiro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_de_Sousa_Soares_de_Andr%C3%A9a" title="Francisco José de Sousa Soares de Andréa"&gt;Francisco José de Sousa Soares de Andréa&lt;/a&gt; como novo presidente do Grão-Pará, autorizando a guerra total contra os cabanos. Em fevereiro, quatro navios de guerra se aproximavam de Belém, prontos para atacar uma cidade tomada pela desordem, fome e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Var%C3%ADola" title="Varíola"&gt;varíola&lt;/a&gt;. No dia 13 de maio de 1836, o brigadeiro d'Andrea estacionou sua esquadra em frente a Belém e bombardeou impiedosamente a cidade. Os cabanos insurgentes escapavam pelos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igarap%C3%A9s" title="Igarapés"&gt;igarapés&lt;/a&gt; em pequenas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canoas" title="Canoas"&gt;canoas&lt;/a&gt;, enquanto Eduardo Angelim e alguns líderes negociavam a fuga.&lt;br /&gt;O brigadeiro d'Andrea, entretanto, julgando que Angelim, mesmo foragido, seria uma ameaça, determinou que seus homens fossem ao seu encalço. Em outubro de 1836, numa tapera da selva, ao lado de sua mulher, Angelim foi capturado, tornado prisioneiro na fortaleza da Barra, até seguir para o Rio de Janeiro. A cabanagem, porém, não acabou com a prisão de Eduardo Angelim. Os cabanos lutaram até 1840 (internados na selva), até serem literalmente exterminados: nações indígenas foram chacinadas: os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mur%C3%A1&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Murá (página não existe)"&gt;murá&lt;/a&gt; e os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mau%C3%AA&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Mauê (página não existe)"&gt;mauê&lt;/a&gt; praticamente desapareceram.Calcula-se que de &lt;st1:metricconverter productid="30 a" w:st="on"&gt;30 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 40% de uma população estimada de 100 mil habitantes morreu. Em 1833 o Grão-Pará tinha 119.877 habitantes; 32.751 eram índios e 29.977, negros escravos. A maioria mestiça ("cruzamento" de índios, negros e brancos) chegava a 42 mil. A minoria totalizava 15 mil brancos, onde mais da metade eram portugueses.&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanagem#cite_note-1"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;Em homenagem ao movimento Cabano foi erguido um monumento, projetado pelo famoso arquiteto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Niemeyer" title="Oscar Niemeyer"&gt;Oscar Niemeyer&lt;/a&gt;, na entrada da cidade de Belém&amp;nbsp;: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Memorial_da_Cabanagem" title="Memorial da Cabanagem"&gt;Memorial da Cabanagem&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2&gt;Bibliografia&lt;/h2&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;CHIAVENATO, Júlio José. &lt;i&gt;Cabanagem,      o povo no poder&lt;/i&gt;. São Paulo: Brasiliense, 1984.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;CHIAVENATO, Júlio José. &lt;i&gt;As      lutas do povo brasileiro&lt;/i&gt;. São Paulo: Moderna, 1988.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal"&gt;CHIAVENATO, Júlio José. &lt;i&gt;As      lutas do povoado contra os elites&lt;/i&gt;. são paulo: moderno, 1989&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2871453690500145734?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2871453690500145734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/cabanagem-1835-40.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2871453690500145734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2871453690500145734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/12/cabanagem-1835-40.html' title='Cabanagem 1835 - 40'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2067178362086704288</id><published>2009-10-23T18:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-23T18:40:56.370-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ex presidentes'/><title type='text'>JOÃO GOULART</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SuJYcsdFoOI/AAAAAAAAALg/S0AMYzCmPDU/s1600-h/joao-goulart-02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SuJYcsdFoOI/AAAAAAAAALg/S0AMYzCmPDU/s400/joao-goulart-02.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;João Goulart, foi ministro do trabalho de Getulio Vargas e era considerado seu herdeiro politico. foi vice no mandato de JK e vice de Jânio Quadros, estava em visita a China quano Jânio renuncio, e enfrentou a oposição da UDN que tentou impedir que Jango como era chamada tomasse posse. assumiu inicialmente no misto de parlamentarismo e presidencialismo e somente em 1963 conseguiu de fato o poder. sua maior ousadia foi tentar implantar as Reformas de base no Brasil. que iria moderninzar o Brasil, criando no minimo 10 milhoes de novos consumidores e agricultores. sua proposta de reforma agrária atingiria somente as grandes propriedades e improdutivas. tal ousadia lhe rendeu a alcunha de comunista. foi destituído do poder por um golpe militar em 31 de março de 1964&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2067178362086704288?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2067178362086704288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/10/magalhaes-barata.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2067178362086704288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2067178362086704288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/10/magalhaes-barata.html' title='JOÃO GOULART'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SuJYcsdFoOI/AAAAAAAAALg/S0AMYzCmPDU/s72-c/joao-goulart-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3504077126411129469</id><published>2009-07-21T05:05:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T05:15:24.723-07:00</updated><title type='text'>A REVOLUÇÃO RUSSA1917</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWwwpu5QkI/AAAAAAAAAKk/B8T9F-3PSQ0/s1600-h/czar-nicolau.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 229px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWwwpu5QkI/AAAAAAAAAKk/B8T9F-3PSQ0/s400/czar-nicolau.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360885281337197122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;br /&gt;No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rússia Czarista&lt;br /&gt;Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com os governo do czar.&lt;br /&gt;No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar.&lt;br /&gt;Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lênin fala aos revolucionários em 1917  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia na Primeira Guerra Mundial&lt;br /&gt;Faltava alimentos na Rússia czarista, empregos para os trabalhadores, salários dignos e democracia. Mesmo assim, Nicolau II jogou a Rússia numa guerra mundial. Os gastos com a guerra e os prejuízos fizeram aumentar ainda mais a insatisfação popular com o czar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Greves,  manifestações e a queda da monarquia&lt;br /&gt;As greves de trabalhadores urbanos e rurais espalham-se pelo território russo. Ocorriam muitas vezes motins dentro do próprio exército russo. As manifestações populares pediam democracia, mais empregos, melhores salários e o fim da monarquia czarista. Em 1917, o governo de Nicolau II foi retirado do poder e assumiria Kerenski (menchevique) como governo provisório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução Russa de outubro de 1917&lt;br /&gt;Com Kerenski no poder pouca coisa havia mudado na Rússia. Os bolcheviques, liderados por Lênin, organizaram uma nova revolução que ocorreu em outubro de 1917. Prometendo paz, terra, pão, liberdade e trabalho, Lênin assumiu o governo da Rússia e implantou o socialismo. As terras foram redistribuídas para os trabalhadores do campo, os bancos foram nacionalizados e as fábricas passaram para as mãos dos trabalhadores.&lt;br /&gt;Lênin também retirou seu país da Primeira Guerra Mundial no ano de 1918. Foi instalado o partido único: o PC (Partido Comunista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação da URSS&lt;br /&gt;Após a revolução, foi implantada a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Seguiu-se um período de grande crescimento econômico, principalmente após a NEP ( Nova Política Econômica ). A URSS tornou-se uma grande potência econômica e militar. Mais tarde rivalizaria com os Estados Unidos na chamada Guerra Fria. Porém, após a revolução a situação da população geral e dos trabalhadores pouco mudou no que diz respeito à democracia. O Partido Comunista reprimia qualquer manifestação considerada contrária aos princípios socialistas. A falta de democracia imperava na URSS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3504077126411129469?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3504077126411129469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/revolucao-russa1917.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3504077126411129469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3504077126411129469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/revolucao-russa1917.html' title='A REVOLUÇÃO RUSSA1917'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWwwpu5QkI/AAAAAAAAAKk/B8T9F-3PSQ0/s72-c/czar-nicolau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2376874191831824130</id><published>2009-07-21T04:27:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T04:48:04.031-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>A VERDADE SOBRE A CHEGADA DO HOMEM A LUA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWqx1EBh1I/AAAAAAAAAKc/Ev0SOZkdzc4/s1600-h/CHEGADA+DO+HOMEM+A+LUA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWqx1EBh1I/AAAAAAAAAKc/Ev0SOZkdzc4/s400/CHEGADA+DO+HOMEM+A+LUA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360878704488712018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se você chegou a esta página porque acabou de ver uma parte surpreendente da gravação mostrando que a chegada da Apollo 11 na Lua foi feita em um estúdio, então continue lendo. Se você não viu o clipe, clique no link no fim da página, e se prepare para ficar assombrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 20 de julho de 1969 às 4:17 p.m., Neil Armstrong foi visto na televisão por milhões de pessoas ao redor do mundo aparentemente caminhando na superfície da lua, e dando um gigantesco salto nas páginas da história. MAS, ELE REALMENTE FEZ ISSO? Teorias de conspiração abundam na Internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte da gravação que você acabou de ver responde a pergunta - mas traz muitas outras. Nós não sabemos as respostas pra todas estas perguntas - mas aqui está o que nós sabemos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) é real? &lt;br /&gt;Sim. Esta gravação foi feita claramente em um estúdio, e tem a clara intenção de representar a chegada na Lua da Apollo 11. A atenção para os detalhes é cambaleante. A intenção é claramente a de enganar os espectadores para que acreditem que a gravação é genuína. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) é conclusivo? &lt;br /&gt;Não. Não há nenhuma prova de que porque essa gravação foi feita em um estúdio, a chegada à lua foi necessariamente uma falssificação. Mas nós sabemos que a gravação não-digital original foi destruída e que certas pessoas (perigosas) estão muito bravas com o fato desse clipe ter vazado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) como nós o conseguimos? &lt;br /&gt;Nós não o obtivemos diretamente de uma fonte da NASA. Nossa fonte está bem colocada para atestar a autenticidade da gravação e teve ligações com os produtores de 2 recentes documentários, um para a BBC e um para a CNN sobre as conspirações envolvendo a chegada do homem à Lua. Nós não podemos revelar a identidade dele, e provavelmente nunca seremos capazes disso. A posição dele é mais perigosa do que você poderia imaginar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) por que eu não vi isto antes? &lt;br /&gt;A gravação foi enterrada durante mais de 30 anos. Todos os originais, exceto essa parte, foram destruídos. Nós a temos há mais de 2 anos e naquele tempo entramos em contato (anonimamente) com quase todos os donos de grandes redes de televisão para vender os direitos. Sem exceção, eles estavam interessados e queriam comprá-la. Então, em um certo ponto, todos eles, sem exceção, mudaram de idéia e começaram a tentar descobrir quem nós éramos. Naquele ponto, nós deixamos de negociar com eles. Foi muito assustador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) como, quando e onde foi feito? &lt;br /&gt;Foi feito em 1965, julgando pela câmera em que ela foi feita - uma Ikegami Tubo. Nós temos evidência de que a gravação foi feita fora do EUA - possivelmente na Europa, por uma equipe estrangeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) quem está dentro da roupa espacial? &lt;br /&gt;Nenhum dos astronautas originais. Na realidade, eles estão totalmente desavisados de que esta gravação foi feita. O sujeito na roupa espacial é um ator chamado Symond Lewis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) por que está na Internet e não na televisão? &lt;br /&gt;Veja o ponto 4 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Qual é a reação da Nasa a esta gravação? &lt;br /&gt;Eles se recusaram a comentar. Mas nós ouvimos recentemente que eles estão aumentando os esforços em uma enorme campanha para convencer a todos nós que as aterrissagens de todas as Apollo aconteceram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2376874191831824130?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2376874191831824130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/verdade-sobre-chegada-do-homem-lua.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2376874191831824130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2376874191831824130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/verdade-sobre-chegada-do-homem-lua.html' title='A VERDADE SOBRE A CHEGADA DO HOMEM A LUA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SmWqx1EBh1I/AAAAAAAAAKc/Ev0SOZkdzc4/s72-c/CHEGADA+DO+HOMEM+A+LUA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-8585967514108418879</id><published>2009-07-09T05:56:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T06:06:53.893-07:00</updated><title type='text'>A ESCRAVIDÃO É UM CRIME</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXrQ8XVE0I/AAAAAAAAAJk/0r0kz4fF7W4/s1600-h/trafico+negreiro+a+viagem.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 104px; height: 124px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXrQ8XVE0I/AAAAAAAAAJk/0r0kz4fF7W4/s400/trafico+negreiro+a+viagem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356446008141484866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História do Brasil contada pode ser resumida num conto Macabro. Neste, o criminoso se apresenta em praça pública ainda com as mãos ensangüentadas e dentro do sinistro cinismo nos interroga:&lt;br /&gt;De que crime vocês falam? Têm certeza de que a vítima existia?&lt;br /&gt;Alguém mais atento ao curso da conversa pergunta indignado:&lt;br /&gt;Por que o senhor esconde as mãos?&lt;br /&gt;Aí passam horas num debate inútil, mas significativo do porquê dele não mostrar as mãos. Da questão central do crime e do criminoso, a história varia do porquê e se é possível duvidarmos de tão ilustre pessoa.&lt;br /&gt;Bom, os dias, por vezes meses, passam e por descuido ele se apresenta ainda com as mãos ensangüentadas. Daí, nós dizemos:&lt;br /&gt;Veja! As mãos estão ensangüentadas!&lt;br /&gt;E eles nos dizem:&lt;br /&gt;Mas não é sangue humano. È que ele tem uma granja e exerce, nas&lt;br /&gt;horas vagas, entre a advocacia e a administração, a distração do ofício de estrangular galinhas.&lt;br /&gt;Outro longo debate se vai. Por umas e outras fica patente que o sangue nas mãos é humano. Daí a história ganha outros contornos. Sim, é humano, mas isto não prova crime algum. Pode até ser que o sangue seja da bondade deste senhor em socorrer uma vítima moribunda. Vai aí até a arrogância em dizer que nós negros somos todos iguais. Somos ingratos, incapazes de reconhecer a ajuda, a mão estendida de quando nós esvaímos em sangue.&lt;br /&gt;A explicação do porquê nós esvaímos em sangue está nas nossas brigas entre vizinhos nos cortiços e favelas, nos acertos de contas entre as guerras de gangues. Veja, vão dizer: vocês, ou seja, nós é que somos violentos. Ainda ousamos acusar tão nobres senhores de criminosos.&lt;br /&gt;Mas as suas mãos continuam sujas de sangue humano, de sangue indiscutivelmente negro. Bom, é difícil dizer. Vai alegar que não sabemos se o sangue é negro ou não. Nós sabemos que é, mas a dúvida agora relançada é se o sangue é negro ou não. Evolui a duvida sobre as comprovações. Eliminada as duvidas, é negro, então, para surpresa nossa e para desgaste do debate vão perguntar se é dos negros bons ou ruins. Sim, pode ser negro, mas dos negros ruins. Na pirâmide do absurdo social vivido, o crime não vai ser moralmente condenado pelo crime, mas se foi supostamente seres bons ou ruins.&lt;br /&gt;Mas as mãos continuam sujas de sangue. A nossa prolixa argumentação começa a incomodar. Alguns brancos começam a ficar preocupados que possa ser mesmo sangue humano. Uns têm a horrenda sensação da angústia que possa ser sangue humano e não apenas negro. Daí, para muitos, o fato torna-se preocupante. Na dúvida, talvez seja preciso pensar em fazer alguma justiça. Vai-se mais a fundo na história. Fica determinado que é sangue humano. Que é sangue humano negro, mas que existe também traços de sangue branco.&lt;br /&gt;Seria suficiente para a condenação? Não. Fazendo uso ainda de manobras jurídicas, o criminoso das mãos ensangüentadas pergunta-nos:&lt;br /&gt;- Mas se houve crime, onde está o corpo? De quem é o corpo? De onde veio este corpo?&lt;br /&gt;E por falta de resposta nada se faz.&lt;br /&gt;O tempo passa, mas nem tudo cicatriza. No crime, houve roubo e riquezas são processadas na continuidade dos crimes, nas ausências de justiça. Nas ausências da base ética e moral para se falar sobre os crimes, outros crimes se processam e proliferam. Vêm todos agora com mãos ensangüentadas. Alguns hoje especializados em máquinas automáticas de matar e processar vítimas, como fábricas de sanduíches, que elimina as horrendas aparições de mãos ensangüentadas.&lt;br /&gt;Mais ainda, alguns senhores aparecem com as mãos ensangüentadas e nós continuamos dizendo que a escravidão foi um crime e que como crime, ela é imprescritível, inafiançável e inalienável.&lt;br /&gt;Nova polêmica se forma, não sobre os fundamentais princípios humanos sobre o crime e suas conseqüências. Sobre se é possível o sangue durar nas mãos tanto tempo. Que é mais prático, moderno e civilizado partirmos para uma discussão nova. Tudo não passa de arcadismos daqueles (apontando para nós) que ficam cavando nas covas da história. Há quem vá dizer que a modernidade implica em olhar para frente. Que vai perder o jato da história quem olhar para a história passada, ou seja, para trás.&lt;br /&gt;Convencidos do moderno, do limpo, do educado, do informatizado vai fundando uma geração preocupada em esquecer os crimes do escravismo. De esquecer quem nós somos como conjunto e pensando no novo paradigma da sociedade pós-industrial. O sucesso pela competência individual. É que nós estamos pensando que quase tudo foi contado. O culto é apenas aos outros lados da história que os imediatismos não nos deixam ver, muito menos antever e é daí que surgem sempre as fraquezas do meu, individual, plano estratégico de sucesso, que não é mais nada do que um plano individual quase suicida de sobrevivência.&lt;br /&gt;Um dia, quase que por descuido, por simples distração em olhar para o lado e ver a cara da competição através da competência. Estava ali, a competência branca. Ela não é individual. Ela é coletiva. Ela é coletiva desde a organização para impor o escravismo até hoje de usar da fortuna produzida no escravismo criminoso, sem sentir remorso, culpa, condenação ou mesmo alguma pressão em ter uma organização para usufruto daquilo que foi esquecido. Mesmo a fábrica de sanduíche é uma organização coletiva dos mesmos, organizados nos mesmos critérios, onde as competências individuais são resultados apenas das coletivas.&lt;br /&gt;A consciência da inconsciência nos fez olhar para o que não estava programado para olhar. Aí vamos ver no retrato das histórias, que as competências negras são competências resultantes das competências coletivas, reunidas nos grupos negros de resistência ao escravismo criminosos. São as Irmandades Negras do Rosário e São Benedito, de onde saíram escritores e artistas plásticos negros, juristas e outra ordem de cargos públicos constituintes da ordem de homens livres, que as irmandades conseguiam livrar tanto do escravismo, como das outras barbáries eliminadoras das qualidades humanas.&lt;br /&gt;Outras competências marcantes foram os movimentos pela abolição, aí articularam-se competências negras associadas à brancos literários, à indígenas em luta pelos mesmos ideais. Foi assim que competências negras como Luís Gama e José do Patrocínio passaram para a História Nacional. No centro de uma competência coletiva dos movimentos sociais, associadas a outras das irmandades.&lt;br /&gt;Daí, temos que a maior competência histórica foram os Quilombos. Competência não apenas de organizar, combater, mas de produzir. Esta competência coletiva fixa as competências individuais de Zumbi, Manoel Congo e milhares de outros líderes quilombolas. A competência coletiva foi tão grande, enorme, que realizou mais de 2000 unidades em todo território nacional. Número que superou durante muito tempo mesmo o número de municípios do país, que hoje, com todo desenvolvimento, não passa de 5000.&lt;br /&gt;A competência coletiva do quilombo nos transmite pelo menos duas valiosíssimas heranças. A posse da terra, os únicos negros que têm terras numa área maior que a França e a Inglaterra juntas são as Comunidades de Quilombos. Poucas vezes esta verdade foi encarada com a importância econômica que tem. Por isso, também se explica porque tanta gente tem se organizado para roubar as terras dos Quilombos e para eliminar as marcas históricas que possibilitam o traçado histórico desses Quilombos. A outra competência coletiva que o Quilombo nos legou e que é valiosíssima e nós temos por vezes, devido a um pragmatismo irresponsável e burro, jogado no lixo é a marca Quilombo. Ela é um símbolo forte das mais fortes organizações negras. Deveria, nesta sociedade de consumo e da guerra de marcas, nas quais as marcas valem muito mais do que as fábricas e os produtos, ser vista como competência, como uma marca forte. Atrás da marca Quilombo, tem vários marketings possíveis. Ela é o principal referencial da nossa dignidade histórica.&lt;br /&gt;Agora individual, munidos de gravata, diploma, curso de inglês e informática, não são as suas sacrificadas competências individuais que vão te fazer driblar os racismos. Muito menos os pequenos sucessos, os modismos dos negros de alma branca, dos negros bem sucedidos ou outras historietas de faz de conta. A realidade é que as competências são coletivas. São famílias e grupos, partido e seitas, grupos informais e formais. Sempre alguém é alguém porque tem a sua turma. E qual é a sua?&lt;br /&gt;As mãos continuam sujas e nem mesmo nos perguntamos por quê?&lt;br /&gt;Mas se perguntam sem medo nenhum da verdade terão que os senhores durante o escravismo criminoso, se especializaram em beber sangue humano, ao matarem a espécie devido o prolongado hábito, tornaram-se vampiros. Por isso, das mãos continuam escorrendo sangue, mesmo que o grosso do serviço seja feito na fábrica automática e limpa.&lt;br /&gt;Terminava aí, se não fosse o episódio tragicômico da manhã de ontem. Acontece que eu tive um fatídico encontro com um vampiro branco. Disse-me ele para minha ciência do fim trágico:&lt;br /&gt;- Bem que avisamos, mas vocês são teimosos em demasia. Têm que ficar pensando, questionando e falando... falando. A regra básica é nossa. Nesta democracia racial apenas os brancos falam. Vocês apenas escutam e fazem aquilo que escutam. Aí para quem vacila, a regra é a morte.&lt;br /&gt;Somente aí, em meio a suposta tragédia da morte, em segundos é que foi possível um sorriso. Ria da minha ingenuidade. Até então não tinha percebido, como dizia minha sábia avó, nas suas ancestrais sabedorias, vivendo, aprendendo e morrendo sem saber. Estava ali o sangue, as mãos ensangüentadas para marcar o terror, não apenas a satisfação dele, mas a forma de terror que aterroriza. Tinham necessidade de sangue, para aparecerem no mundo das crianças nossas. Assim, inconscientemente, para o resto das suas vidas teriam, essas crianças, medo dos fantasmas brancos.&lt;br /&gt;Também entendi porque outros brancos quase nunca acreditam nas histórias dos racismos. Histórias que para eles não passam de pesadelos nossos. Na mesma ótica, outros negros têm medo de admitir que conhecem o racismo, pois assim teriam que acreditar em quase coisa de assombração&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-8585967514108418879?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/8585967514108418879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/escravidao-e-um-crime.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8585967514108418879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8585967514108418879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/escravidao-e-um-crime.html' title='A ESCRAVIDÃO É UM CRIME'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXrQ8XVE0I/AAAAAAAAAJk/0r0kz4fF7W4/s72-c/trafico+negreiro+a+viagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-6534269698258880339</id><published>2009-07-09T05:39:00.001-07:00</published><updated>2009-07-09T05:51:56.350-07:00</updated><title type='text'>A DIVIDA EXTERNA BRASILEIRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXniHR_nZI/AAAAAAAAAJc/XEsGYLAhSPM/s1600-h/DIVIDA+EXTERNA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 380px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXniHR_nZI/AAAAAAAAAJc/XEsGYLAhSPM/s400/DIVIDA+EXTERNA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356441905083162002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a última semana a imprensa emudeceu frente a organização do plebiscito em relação à dívida externa. O pouco espaço dedicado à questão foi ocupado por entrevistas do ministro Pedro Malan, para defender a posição neoliberal do governo ou por editoriais que iniciam-se chamando a idéia de "calote".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Jornal Opinião da década de 70&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma Questão de Cidadania&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em momento algum a grande imprensa e aqueles que são contrários ao "calote" se preocuparam em falar sobre todos os calotes que foram dados na sociedade brasileira, quando, ao longo de mais de um século, o endividamento serviu para sustentar uma elite parasitária e criar uma economia subserviente ao capital internacional e ao F.M.I..&lt;br /&gt;Em momento algum a imprensa e os governantes preocuparam-se em defender a realização de um grande debate nacional, para que a sociedade que paga os empréstimos tenha consciência de sua origem e dos "benefícios" que trouxe à ela; percebem que qualquer movimento de discussão desse assunto representa um questionamento à política em andamento, assim como também percebem que qualquer discussão que possa envolver a sociedade como um todo, não interessa a essa minoria.&lt;br /&gt;A proposta da realização do plebiscito representa um grande avanço, exatamente por que pode envolver toda a sociedade num grande debate, que na verdade é muito maior do que a discussão da Dívida Externa, trata-se de discutir a cidadania. Independentemente da importância do tema, a participação da sociedade é que está em jogo e nesse sentido fica patente o que as elites pensam da cidadania: a ação do homem no sentido de respeitar as leis do Estado e em hipótese alguma participar, discutir, opinar.&lt;br /&gt;Ninguém é ingênuo em acreditar que o Plebiscito que ocorre nesse momento vá definir o encaminhamento da questão da dívida, porém cria um debate em toda a sociedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem da Dívida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dívida Externa adquiriu proporções astronômicas durante o regime militar (1964-85), no entanto sua origem remonta à Independência do país, no século XIX.&lt;br /&gt;O primeiro empréstimo externo do Brasil foi obtido em 1824, no valor de 3 milhões de libras esterlinas e ficou conhecido como "empréstimo português", destinado a cobrir dívidas do período colonial e que na prática significava um pagamento à Portugal pelo reconhecimento de nossa independência. A independência não alterou as estruturas sócio econômicas e restringiu-se a um movimento político muito limitado, mantendo o regime monárquico e o herdeiro português no trono, aliado aos latifundiários conservadores sob o comando de José Bonifácio. A aceitação do pagamento da indenização está ligada aos vínculos mantidos com Portugal e ao mesmo tempo aos interesses ingleses, que somente reconheceu nossa soberania após o acordo com Portugal.&lt;br /&gt;Em 1829 foi realizado novo empréstimo que passou para a história como "o ruinoso" e serviu para cobrir parcelas não pagas do empréstimo anterior. Do total tomado emprestado, o Brasil recebeu apenas 52%, pois o restante serviu para cobrir os juros da dívida anterior.&lt;br /&gt;Dois novos empréstimos importantes foram realizados durante o Império -- em 1843 e 1852 -- utilizados ainda para pagar débitos relativos ao primeiro empréstimo, que somente foi saldado em 1890.&lt;br /&gt;Durante esse período o Brasil ainda endividou-se ainda mais com a Guerra contra o Paraguai. A Inglaterra forneceu os navios e empréstimos ao Brasil para o conflito que também interessava à ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Primeira República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a república do "café com leite" o endividamento aumentou ainda mais, porém a idéia central ainda era a mesma, garantir os privilégios da elite. O presidente Campos Salles, eleito em 1898, viajou à Inglaterra antes mesmo da posse, para renegociar a dívida com os banqueiros Rotshild, e firmou um acordo que ficou conhecido como "Funding Loan", que suspendia o pagamento por um período de 13 anos, sendo que o pagamento dos juros seria realizado em 3 anos, em títulos da dívida pública e obtinha um novo empréstimo. Como garantia do cumprimento do acordo, as rendas das alfândegas brasileiras ficaram hipotecadas aos credores ingleses.&lt;br /&gt;Novo endividamento surgiu em 1906, representando o início da "Política de Valorização do Café". Neste ano, foi assinado o Convênio de Taubaté, entre os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que, a partir de empréstimos tomados no exterior, comprariam e estocariam o excedente da produção de café. A valorização, como outras políticas protecionistas, resolvia o problema imediato da burguesia paulista e mantinha o nível de emprego nos setores da economia vinculados ao café, porém prejudicava a maioria da sociedade, na medida em que setores essenciais eram relegados a segundo plano em termos de investimento, além de promover a desvalorização da moeda, originando um processo que ficou conhecido como "socialização das perdas", quer dizer, a maioria da sociedade pagava pela política que beneficiava a minoria.&lt;br /&gt;Os governos do período continuaram a realizar empréstimos que beneficiavam a elite cafeeira, contrastando com a situação de crise nas exportações durante a Primeira Guerra Mundial e posteriormente, na metade da década de 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a crise iniciada nos EUA afetando a economia do país, o pagamento da dívida foi suspenso em 1931 por decisão unilateral do Brasil. Em 1934 a Assembléia Nacional Constituinte passou a investigar o endividamento brasileiro, que chegava a 237 milhões de libras esterlinas e já estava documentado de forma detalhada pelo ministro Oswaldo Aranha. O ministro não era um crítico dos empréstimos do exterior, nem defendia o não-pagamento da dívida. Depois de viver por alguns anos nos EUA, defendia um estreitamento das relações do Brasil com aquele país, em detrimento dos interesses ingleses, então nossos maiores credores. Condenava apenas a forma pela qual os empréstimos tinham sido aproveitados -- não em obras públicas, como achava que deveria Ter ocorrido. Pensava ainda que o país deveria parar de tomar emprestado para pagar empréstimos e deveria pagar com seus próprios recursos. O ministro destacava a característica básica do endividamento: "foram feitos uns para pagar os outros, em parte ou no todo, refundindo-se em novos empréstimos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Últimas Décadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da ausência de empréstimos externos e das condições desfavoráveis do comércio exterior, nos anos 30 a economia brasileira se expandiu em ritmo maior que na década de 20, "época de maciço ingresso de capital externo.&lt;br /&gt;No período posterior ao golpe militar os empréstimos voltam a aumentar substancialmente, devido a política econômica desenvolvida então, particularmente no período que ficou conhecido como "milagre econômico", quando a indústria brasileira cresceu a taxas elevadíssimas graças ao ingresso maciço de capitais estrangeiros, fazendo com que a dívida saltasse de 4 para 12 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;O endividamento pós 64 tem dois estágios. O primeiro é o dos governos&lt;br /&gt;Costa e Silva e Médici, nos anos 68-73, do "milagre econômico". Nesse período, os empréstimos foram usados para, ao cabo de tudo, realizar ar operações de crédito na compra de geladeiras, secadores de cabelo, automóveis e outros bens supérfluos e também para financiar ar grandes obras urbanas e serviços que viabilizaram a existência dos automóveis e das geladeiras, tais como estradar, viadutos e redes de energia elétrica.&lt;br /&gt;No final de 1983, em depoimento na CPI da Dívida Externa, Celso Furtado, economista que fora ministro do Planejamento antes do golpe, mostrou como o Brasil pòs-64, graças a mudanças de política financeira e cambial -&lt;br /&gt;nas regras de conversão do dólar em cruzeiros -, acabou na prática pagando, através do Banco Central, para os capitais estrangeiros, parte do preço de automóveis c secadores de cabelo, comprados a crédito obtido por dólares emprestados.&lt;br /&gt;A Segunda fase do endividamento começa no governo do general Ernesto Geisel (1974-79). A partir de 74, a indústria de bens de consumo duráveis, com a produção de automóveis à frente, começa a encalhar, em grande parte devido a crise mundial do petróleo, que repercute na elevação nas taxas de juros, que somadas aos gastos dos grandes projetos de geração de energia.&lt;br /&gt;Em 1982 temos o ano da falência declarada do modelo brasileiro de desenvolvimento e o país recorre ao FMI e ao final do governo Figueiredo, que encerra a ditadura militar, a dívida externa chegava a casa de 100 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;A Dívida atual alcança a casa dos 231 bilhões de dólares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-6534269698258880339?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/6534269698258880339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/divida-externa-brasileira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6534269698258880339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6534269698258880339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/divida-externa-brasileira.html' title='A DIVIDA EXTERNA BRASILEIRA'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXniHR_nZI/AAAAAAAAAJc/XEsGYLAhSPM/s72-c/DIVIDA+EXTERNA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-4695821971183703531</id><published>2009-07-09T05:10:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T05:39:07.731-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ATUALIDADES'/><title type='text'>CUBA HOJE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXiT2I83cI/AAAAAAAAAJU/nxN6u2qTc24/s1600-h/castro-fidel-photo-fidel-castro-6226031.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 322px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXiT2I83cI/AAAAAAAAAJU/nxN6u2qTc24/s400/castro-fidel-photo-fidel-castro-6226031.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356436162405522882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vai mudar em Cuba? Você estudante não deve ter percebido, mas já faz 10 anos que esta pergunta é feita. Desde a queda do muro de Berlim (1989), marco da crise do bloco soviético, especula-se sobre a situação de Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das reformas implantadas por Gorbatchev na antiga URSS e principalmente após sua extinção em 1991, a situação da economia cubana passou a sentir os sinais da crise: retração da ajuda econômica, diminuição do volume comercializado com a Europa Oriental, ao mesmo tempo em que os EUA mantiveram o embargo comercial. Passou-se então a especular sobre as possibilidades do "socialismo cubano", pois para a imprensa e para os "especialistas", chegava ao fim o socialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma década depois, Cuba, China, Vietnã e outros países mantêm as mesmas formas políticas, apesar de algumas mudanças econômicas. Che Guevara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUBA HOJE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise econômica da última década vem sendo responsável por mudanças no comportamento sócio-econômico, que lentamente minam as bases políticas do regime. Parcela significativa da população vê sua condição de vida piorar a cada dia, sem condições de fazer a tradicional comparação com a situação de antes da Revolução, pois poucos conheceram a ditatura de Fulgêncio Batista e o controle do imperialismo norte-americano. As conquistas sociais, principalmente no campo da habitação e da saúde se perdem, somando isso à liberdade já há muito perdida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento do turismo criou na Ilha uma economia informal, dolarizada e que foge ao controle do governo, disseminando a idéia de que a melhora do nível de vida somente será possível por meios ilegais, que coloca em xeque inclusive a fidelidade partidária e ideológica. A prostituição volta a aumentar, assim como os índices de criminalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS INTERESSES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em janeiro de 1998, o Papa fez uma visita a Cuba. Visita histórica. Muitos acreditaram que se repetiria o processo polonês ( As principais lideranças do sindicato Solidariedade, responsáveis por comandar as transformações na Polônia eram vinculadas a Igreja Católica), que Fidel Castro buscava o apoio de uma liderança expressiva para iniciar internamente um processo de transição. Após a visita alguns presos políticos foram libertados e a comemoração do natal foi permitida, porém essas medidas foram superficiais e não representaram mudanças concretas: Fidel continua no poder, o único partido é o Comunista e em fevereiro último foram aprovadas ovas leis criminais, incluindo a pena de morte em caso de tráfico de drogas, mesmo com o protesto dos cardeais católicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos EUA, anunciaram em janeiro de 99 um alívio no embargo comercial à Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo vai facilitar a aprovação do visto diplomático para cidadãos cubanos;&lt;br /&gt;Expansão dos vôos para Cuba;&lt;br /&gt;Permissão para que todo norte-americano envie US$ 1200 por ano a residentes em Cuba, sendo que grupos religiosos e organizações não-governamentais poderão enviar valores maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá para perceber qual o interesse dos EUA?&lt;br /&gt;Ajudar os pobres cubanos ou estimular a dolarização da economia de Cuba?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-4695821971183703531?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/4695821971183703531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/cuba-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4695821971183703531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/4695821971183703531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/cuba-hoje.html' title='CUBA HOJE'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlXiT2I83cI/AAAAAAAAAJU/nxN6u2qTc24/s72-c/castro-fidel-photo-fidel-castro-6226031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-8991414564184353567</id><published>2009-07-08T09:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T09:59:52.312-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PRESIDENTES DO BRASIL'/><title type='text'>FERNANDO COLLOR</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTQLzca3JI/AAAAAAAAAIg/4aSGSrdGJ94/s1600-h/presidentcollor.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 223px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTQLzca3JI/AAAAAAAAAIg/4aSGSrdGJ94/s400/presidentcollor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356134758056909970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Político fluminense. Primeiro presidente brasileiro eleito por voto direto depois da ditadura militar e o único a sofrer um processo de impeachment. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Collor de Mello (12/8/1949-) nasce no Rio de Janeiro, em família com tradição política, e conclui os estudos secundários em Brasília, em 1968. Cursa economia na Universidade de Brasília e, em 1973, vai para Maceió dirigir o jornal da família, a Gazeta de Alagoas. É nomeado prefeito da cidade em 1979 e, três anos depois, elege-se deputado federal pelo Partido Democrático Social (PDS). Em 1986 ganha a eleição para governar Alagoas pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Durante sua gestão, fica conhecido nacionalmente pelo "programa de caça aos marajás", funcionários públicos que recebem salários milionários. Candidato à Presidência da República em 1989 pelo Partido da Reconstrução Nacional (PRN), derrota Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), no segundo turno. Assume o cargo adotando medidas econômicas drásticas, como o bloqueio dos saldos das contas bancárias superiores a 50 mil cruzados - a moeda na época. Durante seu governo surge uma série de escândalos e suspeitas de corrupção. As denúncias ganham força em abril de 1992, quando Pedro Collor, irmão do presidente, revela a existência do "esquema PC" de tráfico de influência e irregularidades financeiras, organizado por Paulo César Farias, ex-tesoureiro de Collor. Com a abertura do processo de impeachment, o presidente é afastado em outubro de 1992 e renuncia ao mandato durante a sessão de julgamento no Senado, em dezembro do mesmo ano. É proibido de exercer qualquer função pública por oito anos. Muda-se, então, para Miami, Estados Unidos, onde vive até abril de 1998. De volta ao Brasil, escolhe São Paulo como domicílio eleitoral e concorre à eleição para a prefeitura da cidade em 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-8991414564184353567?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/8991414564184353567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/fernando-collor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8991414564184353567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8991414564184353567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/fernando-collor.html' title='FERNANDO COLLOR'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTQLzca3JI/AAAAAAAAAIg/4aSGSrdGJ94/s72-c/presidentcollor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3195148642524098487</id><published>2009-07-08T09:38:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T09:43:48.177-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='REGIME MILITAR'/><title type='text'>TROPICALISMO</title><content type='html'>História do Tropicalismo, origem, influências, movimento e características, principais artistas tropicalistas, tropicália&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Capa do disco de Caetano Veloso de 1969: um dos marcos do Tropicalismo&lt;br /&gt;Origem do tropicalismo &lt;br /&gt;O tropicalismo foi um movimento musical, que também atingiu outras esferas culturais (artes plásticas cinema, poesia), surgido no Brasil no final da década de 1960. O marco inicial foi o Festival de Música Popular realizado em 1967 pela TV Record. &lt;br /&gt;Influências e inovações &lt;br /&gt;O tropicalismo teve uma grande influência da cultura pop brasileira e internacional e de correntes de vanguarda como, por exemplo,o concretismo. O tropicalismo, também conhecido como Tropicália, foi inovador ao mesclar aspectos tradicionais da cultura nacional com inovações estéticas como, por exemplo, a pop art. &lt;br /&gt;O tropicalismo inovou também em possibilitar um sincretismo entre vários estilos musicais como, por exemplo, rock, bossa nova, baião, samba, bolero, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As letras das músicas possuíam um tom poético, elaborando críticas sociais e abordando temas do cotidiano de uma forma inovadora e criativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críticas recebidas &lt;br /&gt;O movimento tropicalista não possui como objetivo principal utilizar a música como “arma” de combate político à ditadura militar que vigorava no Brasil. Por este motivo, foi muito criticado por aqueles que defendiam as músicas de protesto. Os tropicalistas acreditavam que a inovação estética musical já era uma forma revolucionária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra crítica que os tropicalistas receberam foi o uso de guitarras elétricas em suas músicas. Muitos músicos tradicionais e nacionalistas, acreditavam que esta era uma forte influência da cultura pop-rock americana e que prejudicava a música brasileira, denotando uma influência estrangeira não positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais representantes do tropicalismo foram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Caetano Veloso&lt;br /&gt;- Gilberto Gil&lt;br /&gt;- Os Mutantes&lt;br /&gt;- Torquato Neto&lt;br /&gt;- Tom Zé&lt;br /&gt;- Jorge Bem&lt;br /&gt;- Gal Gosta&lt;br /&gt;- Maria Bethânia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discos tropicalistas que mais fizeram sucesso foram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- TROPICÁLIA ou PANIS ET CIRCENCIS - 1968 – Mutantes&lt;br /&gt;- CAETANO VELOSO - 1968&lt;br /&gt;- LOUVAÇÃO - 1967 - Gilberto Gil&lt;br /&gt;- A BANDA TROPICALISTA DO DUPRAT - 1968 - Rogério Duprat&lt;br /&gt;Músicas tropicalistas que fizeram sucesso:&lt;br /&gt;- Tropicália (Caetano Veloso, 1968)&lt;br /&gt;- Alegria, Alegria (Caetano Veloso, 1968) &lt;br /&gt;- Panis et circencis (Gilberto Gil e Caetano Veloso, 1968)&lt;br /&gt;- Atrás do trio elétrico, (Caetano Veloso, 1969)&lt;br /&gt;- Cadê Teresa (Jorge Ben, 1969)&lt;br /&gt;- Aquele abraço (Gilberto Gil, 1969)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão &lt;br /&gt;O tropicalismo foi muito importante no sentido em que serviu para modernizar a música brasileira, incorporando e desenvolvendo novos padrões estéticos. Neste sentido, foi um movimento cultural revolucionário, embora muito criticado no período. Influenciou as gerações musicais brasileiras nas décadas seguintes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3195148642524098487?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3195148642524098487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/tropicalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3195148642524098487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3195148642524098487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/tropicalismo.html' title='TROPICALISMO'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2972835895069984884</id><published>2009-07-08T09:32:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T09:36:23.984-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>OLIVER CROMWELL</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTK1s4UmfI/AAAAAAAAAII/FcAEX_p9aSM/s1600-h/Oliver+Cromwell2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 148px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTK1s4UmfI/AAAAAAAAAII/FcAEX_p9aSM/s400/Oliver+Cromwell2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356128880779631090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estadista inglês (25/4/1599-3/9/1658). Nasce em Huntingdon, filho de um proprietário rural, e recebe educação muito religiosa. Elege-se para o Parlamento em 1628, destacando-se pelos ataques à hierarquia da Igreja Anglicana. Em 1629, o rei Carlos I dissolve o Parlamento e implanta um governo absolutista que dura 11 anos. Quando estoura a primeira guerra civil entre as forças monárquicas e o Parlamento (1642-1646), Cromwell lidera a ala radical dos opositores do rei, sobressaindo como organizador militar. Em 1645 marcha sobre Londres para persuadir Carlos I a aceitar um governo regido pela Constituição. Não há acordo e uma nova guerra civil acontece, terminando com a execução do rei em 1649. A Inglaterra torna-se uma república e Cromwell, presidente do Conselho de Estado, braço executivo do Parlamento. Em 1653, um golpe de Estado dissolve o Parlamento e concentra os poderes nas mãos de Cromwell, que tem o título de Lord Protector. Na política externa, obtém vitórias militares que reforçam o poderio inglês. Internamente, adota medidas de abertura do comércio e fortalece o puritanismo, mas atua com tolerância religiosa, exemplificada pela readmissão dos judeus no Reino Unido. Morre em Londres e é enterrado na Abadia de Westminster. É sucedido pelo filho Richard, que governa até 1659. Depois da restauração da monarquia, em 1660, seus restos são transferidos para Tyburn, onde eram executados os criminosos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2972835895069984884?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2972835895069984884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/oliver-cromwell.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2972835895069984884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2972835895069984884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/oliver-cromwell.html' title='OLIVER CROMWELL'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTK1s4UmfI/AAAAAAAAAII/FcAEX_p9aSM/s72-c/Oliver+Cromwell2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-8620117843775995859</id><published>2009-07-08T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T09:19:56.647-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>MAQUIAVEL: IDEALIZADOR DO ESTADO FORTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTGkVwW1mI/AAAAAAAAAIA/njmtDuF0G5s/s1600-h/maquiavel.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 135px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTGkVwW1mI/AAAAAAAAAIA/njmtDuF0G5s/s400/maquiavel.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356124184467920482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns escritores o identificam como "apenas" um historiador, outros dizem que além de historiador ele foi um importante filósofo político. A verdade é que Niccoló Machiavelli - entre nós Nicolau Maquiavel, nascido em Florença, Itália, em 03 de maio de 1469, dedicou grande parte de sua vida ao desenvolvimento e entendimento das maneiras de governar e "manipular" o poder. Pode-se dizer ainda que Maquiavel, com maestria, desenvolveu a ciência política (a arte de governar), tendo como principal "engrenagem" o poder centralizado para a criação e defesa de um Estado forte. Dentre suas principais obras destaca-se "O Príncipe" - publicado em 1513. Muitos denominam esta publicação como um "tratado clássico da ciência política". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é prudente destacarmos a importância em identificar o "ambiente histórico" no qual Maquiavel cresceu - o Renascimento italiano. Nicolau viveu numa época de notáveis realizações da pesquisa histórica - apresentando preocupação com a crítica rigorosa das fontes de pesquisas e intercâmbio com outras disciplinas. Alguns críticos apontam que Maquiavel, em suas obras, revela uma certa falta de "sentido histórico". Este "sentido" existe, porém, de outra forma. Por outro lado, o ambiente político é também muito relevante para entendermos alguns pontos do pensamento de Maquiavel e sua teoria do Estado Absoluto. Muitos o apontam como sendo o fundador do pensamento político moderno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os séculos XV e XVI o cenário político da Itália atravessava momentos desastrosos com respeito a sua governabilidade. Na época do renascimento havia uma expectativa de afirmação da monarquia absolutista. Os Estados Pontifícios eram controlados pelo Clero de maneira soberana. Invasões estrangeiras também contribuíram para o cenário caótico da província - destes podemos destacar o saque de Roma em 1527 - realizado por tropas do então imperador Carlos V. Também na Itália existiam ainda cidades - livres como: Gênova, Florença, Milão, etc. Já em outras localidades da Europa, havia uma proliferação do poder, que era distribuído da seguinte forma: Igreja Católica, Nobres, cidades - livres, Tiranos e reis estrangeiros. &lt;br /&gt;No entanto, diferentemente da Itália, nestas regiões se desenvolveram as monarquias nacionais, com reinos cada vez mais poderosos, e esta força real trouxe a capacidade de superar o "comando divino". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos referimos as origens da idéia de concentração do poder, podemos dizer que parte do processo de formação do Estado Absolutista deu-se entre os séculos XV e XVIII - quando os reis procuraram criar suas próprias instituições (Conselho, exércitos, corpo de funcionários). A consolidação deste processo ocorreu em meados do século XVIII, com a presença da burocratização do processo político. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Maquiavel - se fazia necessária á intolerância religiosa como requisito na formação deste Estado forte. Ele entendia ainda que desta forma, seriam extintas as invasões estrangeiras que tanto atingiam os assuntos internos da Itália. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fortalecimento do Estado passa a ser, portanto, algo necessário. A valorização da moral sofre a transição da esfera pessoal para universal, abandonando definitivamente o contexto divino. Segundo Maquiavel, o Estado com poder centralizado proporciona proteção, inclusive para seu condutor. Com isto, a idéia de liberdade do homem é posta de lado, abrindo espaço para a capacidade deste mesmo homem viver em sociedade, sempre em detrimento do poder centralizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez consolidado o Estado de poder absoluto, é preciso enfrentar o desafio de mantê-lo como tal. Os caminhos percorridos para este fim independem conquanto que permaneça com a mesma característica de centralização. O Estado nesta condição é capaz de produzir suas próprias leis - um Estado autônomo e criador de política. Estas são estabelecidas também para conter os conflitos sociais - que no início serviram como "combustível" para alimentar a necessidade da formação do Estado Absolutista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A racionalidade é outra característica que precisa estar presente no comando do Estado - tal dimensão independe da ação tomada, desde que seja mantido o objetivo de atender (completamente) os interesses do poder centralizado. Seu assessoramento deve ser composto por personagens nacionais, para que assim, reúna capacidade de enfrentar, quando preciso - seus inimigos sem demonstrar fraquezas e, sobretudo, manter distante a criação de conflitos internos contra seu próprio condutor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência Bibliográfica: &lt;br /&gt;NICOLAU, Maquiavel - "O Príncipe", Edicota Difel (Brasi), 2002 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-8620117843775995859?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/8620117843775995859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/maquiavel-idealizador-do-estado-forte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8620117843775995859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/8620117843775995859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/maquiavel-idealizador-do-estado-forte.html' title='MAQUIAVEL: IDEALIZADOR DO ESTADO FORTE'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlTGkVwW1mI/AAAAAAAAAIA/njmtDuF0G5s/s72-c/maquiavel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-2519196505522190905</id><published>2009-07-08T07:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T08:02:09.856-07:00</updated><title type='text'>O IMPERIALISMO EUROPEU NO SÉCULO XIV</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlS0nq_4NKI/AAAAAAAAAH4/NHClH54kdJQ/s1600-h/a+partilha+da+%C3%A1frica.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 389px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlS0nq_4NKI/AAAAAAAAAH4/NHClH54kdJQ/s400/a+partilha+da+%C3%A1frica.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356104450500474018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;África, século XIX, o continente quase todo encontra-se sobre o controle dos países europeus, seja na forma de protetorados, de controle direto ou associação aos governos locais por parte dos países da Europa. O mapa da África, e sua conseqüente divisão entre as potências da época foi traçado em Berlim(!!!!), isto mesmo, na capital alemã, em uma conferência sob a chefia de Otto von Bismarck. Reunidos líderes das principais potências econômicas do “Velho Continente” trataram de negociações para dirimir divergências e organizar a exploração no continente africano e redefinir ou traçar o mapa daquela área. A justificativa para tal ação era a “Missão Civilizatória”, já que o Eurocentrismo (idéia vigente e divulgada no séculoXIX) julgava que cabia aos europeus a missão de levar civilização, conhecimento e saber aos povos africanos (mesmo que este conceito desprezasse as tradições culturas e conhecimentos do nativos da “Mama África”), claro que isto representava levar os valores europeus, sem a prévia consulta aos africanos.&lt;br /&gt;Por trás deste “nobre” objetivo escondia-se o desejo de controlar e explorar as importantes reservas de ouro, diamantes, marfim e outros recursos naturais que a África dispunha. Nem sempre os europeus se entenderam bem sobre esta divisão chamada de Neocolonialismo ou Imperialismo (exemplo disto foi a Guerra do Bôeres) mas de modo geral o plano de conquista foi bem executado e os resultados favoráveis à construção ou consolidação dos grandes impérios do século XIX, já para os africanos a tragédia possuiu uma amplitude inimaginável. Não bastasse as perdas humanas que a África teve durante os séculos XV ao XVIII com o tráfico de escravos, veio o controle de seus territórios e a conseqüente retirada de suas riquezas naturais para ampliar a fortuna de pessoas do outro lado do Mediterrâneo ou do Atlântico.&lt;br /&gt;Cabe ainda dizer que o Imperialismo não se restringiu à África,nem aos países europeus, foi levado para a Ásia e praticado também na Oceania e América e que os EUA também fizeram uso deste expediente para aumentar o seu poderio econômico e que por trás desta ação estavam os cartéis, trustes e holdings que dominaram o cenário econômico na virada entre os séculos XIX e XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões para debate:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. “Existe uma profunda relação entre as comunidades científicas européias e o Imperialismo (Neocolonialismo) no século XIX.” Explique a afirmativa:&lt;br /&gt;2. A Chamada “Missão Civilizatória” desapareceu plenamente?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-2519196505522190905?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/2519196505522190905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/o-imperialismo-europeu-no-seculo-xiv.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2519196505522190905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/2519196505522190905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/o-imperialismo-europeu-no-seculo-xiv.html' title='O IMPERIALISMO EUROPEU NO SÉCULO XIV'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlS0nq_4NKI/AAAAAAAAAH4/NHClH54kdJQ/s72-c/a+partilha+da+%C3%A1frica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-6938696997755313516</id><published>2009-07-08T06:39:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T07:08:47.763-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>CHARLES DARWIN</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSoPY6gvcI/AAAAAAAAAHI/MwjTSrU_nDM/s1600-h/CHARLES+DARWIN.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 340px; height: 332px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSoPY6gvcI/AAAAAAAAAHI/MwjTSrU_nDM/s400/CHARLES+DARWIN.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356090839189732802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Naturalista inglês (12/2/1809-19/4/1882). Nasce em Shrewsbury, no condado de Shrospshire, região oeste da Inglaterra. Aos 16 anos, começa a faculdade de medicina, onde se interessa pelo estudo da história natural. Interrompe o curso para estudar teologia em Cambridge, a pedido do pai. Mas não desiste da ciência. Graças à amizade com cientistas conceituados, participa como naturalista, em 1831, de uma expedição de volta ao mundo no navio Beagle. A viagem, promovida pela Marinha inglesa para completar dados cartográficos de seu interesse, dura cerca de cinco anos. No decorrer da viagem, obtém informações fundamentais para formular a Teoria da Evolução das Espécies. Publicada em 1859 no livro A Origem das Espécies, ela defende a tese de que o meio ambiente seleciona os seres mais aptos e elimina os menos dotados. Seguindo a própria teoria, provoca polêmica com a Igreja ao lançar a obra A Descendência do Homem, em que expõe a idéia de que o ser humano descende do macaco. Os conservadores são os que mais protestam contra ela, por não admitirem que os ancestrais da espécie humana sejam animais. Morre em Down e, por solicitação do Parlamento britânico, é enterrado na Abadia de Westminste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-6938696997755313516?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/6938696997755313516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/charles-darwin.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6938696997755313516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6938696997755313516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/charles-darwin.html' title='CHARLES DARWIN'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSoPY6gvcI/AAAAAAAAAHI/MwjTSrU_nDM/s72-c/CHARLES+DARWIN.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-6234760696909507429</id><published>2009-07-08T05:39:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T07:22:07.307-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HISTÓRIA DA AMAZONIA'/><title type='text'>CABANAGEM A REVOLUÇÃO POPULAR (1835 - 1840)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq5ccf7mI/AAAAAAAAAHw/N6UbjWymuFQ/s1600-h/CABANAGEM_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq5ccf7mI/AAAAAAAAAHw/N6UbjWymuFQ/s400/CABANAGEM_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356093760715353698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq5G1ho0I/AAAAAAAAAHo/Qr5kdQckUts/s1600-h/cabanagem%2520BRASIL%2520ESCOLA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 369px; height: 253px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq5G1ho0I/AAAAAAAAAHo/Qr5kdQckUts/s400/cabanagem%2520BRASIL%2520ESCOLA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356093754914743106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq4qf0FQI/AAAAAAAAAHg/TVr1VRmm11Q/s1600-h/CABANAGEM3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 371px; height: 254px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq4qf0FQI/AAAAAAAAAHg/TVr1VRmm11Q/s400/CABANAGEM3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356093747307484418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSp4y4qoOI/AAAAAAAAAHY/-HYQ6-vSce0/s1600-h/CABANAGEM8.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 269px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSp4y4qoOI/AAAAAAAAAHY/-HYQ6-vSce0/s400/CABANAGEM8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356092650047578338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSpgGnI8JI/AAAAAAAAAHQ/7H1Ivf_R2A8/s1600-h/Cabanagem-1835.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 239px; height: 247px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSpgGnI8JI/AAAAAAAAAHQ/7H1Ivf_R2A8/s400/Cabanagem-1835.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356092225846046866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cabanagem (1833-1836), também denominada Guerra dos Cabanos, foi uma revolta de caráter social ocorrida na Província do Grão Pará, no Brasil.&lt;br /&gt;A denominação Cabanagem remete às cabanas, tipo de habitação da população ribeirinha mais pobre, formada principalmente por mestiços, escravos libertos e índios, exploradores das “drogas do sertão”, que já possuía um histórico de revoltas contra os responsáveis por sua miséria. No período da consolidação de sua independência, em 1823, enfrentou os comerciantes portugueses dominantes do Pará, e já no período regencial, voltou-se contra as autoridades enviadas pela Regência, que não atendiam aos interesses populares, além da irrelevância política à qual a província foi submetida após a independência do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, na rebelião, somava-se aos paraenses miseráveis, a elite fazendeira do Grão-Pará, que embora morasse muito melhor, ressentia-se da falta de participação nas decisões do governo central, dominado pelas províncias do Sudeste e do Nordeste. Os cabanos buscavam, através da criação de uma república própria, separando-se do Império brasileiro, maior estabilidade e autonomia política, além de melhores condições. Tentaram isso na figura de líderes com diversas origens sociais, mas foram traídos por aqueles a quem haviam confiado a liderança. Assim, sua luta por igualdade social e democracia acabou sendo massacrada pelas autoridades imperiais que contaram com auxílio das próprias lideranças cabanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTEXTO: Grão-Pará e a cidade de Belém na década de 1830&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1830, a província do Grão-Pará, que compreendia os estados do Pará e Amazonas, tinha um pouco mais de 80 mil habitantes (sem incluir a população indígena não-aldeada). De cada cem pessoas, quarenta eram escravos indígenas, negros, mestiços ou tapuios, isto é, indígenas que moravam nas vilas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belém, nessa época, não passava de uma pequena cidade com 24 mil habitantes, apesar de ser um importante centro comercial por onde era exportado cravo, salsa, fumo, cacau e algodão. A província do Pará além de ser a mais distante da capital era também a mais ligada a Lisboa. A emancipação política do Brasil em relação a Portugal não operara uma significativa mudança na estrutura social, assegurando, pelo contrário, a permanência do poder político na classe proprietária lusitana. A morte de D. João VI em 1826 e o conseqüente regresso forçado de D. Pedro como herdeiro ao trono português faziam temer a perda dos direitos adquiridos e, conseqüentemente, o regresso do Brasil a colônia portuguesa. Por esta razão, este foi um momento de geral insegurança provocado pelo ardor das correntes políticas que então se combatiam em quase todo o império, acirrando ao máximo a disputa entre as elites portuguesas e os dirigentes nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CABANAGEM: A história&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seringueiros, índios, mestiços e negros, homens pobres e explorados, membros do clero e liberais nacionalistas esperavam diversos resultados da independência brasileira, mas poucos foram efetivamente alcançados.&lt;br /&gt;A Cabanagem (1833 – 1836), uma rebelião regencial ocorrida nos estados Pará e Amazônia, foi o primeiro movimento popular que chegou ao poder no Brasil, apesar de ter sido mal conduzido e rapidamente derrotado pela regência.&lt;br /&gt;Os indígenas e tapuios queriam o reconhecimento de seus direitos e parar de trabalhar como escravos nas manufaturas e roças. Os negros desejavam a abolição da escravatura. Entre os proprietários, profissionais liberais e clérigos, as reivindicações eram pelo afastamento de portugueses e ingleses do poder político e econômico. Sobretudo, o que unia todos era o clamor pela liberdade e independência, inicialmente paraense, e posteriormente difundido ao longo do Rio Negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classe dominante atrasa a emancipação do país&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A classe dominante da época, composta em sua maioria por comerciantes portugueses, resistia à independência do Brasil. Contavam com o apoio de tropas militares do Rio de Janeiro, que acabaram com movimentos populares a favor da emancipação do país e terminaram por atrasá-la em quase um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cabanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo após a conquista da Independência, os cabanos (massa miserável que habitava choupanas a beira de rios) estavam insatisfeitos, pois seus líderes não puderam participar do governo provisório. O povo, que exigiu ao governo geral a inclusão desses líderes, foi violentamente reprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconstrução de um cenário instável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a abdicação e a falta de firmeza da regência, o cenário de instabilidade, agitações e revoltas populares se reconstituiu.&lt;br /&gt;As autoridades provinciais (nomeadas pela regência) foram contestadas pelos cabanos e Batista Campos, em 1832, se destacou em meio as agitações. Conseguiu impor sua política ao presidente da província, Machado de Oliveira, além de fazer com que Rio Negro (Amazonas) também aderisse ao movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda repressão e presidência de Lobo de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afim de acabar com as agitações, a regência enviou para a província um novo presidente (Bernardo Lobo de Souza), que, logo de início, explicitou sua política repressora. Essa política acabava por estimular, e não conter, as rebeliões. Nesse momento, começou a cabanagem. Surgiram intensas movimentações populares tanto na capítal (Belém), como nas zonas rurais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Levante dos Cabanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 6 de janeiro de 1834, houve o levante dos cabanos, que dominaram a capital, executaram o governador Lobo de Souza e as demais autoridades. Formou-se, então, o primeiro governo cabano do Pará, com Malcher (um dos líderes da cabanagem) no poder. Este, por sua vez, deixou explícita a sua fidelidade ao Imperador português e traição aos colegas, reprimindo a própria rebelião que liderara e o colocara no poder.&lt;br /&gt;Simultaneamente à traição de Malcher, Francisco Pedro Vinagre (outro líder da rebelião) ganhava prestígio entre os colegas. Malcher tentou armar contra Vinagre, mas foi deposto, executado e substituído por ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de Francisco Vinagre (segunda traição aos cabanos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Vinagre foi outro grande traidor dos cabanos. Seguiu os passos de seu antecessor, declarando-se fiel ao imperador e se dispondo a ceder seu posto a quem fosse por ele indicado. Antônio Vinagre, irmão do presidente, colocou-se à frente dos cabanos e impediu que seu irmão negociasse diretamente com o governo imperial.&lt;br /&gt;Diante dos recentes acontecimentos e temendo suas conseqüências, a regência envia tropas militares ao Pará comandadas por Manuel Jorge Rodrigues. Este assume o poder em Belém com a ajuda do próprio Francisco Vinagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proclamação da república e derrota dos cabanos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Rodrigues assumiu o poder da capital, mas não pôde evitar que os cabanos, no interior, se reagrupassem com o objetivo de destituir-lhe o cargo de presidente. Unidos novamente, os cabanos retomaram a cidade de Belém. Os rebeldes proclamaram a república e cortaram suas ligações com o império.&lt;br /&gt;Em 1835, organizou-se um novo governo cabano, com Angelim como presidente. Mas, no ano seguinte, foi enviado pela regência um novo presidente, o brigadeiro Francisco José de Souza Soares de Andréia. Este estava acompanhado por uma esquadra repressiva de força militar muito superior a dos cabanos, que acabaram derrotados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso da contra-revolta gerou grande estima para Feijó, que tornou-se o “homem forte” da regência. Após conflito com restauradores e uma tentativa de golpe por parte dos moderados, Feijó acabou se demitindo, uma vez que sua medida de afastar José Bonifácio da tutoria do imperador D. Pedro II não foi aprovada pelo Senado. &lt;br /&gt;Após um período de isolamento, Feijó pode voltar às disputas políticas em 1835, quando foi eleito para a Regência Uma, representando a vitória dos progressistas. Porém, na época da posse de Feijó, a Cabanagem já havia eclodido, e somada à rebelião Farroupilha e levante dos Malês, estas graves agitações colocaram o regente Feijó numa situação delicada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao afirmar que “O vulcão da anarquia ameaça devorar o império”, e que era preciso “[aplicar] a tempo o remédio”, Feijó abriu espaço para um ataque da oposição regressista, que visava a interpretação do Ato Adicional, no sentido de restringir a autonomia provincial e diminuir as liberdades democráticas que acabaram gerando tais rebeliões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas descobertas na Inglaterra em 1999 – entre o embaixador da Grã-Bretanha no Brasil, e o ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha à época – revelam que em 1835, o regente Feijó reuniu-se secretamente com os embaixadores da França e da Grã Bretanha, pedindo o envio de quase 800 militares destes países para o Pará, com o intuito de acabar de uma vez por todas com a rebelião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O descobrimento destas cartas comprova o argumento de alguns historiadores de que Feijó “não sabia o que fazer com o abacaxi que era a situação no norte do país”, como apontou o diretor do Arquivo Público do Pará, Geraldo Mártires Coelho, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo em 13 de Outubro de 1999. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato desesperado de Feijó em solicitar intervenção internacional na luta contra a Cabanagem e o fato de esconder este pedido de maior parte das autoridades brasileiras “mostra a forma pouco ortodoxa de Feijó atuar” e como “o pedido de Feijó é mais uma comprovação da fragilidade da nação brasileira pós-Independência”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, durante a Cabanagem, tanto França quanto Grã-Bretanha mantiveram embarcações na costa do Pará como alternativa de refúgio para os comerciantes das duas nações. Entretando, nenhum dos dois países chegou a intervir diretamente no conflito.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PERSONAGENS: Os líderes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Batista Gonçalves Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecido como Batista Campos, foi um dos grandes líderes da Cabanagem, além de já acumular histórico na luta contra os portugueses antes mesmo da dita rebelião. Nasceu em 1782 em Barcarena (município do Pará) e acabou falecendo em 1834, por conta de uma infecção causada por um leve ferimento enquanto fazia a barba. Além de revolucionário, era cônego, jornalista e advogado. Talvez por conta de sua vocação religiosa, Batista Campos costumava benzer os pedaços de pau utilizados como armas pelos combatentes paraenses. Dentro da Cabanagem, foi um importante intelectual que coordenou a resistência ao governador da província do Pará Bernardo Lobo de Souza, e por conseguinte teve de se refugiar no interior da província. Além disso, criou os jornais “O Paraense” e “O Publicador Amazoniense”.&lt;br /&gt;Anteriormente à Cabanagem, Batista Campos já traçara para si uma história de prestigio entre os cabanos e realizara manobras políticas que utilizaram essa influência como fonte de poder. Após a luta contra os portugueses pela consolidação da independência do Pará em 1823, e a estabilização provisória, foi preso e isolado pelo mercenário inglês Lorde Almirante John Pascoe Grenfell.&lt;br /&gt;Em 1832, Batista Campos, após a abdicação de D. Pedro I, ganhou novamente o apoio na região do Rio Negro, e destacou-se nas agitações contra as autoridades provinciais apontadas pela regência. Chegou até a impor sua política a Machado de Oliveira, presidente da província.&lt;br /&gt;Com o envio de novas autoridades repressoras, Batista Campos foi reconhecido pelos cabanos como um dos líderes do levante armado que originou a Cabanagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Félix Antonio Clemente Malcher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um dos líderes da cabanagem. Durante o período da Cabanagem, Malcher 'traiu' seus companheiros de causa. Devido a isso foi preso. Foi morto por um dos cabanos quando seria remanejado para outra prisão em Belém. Teve como filho João Diogo Clemente Malcher que foi vereador de Belém e serve seu nome a uma das ruas do centro desta cidade. Malcher tinha fazenda na cidade de Acará, a qual escondeu membros da revolução da Cabanagem. Pelas ruínas, tem-se uma amostra do que foi o movimento no lugar. Trata-se de um ótimo sítio para pesquisas históricas e arqueológicas sobre o movimento da Cabanagem. Foi o primeiro presidente do governo cabano. Entretanto, declarou-se fiel ao imperador D. Pedro II e prometeu manter-se no poder até sua maioridade. Foi traidor da rebelião que o colocara no poder, prendendo e deportando outros líderes cabanos como o seringueiro Eduardo Nogueira Angelim e o jornalista maranhense Vicente Ferreira Lavor. Após tentar um golpe contra Francisco Vinagre, que vinha ganhando prestígio até então em seu cargo de comandante das armas, acabou sendo deposto, executado e substituído pelo próprio Francisco Vinagre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Pedro Vinagre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um dos líderes iniciais da Cabanagem, e apesar de ter sido nomeado presidente como contraponto à política anti-rebelde de Malcher, revelou-se ainda mais intenso do que o anterior ao declarar-se fiel ao governo imperial e prometer entregar o poder provincial a quem a regência indicasse.&lt;br /&gt;Após ser impedido de negociar com o governo diretamente por seu irmão, Antônio Vinagre, que colocara-se à frente dos cabanos, conseguiu resistir no poder, dando início a uma nova traição: ajudou um forte grupo militar comandado por Manuel Jorge Rodriques a reprimir os cabanos e assumir o poder em Belém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Nogueira Angelim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Angelim, já com 19 anos, participava ativamente da política da Província. Revolucionário, partidário da Cabanagem, sendo inclusive o terceiro presidente cabano.&lt;br /&gt;Resistiu até o término da Cabanagem, sendo posteriormente capturado e levado à capital do Império brasileiro. Lá foi julgado, exilado, e enterrado na capela do Engenho de Madre de Deus, na Ilha de Trambioca, em Barcarena.&lt;br /&gt;Foi um importante divulgador dos ideais cabanos e falou diretamente ao povo através de proclamações que enalteciam as vitórias da rebelião. Em um de seus discursos, diz “Meus amados patrícios! Eu vos afiancei que o infame e opressor jugo estrangeiro havia de cair por terra e que seríamos os vencedores. Realizaram-se os meus bons desejos e gratas esperanças. Vós sois dignos do nome paraense! Vós todos, soldados da liberdade, estais coberto de glória pelo vosso patriotismo, valor e constância!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERSONAGENS: Presidentes nomeados pela Regência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernardo Lobo de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1833 Bernardo Lobo de Sousa foi nomeado governador do Pará, pela regência trina permanente e atuou de forma opressiva e autoritária. O auge da revolta foi a convocação do Exército e Armada imperial, como uma estratégia política para eliminar aqueles que "eram conhecidos por suas doutrinas subversivas, que pregavam e inoculavam no seio da população e que ameaçavam a ordem pública pela influência perigosa que exerciam entre as massas." (Antonio Raiol).Suas atitudes descontentaram a população. Em janeiro de 1835 Belém foi tomada e Bernardo Lobo de Sousa foi executado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Jorge Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um militar e político brasileiro, além de 1° barão de Taquari . Deveria ter seguido seu pai na carreira comercial, porém preferiu entrar para o exército português em 18 de setembro de 1794. Participou com distinção de toda Guerra Peninsular, sob as ordens do marechal William Carr Beresford.Veio para o Brasil, no posto de tenente-coronel agregado à Divisão de Voluntários Reais do Rei, chegando no Rio de Janeiro em 30 de março de 1816. Participou da Guerra contra Artigas, sendo nomeado marechal em 1826. Foi comandante das armas e presidente da província do Pará, de 10 de abril a novembro de 1835. Em 1840 foi nomeado governador das armas da corte, onde permaneceu quatro anos. Após os cabanos ragruparem suas forças e marcharem sobre Belém, retomaram a cidade e expulsaram o presidente Jorge Rodrigues, que refugiou-se na Ilha de Tatuoca (litoral de Pernambuco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco José de Souza Soares de Andréia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o primeiro e único Barão de Caçapava, além de militar e político luso-brasileiro. Veio para o Brasil com a família real em 1808. Comandou a brigada de engenheiros no Pará em 1817. Permaneceu no Brasil depois da independência, tendo tomado parte da Guerra Cisplatina, incluindo a batalha de Ituzaingó em 1827. &lt;br /&gt;Foi Presidente das províncias: Pará, de 9 de abril de 1836 a 7 de abril de 1839, onde combateu a cabanagem; Santa Catarina em 1840; Rio Grande do Sul, em 1840, tendo derrotado nos combates de Laguna os farroupilhas liderados por Giuseppe Garibaldi; Minas Gerais, em 1843, permanecendo no cargo até 1844; Bahia, de 1844 a 1846; Rio Grande do Sul, de 1848 até 1850. Após a saída do imperador D. Pedro I do Brasil, era um importante membro da Sociedade Militar (que pregava a restauração de D. Pedro I ao poder), foi por isso perseguido, preso e teve que responder ao conselho militar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cargo de Marechal, foi também responsável pela comissão de demarcação dos limites fronteiriços entre o Império do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 1854. Nesta época fundou a localidade de Santa Vitória do Palmar, no sul do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEMORIAL DA CABANAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Memorial da Cabanagem é um monumento de 15 metros de altura por 20 de comprimento, todo em concreto, erguido no complexo do entroncamento, Belém/Pa. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer a pedido do então governador do Pará Jader Barbalho, o monumento foi construído para compor as comemorações do sesquicentenário da Cabanagem, que aconteceu em 7 de janeiro de 1985. Esteticamente a obra pode ser definida como uma rampa elevada em direção ao céu com uma inclinação acentuada apontando para um ponto sem fim, tendo no meio uma "fratura", um pedaço do monumento que jaz no chão.&lt;br /&gt;Segundo a concepção de Nyemeyer, representa a luta heróica do povo cabano, que foi um dos movimentos mais importantes de todo o Brasil. A rampa elevada em direção ao céu representa a grandiosidade da revolta popular que chegou muito perto de atingir seus objetivos e a "fratura" faz alusão à ruptura do processo revolucionário. Mas embora tenha sido sufocada, a Cabanagem permanece viva na memória do povo, por isso, o bloco continua subindo para o infinito, simbolizando que a essência, os ideais e a luta cabana continuam latentes na história do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sites:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://br.geocities.com/terrabrasileira/contatos/cabanagem.html&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanagem&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Monumento_%C3%A0_cabanagem_-_projetado_por_Oscar_Niemeyer,_tirando_Bras%C3%ADlia,Bel%C3%A9m_%C3%A9_a_%C3%BAnica_cidade_do_Norte,Nordeste_e_Centro-Oeste_a_ter..jpg&lt;br /&gt;http://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/cabanagem.htm&lt;br /&gt;www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/cabanagem/cabanagem&lt;br /&gt;http://www.geocities.com/Baja/Mesa/7068/imperio_cabanagem.htm&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/João_Batista_Gonçalves_Campos&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_Clemente_Malcher&lt;br /&gt;http://www.klickeducacao.com.br/2006/enciclo/encicloverb/0,5977,POR-10040,00.html&lt;br /&gt;http://www.uefs.br/nep/labirintos/edicoes/01_2008/07_artigo_maria_da_graca_gomes_de_pina.pdf http://navegadorbrasileiro.wordpress.com/2008/09/03/estado-do-amapa-%E2%80%93-a-cabanagem-em-macapa/&lt;br /&gt;http://sergiobg.sites.uol.com.br/belem1.html&lt;br /&gt;http://www.uefs.br/nep/labirintos/edicoes/01_2008/07_artigo_maria_da_graca_gomes_de_pina.pdf http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1310199912.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História do Brasil no contexto da história ocidental: ensino médio / Luiz Koshiba, Denise Manzi Frayse Pereira. – 8. ed. rev., atual. E ampl. – São Paulo : Atual, 2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-6234760696909507429?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/6234760696909507429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/cabanagem-revolucao-popular-1835-1840.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6234760696909507429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/6234760696909507429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/cabanagem-revolucao-popular-1835-1840.html' title='CABANAGEM A REVOLUÇÃO POPULAR (1835 - 1840)'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlSq5ccf7mI/AAAAAAAAAHw/N6UbjWymuFQ/s72-c/CABANAGEM_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-3062866745824043237</id><published>2009-07-07T20:11:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T20:19:49.832-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>O QUE É A MAÇONARIA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQQKqGQpoI/AAAAAAAAAGg/RRjW579W0f8/s1600-h/ma%C3%A7onaria.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 193px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQQKqGQpoI/AAAAAAAAAGg/RRjW579W0f8/s400/ma%C3%A7onaria.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355923632135644802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1. O que é a Maçonaria de nossos dias? &lt;br /&gt;A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal. &lt;br /&gt;2. A Maçonaria é uma sociedade secreta? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão a venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem. &lt;br /&gt;3. A Maçonaria é uma religião? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus. &lt;br /&gt;4. A Maçonaria é anti-religiosa? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo. &lt;br /&gt;5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus. &lt;br /&gt;6. A Maçonaria é um partido político? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade. &lt;br /&gt;7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos? &lt;br /&gt;A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem. &lt;br /&gt;8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"? &lt;br /&gt;A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade. &lt;br /&gt;9. Então o que é a Maçonaria? &lt;br /&gt;A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal. &lt;br /&gt;10. Qual é a missão da Maçonaria? &lt;br /&gt;A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos". &lt;br /&gt;A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados. &lt;br /&gt;11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela? &lt;br /&gt;A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela. &lt;br /&gt;A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência o liberdade de pensar. &lt;br /&gt;12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres? &lt;br /&gt;Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral. &lt;br /&gt;A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse. &lt;br /&gt;13. Por que são chamados de templos os locais de reunião? &lt;br /&gt;Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros. &lt;br /&gt;14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima? &lt;br /&gt;Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-3062866745824043237?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/3062866745824043237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/o-que-e-maconaria.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3062866745824043237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/3062866745824043237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/o-que-e-maconaria.html' title='O QUE É A MAÇONARIA?'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQQKqGQpoI/AAAAAAAAAGg/RRjW579W0f8/s72-c/ma%C3%A7onaria.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-377700386370690050</id><published>2009-07-07T19:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T20:06:06.218-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>CHICO MENDES - O HOMEM DA FLORESTA...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQMvp0XDkI/AAAAAAAAAGY/LAzt8VjXcn4/s1600-h/chico_mendes_photo_ran.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 276px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQMvp0XDkI/AAAAAAAAAGY/LAzt8VjXcn4/s400/chico_mendes_photo_ran.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355919869669215810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes, tinha completado 44 anos no dia 15 de dezembro de 1988, uma semana antes de ter sido assassinado. Acreano, nascido no seringal Porto Rico, em Xapurí, se tornou seringueiro ainda criança, acompanhando seu pai.&lt;br /&gt;Sua vida de líder sindical inicia com a fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia, em 1975, quando é escolhido para ser secretário geral. Em 1976, participa ativamente das lutas dos seringueiros para impedir desmatamentos através dos "empates". Organiza também várias ações em defesa da posse da terra. Em 1977, participa da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, além de ter sido eleito vereador pelo MDB à Câmara Municipal local. Neste mesmo ano, Chico Mendes sofre as primeiras ameaças de morte por parte dos fazendeiros, ao mesmo tempo que começa a enfrentar vários problemas com seu próprio partido, o MDB, que não era solidário às suas lutas.&lt;br /&gt;Em 1979, Chico Mendes transforma a Câmara Municipal num grande foro de debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas, sendo por isso acusado de subversão e submetido a duros interrogatórios. Em dezembro, do mesmo ano Chico é torturado secretamente. Sem ter apoio, não tem condições de denunciar o fato.&lt;br /&gt;Com o surgimento do Partido dos Trabalhadores, Chico transforma-se num de seus fundadores e dirigentes no Acre, participando de comícios na região juntamente com Lula. Ainda em 1980, Chico Mendes é enquadrado na Lei de Segurança Nacional, a pedido dos fazendeiros da região que procuravam envolvê-lo com o assassinato de um capataz de fazenda que poderia estar envolvido no assassinato de Wilson Pinheiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Brasiléia.&lt;br /&gt;No ano seguinte, Chico Mendes assume a direção do Sindicato de Xapuri, do qual foi presidente até o momento de sua morte. Nesse mesmo ano, Chico é acusado de incitar posseiros à violência. Sendo julgado no Tribunal Militar de Manaus, consegue livrar-se da prisão preventiva.&lt;br /&gt;Nas eleições de novembro de 1982, Chico Mendes candidata-se a deputado estadual pelo PT não conseguindo eleger-se. Dois anos mais tarde é levado novamente a julgamento, sendo absolvido por falta de provas.&lt;br /&gt;Em outubro de 1985, lidera o 1o Encontro Nacional dos Seringueiros, quando é criado o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), do qual torna-se a principal referência. A partir de então, a luta dos seringueiros, sob a liderança de Chico Mendes, começa a ganhar repercussão nacional e internacional, principalmente com o surgimento da proposta de "União dos Povos da Floresta", que busca unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica propondo ainda a criação de reservas extrativistas que preservam as áreas indígenas, a própria floresta, ao mesmo tempo em que garantem a reforma agrária desejada pelos seringueiros. A partir do 2o Encontro Nacional dos Seringueiros, marcado para março de 1989, Chico deveria assumir a presidência do CNS.&lt;br /&gt;Em 1987, Chico Mendes recebe a visita de alguns membros da ONU, em Xapuri, onde puderam ver de perto a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros causadas por projetos financiados por bancos internacionais. Dois meses depois, Chico Mendes levava estas denúncias ao Senado norte-americano e à reunião de um banco financiador, o BID. Trinta dias depois, os financiamentos aos projetos devastadores são suspensos e Chico é acusado por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso" do Estado do Acre. Meses depois, Chico Mendes começa a receber vários prêmios e reconhecimentos, nacionais e internacionais, como uma das pessoas que mais se destacaram naquele ano em defesa da ecologia, como por exemplo o prêmio "Global 500", oferecido pela própria ONU.&lt;br /&gt;Durante o ano de 1988, Chico Mendes, cada vez mais ameaçado e perseguido, principalmente por ações organizadas após a instalação da UDR no Acre, continua sua luta percorrendo várias regiões do Brasil, participando de seminários, palestras e congressos, com o objetivo de denunciar a ação predatória contra a floresta e as ações violentas dos fazendeiros da região contra os trabalhadores de Xapuri. Por outro lado, Chico participa da realização de um grande sonho: a implantação das primeiras reservas extrativistas criadas no Estado do Acre, além de conseguir a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves da Silva, em Xapuri.&lt;br /&gt;A partir daí, agravam-se as ameaças de morte, como o próprio Chico chegou a denunciar várias vezes, ao mesmo tempo em que deixava claro para as autoridades policiais e governamentais que corria risco de vida e que necessitava de garantias, chegando inclusive a apontar os nomes de seus prováveis assassinos.&lt;br /&gt;No 3o Congresso Nacional da CUT, Chico Mendes volta a denunciar esta situação, juntamente com a de vários outros trabalhadores rurais de todas a partes do país. A situação é a mesma, a violência criminosa tem a mão da UDR de norte a sul do Brasil. No mesmo Concut, Chico Mendes defende a tese apresentada pelo Sindicato de Xapuri, "Em Defesa dos Povos da Floresta", aprovada por aclamação por cerca de 6 mil delegados presentes. Ao final do Congresso, ele é eleito suplente da direção nacional da CUT.&lt;br /&gt;Em 22 de dezembro de 1988, Chico Mendes é assassinado na porta de sua casa. Chico era casado com lIzamar Mendes e deixa dois filhos, Sandino, de 2 anos, e Elenira, 4.&lt;br /&gt;*Publicado na Revista "Chico Mendes" pelo STR de Xapuri, CNS e CUT em janeiro de 1989&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-377700386370690050?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/377700386370690050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/chico-mendes-o-homem-da-floresta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/377700386370690050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/377700386370690050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/chico-mendes-o-homem-da-floresta.html' title='CHICO MENDES - O HOMEM DA FLORESTA...'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SlQMvp0XDkI/AAAAAAAAAGY/LAzt8VjXcn4/s72-c/chico_mendes_photo_ran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-5338144305508361195</id><published>2009-07-07T19:40:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T19:51:27.820-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PERSONAGENS DA HISTÓRIA'/><title type='text'>THOMAS MUNTZER - O TEÓLOGO DA REVOLUÇÃO</title><content type='html'>RESENHA: THOMAS MÜNTZER, TEÓLOGO DA REVOLUÇÃO. ERNST BLOCH. &lt;br /&gt;Patrícia Matos de Mello. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais propostas de Thomas Müntzer e as repercussões do anabatismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra de Ernst Bloch tem bastante importância por ter a proposta de contribuir para um campo pouco explorado pela historiografia: a vida de Thomas Müntzer e suas considerações teológicas. Como Bloch aponta no início de seu livro, o tema é pouco abordado devido à escassez de fontes e, assim, fala apenas resumidamente sobre o nascimento de Müntzer e sobre sua vida antes de assumir sua missão teológica ou revolucionária. Portanto Bloch concentra sua análise a partir do momento em que Müntzer inicia sua pregação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Müntzer fazia parte de um contexto histórico marcado pela crise do antigo sistema feudal e pela transição para nova forma de organização da sociedade com o advento das cidades e o desenvolvimento do capitalismo. Ligado ao mundo da aldeia, Müntzer organiza suas propostas entorno dos problemas vividos por ele e pelos camponeses em geral. Uma das principais questões de sua formulação teológica é a igualdade. Através do sacrifício de Cristo na cruz todos os homens se tornaram iguais perante Deus e livres do “jugo do pecado”. Com base nisso, Müntzer coloca no mesmo patamar tanto os senhores como os servos e é criticado por Lutero, uma vez que estaria reduzindo a liberdade a algo meramente carnal. Esse traço do pensamento de Müntzer (associado ao lema "omnia sunt communia") foi interpretado por alguns como uma formulação pré-socialista. No entanto, o que está em questão é algo muito diferente do socialismo do século XIX e no máximo pode-se dizer que isso se refere ao comunismo primitivo do início dos séculos da Era Comum e à preocupação em se viver, em todos os sentidos, segundo a natureza humana do Filho de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reformas religiosas do século XVI, para além das preocupações doutrinárias, reinterpretam a relação do homem com Deus e a relação dos homens entre si. Nesse sentido, é fundamental pensar a questão do livre arbítrio. Ao se aceitar a tese do livre arbítrio, confere-se ao homem o poder de escolha e de intervenção no seu próprio destino e nega-se, portanto, a onipotência divina. Para Müntzer é importante sustentar essa tese, pois toda sua proposta se concentra na alteração da realidade da vida na aldeia através da atuação do homem e não através da intervenção milagrosa da onipotência divina (muito embora os sinais de Deus que garantissem o apoio e vitória à causa fossem importantes). Esse é um grande ponto de divergência entre Müntzer e Lutero, já que, o segundo, ao negar a existência do livre arbítrio (e sustentar a tese do servo arbítrio) transfere todo o poder a Deus, que predetermina todas as coisas. Ligado a isso, Lutero ainda defende a idéia de vocação, de um chamado ao qual cada um deve responder ao longo de sua vida e, nesse sentido, prende o homem cristão à realidade em que vive e restringe seu campo de atuação à esfera meramente espiritual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ernst Bloch expõe as principais características da teologia luterana, da católica e trata bem superficialmente da doutrina calvinista. O autor aborda também o alcance do movimento anabatista não só na Alemanha, mas ainda na Hungria, na Ucrânia, no Missouri, na Holanda, na França etc. Todavia, o fator fundamental para o posterior sucesso do movimento iniciado por Müntzer foi justamente a alteração de suas propostas iniciais. Menno Simons foi o responsável pela renovação do anabatismo, que consistiu na incorporação de elementos de orientação calvinista. Essa doutrina menonita teve repercussão inclusive na Inglaterra em 1648 no movimento dos levellers e dos diggers com os ideais milenaristas do quinto Império universal, já defendido por Müntzer. Essa fusão de elementos teológicos diversos e contraditórios nos faz pensar sobre o papel da religião num mundo onde Deus ainda não foi morto, pelo contrário, está vivo, fala e atua através dos novos profetas, (seja para garantir a igualdade, a liberdade e o estabelecimento da Jerusalém terrestre em Müntzer, seja para garantir o cumprimento da vocação de cada homem e conferir a salvação aos eleitos em Lutero) e, o mais importante, nos permite refletir sobre os limites tênues entre religião e política, pelo menos nesse momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-5338144305508361195?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/5338144305508361195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/thomas-muntzer-o-teologo-da-revolucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/5338144305508361195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/5338144305508361195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/07/thomas-muntzer-o-teologo-da-revolucao.html' title='THOMAS MUNTZER - O TEÓLOGO DA REVOLUÇÃO'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1258107065490842112.post-595548135709522611</id><published>2009-02-18T18:14:00.001-08:00</published><updated>2009-02-18T18:18:16.119-08:00</updated><title type='text'>HISTÓRIA POR IMAGEM</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SZzA60Fx_gI/AAAAAAAAACo/ApCiIm0yLLw/s1600-h/imagens+historicas+008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304326577783438850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 305px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SZzA60Fx_gI/AAAAAAAAACo/ApCiIm0yLLw/s400/imagens+historicas+008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O SOCIALISMO AÍNDA TEM CHANCE DE VENCER O CAPITALISMO.....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1258107065490842112-595548135709522611?l=adilson-moreira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/feeds/595548135709522611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/02/historia-por-imagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/595548135709522611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1258107065490842112/posts/default/595548135709522611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adilson-moreira.blogspot.com/2009/02/historia-por-imagem.html' title='HISTÓRIA POR IMAGEM'/><author><name>adilson moreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11218890510782318877</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-zHbzun8JuUs/TVQkY6Ei1tI/AAAAAAAAAQA/r2AVttRosi8/s220/ADILSON2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iooJNyFPK5c/SZzA60Fx_gI/AAAAAAAAACo/ApCiIm0yLLw/s72-c/imagens+historicas+008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
